Descubra como a QCP estruturou uma das pesquisas eleitorais mais abrangentes já conduzidas no Brasil!

De outubro de 2025 a março de 2026, a QCP – Inteligência em Políticas Públicas e Pesquisas conduziu uma pesquisa eleitoral para a Fundação João Mangabeira, considerado um dos trabalhos dessa área mais abrangentes já feitos no Brasil. A pesquisa “Novo Perfil do Eleitor Brasileiro: Como Pensa e Vota” foi estruturada a partir da integração de pesquisas qualitativas e quantitativas. Em contextos eleitorais, unimos ambas as metodologias para apoiar campanhas, partidos, mandatos e organizações na compreensão profunda do comportamento eleitoral brasileiro, combinando escuta qualificada, inteligência territorial e análise de dados avançada. Além de medir intenção de voto, a metodologia busca identificar sentimentos, valores, rejeições, percepções e disputas simbólicas que influenciam as decisões do eleitor. Ao integrar pesquisas qualitativas e quantitativas em diferentes escalas (territoriais, regionais e nacionais), a QCP consegue mapear padrões sociais, detectar mudanças de percepção e orientar estratégias de comunicação, mobilização e posicionamento político com maior precisão. O resultado é uma leitura mais completa da geografia do voto e dos grupos decisivos, permitindo calibrar discursos, direcionar recursos e estruturar campanhas conectadas à realidade social do país. Qual o ponto de partida da pesquisa eleitoral? O ponto de partida da pesquisa eleitoral para a Fundação João Mangabeira foi baseado na fragmentação, ruído e crise de interpretação que cerca o debate público sobre o eleitor brasileiro. Nos últimos anos, a polarização excessiva, leituras simplificadas e explicações lineares têm dominado a percepção de quem é o eleitor brasileiro, o que reforça contradições existentes na hora do voto. Por isso, nosso desafio inicial foi entender o eleitor para além de rótulos ideológicos, conectando valores, emoções, cotidiano e contexto territorial. Dividimos o objeto de análise (eleitor brasileiro) em mulheres chefe de família, juventudes e pessoas evangélicas. A metanálise da pesquisa de campanha eleitoral Na etapa de metanálise, seguimos pelo Método Formiga: realizamos a síntese estatística de estudos, integramos os resultados a partir da identificação de padrões e evidências combinadas. Com isso, estruturamos uma matriz analítica definindo 15 hipóteses. A metanálise do comportamento do eleitor considerou: Ainda na metanálise, analisamos 85 estudos científicos, onde integramos os modelos clássicos da ciência política com Programa de Linguagem Natural (PLN), Machine Learning e análise de dados avançada. Como estruturamos a matriz analítica da pesquisa eleitoral? A matriz analítica da pesquisa Novo Perfil do Eleitor Brasileiro: Como Pensa e Vota propõe cinco categorias, com cinco disputas centrais em cada, das quais derivam perguntas, hipóteses, descrições e âncoras de pensamentos. As categorias são segmentadas em: Cada categoria possui eixos de investigação específicos, além de objetivos de compreensão. Ao final, totalizamos 145 perguntas entre questões e temas de exploração para a matriz analítica. Foram realizadas quatro oficinas para a definição das 15 hipóteses encontradas na matriz analítica. A primeira oficina foi feita com juventudes; a segunda, com eleitores evangélicos; a terceira, com mulheres chefe de família; e a quarta para fechamento das teorias levantadas. Etapa qualitativa da pesquisa eleitoral A fase qualitativa da pesquisa eleitoral para a Fundação João Mangabeira foi aplicada em 12 cidades e 36 grupos focais. Estivemos presentes nas seguintes capitais: Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, São Luís, Manaus, Cuiabá, Brasília, Salvador e Fortaleza. Na pesquisa qualitativa, tivemos cinco camadas analíticas para avaliação de 24 eixos e 144 temas de discussão. Além da confirmação (ou não) das hipóteses levantadas, o resultado do trabalho também trouxe alguns achados durante a fase qualitativa, por exemplo: “O voto brasileiro é organizado por afetos e moralidades, não por ideologias partidárias”. Síntese inédita: o eleitor brasileiro contemporâneo decide o voto menos a partir de posições programáticas e ideológicas e mais por critérios morais, afetivos e identitários. Etapa quantitativa da pesquisa eleitoral Na pesquisa quantitativa, elaboramos um questionário com 80 