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Capacitação na gestão pública: por que investir em treinamentos para servidores?

Para garantir que a administração pública seja mais eficiente e moderna, é importante que os servidores estejam inseridos em um ambiente de aprendizado contínuo, de forma a prepará-los para enfrentar os novos desafios do setor. A capacitação na gestão pública é uma alternativa eficaz para alcançar esses resultados. É por meio da formação contínua que os profissionais se atualizam em relação às necessidades da sociedade, aprimoram a tomada de decisões e promovem maior inclusão e transparência para os governos.  A capacitação na gestão pública também desempenha um papel fundamental na inserção dos servidores na transformação digital, cada vez mais presente nos governos municipais brasileiros. Dessa forma, é possível unir profissionais qualificados com ferramentas tecnológicas capazes de otimizar processos e diminuir a burocracia existente.  Quais os benefícios de investir em capacitação na gestão pública? Esse tipo de investimento não traz benefícios apenas para os servidores, mas também para a administração pública e sociedade, que irá usufruir dos serviços prestados e poderá desenvolver mais confiança na gestão atual, bem como no uso dos recursos públicos.  Para os servidores, a capacitação na gestão pública é uma forma de continuarem se qualificando, o que resulta em crescimento profissional e pessoal. Há também maior reconhecimento e valorização do trabalho realizado, junto com aspectos como autoconfiança e autonomia, que também podem ser desenvolvidos em treinamentos.  Já em relação à administração pública, os resultados são consequência das ações dos servidores: há uma melhoria na qualidade dos serviços prestados, redução de erros e retrabalho, aumento da produtividade e maior engajamento com a cultura organizacional.  Vale ressaltar que a capacitação na gestão pública deve estar alinhada à inovação e novas tecnologias, capazes de aprimorar a execução das políticas públicas e também de serem adaptáveis à realidade de cada município.  As formações da QCP para o fortalecimento dos CMDCAs e para a Lei da Escuta Protegida  Além de diversos cursos de capacitação na gestão pública que a QCP já oferece, também são realizadas formações para servidores em alguns dos serviços prestados, como, por exemplo, nas ações de fortalecimento dos Conselhos Municipais dos Direitos das Crianças e Adolescentes (CMDCAs) e para a Lei da Escuta Protegida.  Essas capacitações acontecem em parceria com outras instituições e no formato híbrido, ou seja, existe tanto um acompanhamento virtual quanto presencial ao longo de um ano. Por ser um modelo longitudinal, os formadores desenvolvem um vínculo com os participantes, o que torna o diálogo ainda mais horizontal com os principais atores do município.  Geralmente, a capacitação para os CMDCAs e para a Lei da Escuta Protegida acontece de acordo com as seguintes etapas:  Paralelo a essas ações, existem desafios a serem superados, por exemplo, a rotatividade de quem ocupa os cargos no Conselho Tutelar e a institucionalização dos fluxos e Lei da Escuta Protegida na memória coletiva do município.  As formações da QCP para o Instituto João e Maria Backheuser Neste caso, a capacitação promovida pela QCP ocorre para o setor da educação pública municipal. Durante o ciclo formativo, foi aplicada a metodologia Planejamento Estratégico Situacional, baseada no Triângulo de Matus.  A partir desse conceito, o planejamento é desenvolvido com base em três pilares: o projeto político, a governabilidade e a capacidade técnica e financeira do município. Esses aspectos englobam desde o diagnóstico situacional da educação no município até o planejamento e estudo de viabilidade.  Além desses pilares, é feita uma priorização dos principais problemas da educação pública local, assim como também são consideradas as experiências e vivências das gestões anteriores na Secretaria de Educação, para que as especificidades do território estejam presentes na formação.  Então, além de atenderem à legislação da educação pública no Brasil, as capacitações e planejamentos realizados junto ao Instituto João e Maria Backheuser também consideram as capacidades técnicas operacionais de cada município, a fim de entregar um resultado personalizado à realidade local.  Invista em capacitação na gestão pública com a QCP! Desde 2003, a QCP – Inteligência em Políticas Públicas atua em prol de organizações do setor público e terceiro setor, com soluções que visam ampliar a democracia, qualificar a participação social e garantir o acesso universal a bens e serviços públicos.  Em relação aos serviços de capacitação na gestão pública que oferecemos, prezamos por investir em formações com alto nível de excelência, pautadas nas metodologias e técnicas mais atuais de gestão pública e direcionadas por profissionais qualificados.  Clique aqui para conhecer o nosso portfólio de projetos já realizados. 

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Como garantir o desenvolvimento sustentável dos parques tecnológicos?