perguntas. Ao todo, tivemos 2.240 respondentes em 150 cidades e 27 estados. A QCP – Inteligência em Políticas Públicas e Pesquisas esteve presente em todas as capitais brasileiras para a fase quantitativa! Além disso, alcançamos um nível de confiança de 95% na pesquisa, com uma margem de erro de apenas 2,2%. Qual o tipo de metodologia da pesquisa quantitativa? Na consultoria de pesquisas realizada pela QCP, a metodologia utilizada para pesquisas quantitativas é o método survey (pesquisa de levantamento). A metodologia survey é direcionada para a coleta de dados primários de um grupo representativo. A partir da criação de um plano amostral, selecionamos amostras representativas da população com controle de variáveis (gênero, faixa etária, escolaridade e classe social) e aplicamos questionários e entrevistas padronizadas — testados previamente entre nossa equipe. Todos os resultados coletados são integrados à matriz analítica para síntese estatística e identificação de padrões, a fim de assegurar ainda mais confiança e qualidade à pesquisa. O cruzamento de dados qualitativos com quantitativos A sistematização e análise dos resultados foi embasada em uma leitura crítica e análise de sentimentos coletados durante a pesquisa. Com isso, obtivemos 20 achados e uma tipologia de quem é o eleitor. Em resumo, o eleitor brasileiro contemporâneo não vota por ideologia partidária, mas por proteção moral, pertencimento, punição e reconhecimento — e muda de posição sempre que esses pilares parecem ameaçados. Faça a sua pesquisa de campanha eleitoral com a QCP – Inteligência em Políticas Públicas e Pesquisas Há mais de 20 anos no mercado, possuímos uma equipe de especialistas em estatística e desenho de projetos, com uma atuação que abrange do nível local ao nacional. Entre em contato conosco para marcar uma primeira conversa e descobrirmos como podemos impulsionar as suas ações!
Pesquisa qualitativa, quantitativa e de mercado: qual escolher?

Entenda como gerar inteligência, a partir de dados, para cada decisão estratégica da sua instituição Há mais de 20 anos, a QCP – Inteligência em Políticas Públicas e Pesquisas oferece soluções para desafios do setor público, privado e terceiro setor, com base em dados e que podem ser coletados por meio de pesquisas. Entre nossas áreas de atuação, realizamos pesquisas de caráter qualitativo e quantitativo, além de market research (pesquisas de mercado), em todo o Brasil, com abrangência diversa — de regiões de um município à totalidade do território brasileiro. A seguir, você vai entender o que caracteriza cada tipo de pesquisa, seus objetivos e como adaptamos as metodologias para o interesse de cada parceiro, além de conferir resultados na prática! O que é a pesquisa qualitativa? A pesquisa qualitativa possui o objetivo de compreender fenômenos subjetivos e descobrir tendências, motivações, percepções e opiniões do público. Ao invés de dados numéricos, são coletados dados narrativos, por meio de diários, entrevistas, questionários abertos e observações. Quando a pesquisa qualitativa é indicada? A pesquisa qualitativa é indicada para entender o “porquê” e o “como” em determinadas situações. Por exemplo, para análise de experiências humanas, entendimento de fenômenos sociais e avaliações de impacto e percepção de um serviço, produto ou marca. Na prática, pode ser utilizada para: Qual o tipo de metodologia da pesquisa qualitativa? Na QCP – Inteligência em Políticas Públicas e Pesquisas, desenvolvemos uma metodologia em camadas analíticas e progressivas para a realização de pesquisas qualitativas, sendo: Na QCP, possibilitamos a união desses resultados com a abordagem de pesquisa quantitativa, a fim de aprofundarmos a análise. Dessa forma, todos os dados são sistematizados em uma matriz analítica, que orienta a construção dos instrumentos de coleta da etapa quantitativa. O que é a pesquisa quantitativa? A pesquisa quantitativa possui o objetivo de medir frequências, padrões e tendências em escala: hipóteses podem ser testadas com técnicas estatísticas, dados numéricos e mensuráveis. Quando a pesquisa quantitativa é indicada? A pesquisa quantitativa é indicada para descobrir o “quanto” de determinadas situações, por exemplo: “Qual a quantidade de pessoas alfabetizadas em determinada localização?” ou: “Em uma escala de 0 a 10, quanto você recomendaria determinado serviço?”. Na prática, pode ser utilizada para: Qual o tipo de metodologia da pesquisa quantitativa? Na consultoria de pesquisas realizada pela QCP, a metodologia utilizada para pesquisas quantitativas é o método survey (pesquisa de levantamento). A metodologia survey é direcionada para a coleta de dados primários de um grupo representativo. A partir da criação de um plano amostral, selecionamos amostras representativas da população com controle de variáveis (gênero, faixa etária, escolaridade e classe social) e aplicamos questionários e entrevistas padronizadas — testados previamente entre nossa equipe. Todos os resultados coletados são integrados à matriz analítica para síntese estatística e identificação de padrões, a fim de assegurar ainda mais confiança e qualidade à pesquisa. Como a QCP une a pesquisa qualitativa e quantitativa? Todas as metodologias da QCP – Inteligência em Políticas Públicas e Pesquisas são adaptadas para o cenário real de cada parceiro. A partir disso, desenvolvemos uma abordagem cumulativa e sequencial que integra as duas frentes de pesquisas em um único percurso metodológico. Os dados qualitativos que coletamos contribuem para a construção dos instrumentos quantitativos. Depois, os resultados são cruzados, o que aumenta a consistência, a confiabilidade e a profundidade das análises. Em um ciclo de políticas públicas, as metodologias integradas possuem o objetivo de avaliar formulação, implementação e resultados. Para compreendermos as rotinas de execução e adesão do cidadão às políticas, integramos o rigor estatístico com a profundidade interpretativa. Dessa forma, encontramos evidências reais de impacto social e dados para embasar novas políticas públicas, com suporte prático para correção de rota na gestão. No terceiro setor, com foco em atingirmos uma governança sustentável e mensuração de transformação sistêmica para as fundações e institutos parceiros, cruzamos as métricas estatísticas de atendimento com grupos focais, para qualificar e compreender dinâmicas específicas. Assim, alcançamos a comprovação do impacto social gerado na trajetória de vida do público-alvo, não apenas com depoimentos coletados, mas também com evidências numéricas. Já para projetos políticos e eleitorais, nosso objetivo é gerar viabilidade de governo e conexão cirúrgica com o eleitor, a partir da orientação para marqueteiros e mobilizadores pela escuta direta do eleitor. Para isso, aplicamos a metodologia survey territorial, combinada à escuta profunda para identificar a geografia do voto — ou seja, causas de rejeição/aprovação e sinais para análise de sentimento. O resultado é a calibração do discurso político e direcionamento eficiente de recursos e equipes para territórios e grupos decisivos. Veja na prática: confira o resultado da pesquisa de opinião pública realizada no Paraná pela QCP Recentemente, finalizamos a pesquisa de opinião pública mais ampla do Paraná sobre Ciência, Tecnologia e Inovação, realizada pelo Núcleo de Apoio à Pesquisa e Inovação (NAPI) com o apoio da Fundação Araucária, órgão da Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia. A pesquisa “Percepção Pública de CT&I no Paraná” foi coordenada pelo Prof. Dr. Paulo Afonso Bracarense Costa, Diretor de Pesquisas da QCP. Fomos responsáveis pelo planejamento do trabalho de campo, coleta de dados, organização do banco de dados e análises estatísticas preliminares. Leia na íntegra os resultados obtidos na Pesquisa Integrada “Percepção Pública de CT&I no Paraná” O que é pesquisa de mercado (market research)? Também conhecida como market research, a pesquisa de mercado é um processo utilizado para coleta, análise e interpretação de dados em um mercado-alvo. As informações geradas visam contribuir para uma governança mais efetiva no ecossistema selecionado, além de gerar insights de inovação e transformação local. Quando a pesquisa de mercado é indicada? Geralmente, o market research é indicado para organizações que precisam tomar decisões embasadas em dados confiáveis sobre seu mercado, concorrentes, clientes ou o ecossistema em que atuam. Na prática, pode ser utilizada para: Qual a metodologia utilizada na pesquisa de mercado? Essa etapa mapeia o contexto, identifica tendências e localiza lacunas de informação que orientarão as fases seguintes. O processo inclui ciclos de entrevistas em profundidade com questionários semiestruturados, rodadas