Conheça a metodologia de pesquisa e implementação da QCP – Inteligência em Políticas Públicas Os parques tecnológicos representam espaços de inovação, que impulsionam o empreendedorismo e reúnem três setores: do conhecimento (universidade e centros de pesquisa), produtivo (indústrias e empresas) e do poder público.  No Brasil, de acordo com a plataforma InovaData, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), existem 64 parques tecnológicos em operação, 29 em processo de implantação e oito em planejamento.  Esses polos são subsidiados financeiramente e operacionalmente por indústrias e empresas, enquanto que as instituições de ensino e pesquisa fornecem conhecimento para estimular a inovação na economia. Já o poder público, contribui com recursos facilitadores para quem atua nos parques tecnológicos, como incentivos fiscais.  Além de se destacarem como ambientes de inovação e tecnologia, os parques tecnológicos também são baseados na colaboração entre as empresas pertencentes, já que o networking ocorre diariamente.  Apesar do incentivo público e ações das empresas e centros de conhecimento para o desenvolvimento dos parques tecnológicos, o Brasil ainda precisa percorrer um longo caminho para se firmar como referência mundial em inovação.  Por exemplo, é preciso ampliar a interiorização dos parques tecnológicos, tendo em vista que a maioria está concentrada em capitais ou regiões metropolitanas. Outro ponto é a criação de mais espaços assim nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Hoje, a maior parte dos parques tecnológicos está no Sul.   Para que os novos parques tecnológicos tenham um desenvolvimento sustentável e também para garantir que os polos existentes acompanhem as tendências de inovação mundial, é válido observar o contexto em que serão/estão inseridos, para identificar acertos e erros no processo de implementação. De que forma os parques tecnológicos podem alcançar o desenvolvimento sustentável?  A QCP – Inteligência em Políticas Públicas possui uma metodologia de implementação para parques tecnológicos. Ela foi elaborada para responder às realidades e desafios de cada território, sendo formada por quatro módulos: Diagnóstico, Estruturação, Implementação e Governança. Entenda a metodologia de implementação para parques tecnológicos da QCP! Conheça a atuação da QCP em parceria com o Parque de Inovação Tecnológica de São José dos Campos Com o objetivo de analisar o impacto econômico e social e de desenvolver estratégias de fortalecimento para o Parque de Inovação Tecnológica São José dos Campos (PIT SJC), a QCP – Inteligência em Políticas Públicas prestou uma consultoria de, aproximadamente, 1200 horas para o PIT SJC, com uma equipe multidisciplinar de 10 consultores e membros participantes do projeto. Durante o trabalho desenvolvido, foi realizada uma Análise SWOT (forças, oportunidades, fraquezas e ameaças), ressaltando os desafios presentes no cenário externo, mas também quais oportunidades devem ser aproveitadas.  Entre as principais informações obtidas, calculamos os benefícios econômicos em 2023 e a alta geração de empregos do ecossistema. Para garantir que o PIT SJC continue em processo de crescimento até 2028, identificamos as principais frentes que podem ser investidas, inclusive de expansão territorial. Qual metodologia de pesquisa foi usada no projeto do Parque Tecnológico de SJC? Para entender o impacto que o ambiente de inovação traz para a sociedade, aplicamos uma metodologia para o levantamento e análise de dados em quatro etapas: O Desk Research é um método eficiente e econômico, utilizado para coletar e analisar dados já existentes e publicados em fontes confiáveis. A partir da pesquisa secundária, conseguimos identificar tendências, contexto e comportamentos do PIT SJC, o que contribuiu para a tomada de decisão.  Foram consultadas centenas de fontes, sendo elas: noticiários, relatórios de associações industriais, websites especializados, normativas de Ministérios, artigos acadêmicos, bases de dados públicas, relatórios governamentais e documentos oficiais, contribuições de organizações internacionais, publicações de instituições de pesquisa e inovação, relatórios e balanços da APTSJC. A segunda etapa da metodologia consistiu na pesquisa primária, uma adaptação do Método Delphi, que é feito em ciclos de entrevistas com monitoramento e feedbacks, para que o grupo entre em um consenso sobre o mercado de atuação.  Realizamos dezenas de entrevistas em profundidade com atores relevantes do ecossistema de inovação e com interlocutores estratégicos vinculados ao projeto. As conversas, que somaram dezenas de horas, resultaram em um extenso material transcrito, com centenas de páginas de conteúdo analisável. Após reunirmos todos os dados, chegou a hora de estruturá-los. Para consolidar os inputs recebidos, consideramos estimativas baseadas em framework de análise desenvolvidos por especialistas; triangulação de múltiplas fontes para estimativas; utilização de dados primários e secundários da pesquisa.  Foram estipulados indicadores, que passaram por um processo de validação e inspeção de qualidade para garantir a precisão deles. No final desta etapa, a validação foi feita pelo Parque de Inovação Tecnológica de São José dos Campos. Por fim, os especialistas da QCP – Inteligência em Políticas Públicas reuniram as etapas anteriores e identificaram os principais tipos de impacto no PIT, fornecendo insights para o fortalecimento da sua atuação. Quais outras soluções para parques tecnológicos a QCP – Inteligência em Políticas Públicas oferece? Nosso serviço de consultoria é adaptado para atender às necessidades de cada região, para que a vocação do território seja potencializada com as nossas estratégias.  Saiba mais sobre nossa metodologia de implementação de parques tecnológicos Em caso de dúvidas, você também pode entrar em contato pelo nosso site.

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De que forma a QCP – Inteligência em Políticas Públicas pode impulsionar o CMDCA?

Artigo escrito em colaboração com Caio Momesso, pesquisador e consultor da QCP – Inteligência em Políticas Públicas O desejo por uma sociedade mais justa está interligado à necessidade de empresas e instituições (como o CMDCA) em implementar um desenvolvimento sustentável em relação a políticas, economia, sociedade e meio ambiente. Um dos passos para conquistar esse objetivo é pensar em ações concretas que não irão impactar negativamente as gerações futuras, ou seja, as crianças e adolescentes de agora.  Porém, além dessa preocupação com o amanhã, também precisamos garantir que os mais novos tenham qualidade de vida e garantia dos direitos no momento presente. No Brasil, desde 1990 as crianças e adolescentes possuem direitos específicos assegurados pelo Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), o qual possui órgãos responsáveis pelo atendimento e garantia de acolhimento desse público, o caso do Conselho Tutelar; e para o acompanhamento e desenvolvimento da política voltado a esse público, função atribuída ao Conselho Municipal dos Direitos da Crianças e Adolescentes (CMDCA). As proporções continentais do território brasileiro provocam uma distinção social e cultural entre as partes do país, o que traz a necessidade da ação dos conselhos no nível local de atuação. Conforme a Constituição de 1988, o município ganhou diversas responsabilidades na implementação de políticas públicas. O CMDCA na prática Este é um órgão que tem o objetivo de formular, deliberar e fiscalizar as políticas públicas dos municípios que envolvem crianças e adolescentes. Denúncias, reivindicações e solicitações também podem ser feitas no CMDCA. Entretanto, vale ressaltar a diferença na atuação do CMDCA com o Conselho Tutelar. Enquanto o primeiro é responsável pela formulação e controle das políticas públicas, o segundo é quem atende os casos concretos de violação dos direitos previstos no ECA. Além disso, o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente é formado por representantes do Poder Executivo municipal e da sociedade civil, enquanto que os integrantes do Conselho Tutelar são eleitos democraticamente pela população. O CMDCA é responsável por gerenciar os recursos do Fundo dos direitos das crianças e adolescentes no município, assim como estabelecer os critérios e priorização para utilização da verba. Para garantir que as políticas públicas voltadas para o grupo infanto-juvenil sejam cumpridas, é necessário que o CMDCA esteja articulado e organizado.  Olhar para suas diferentes dimensões é essencial: o órgão deve manter reuniões periódicas, ter um diagnóstico das principais violações de direitos na cidade e entender quais políticas atendem essas demandas. Projetos especiais podem ser financiados pelo Fundo. Para isso, o CMDCA deve estar empoderado sobre o funcionamento do MROSC (Lei 13.019/2014), que estabelece a relação do poder público com organizações da sociedade civil. A atuação da QCP em parceria com o Instituto Votorantim Desde 2015, a QCP – Inteligência em Políticas Públicas é parceira técnica do Instituto Votorantim para a gestão do Programa Votorantim pela Infância e Adolescência (VIA). Ao longo dos anos, a atuação já ocorreu em 12 estados, 37 municípios e com nove empresas do Grupo Votorantim. Durante esse período, a parceria já concretizou em conjunto algumas metodologias em prol dos CMDCAs, como, por exemplo, a Régua de Maturidade, que tem como objetivo diagnosticar o nível de desenvolvimento de cada CMDCA.  Enquanto o Instituto Votorantim é responsável pelo desenvolvimento do programa e metodologia, a QCP é encarregada da execução e desenvolvimento de determinadas ferramentas metodológicas. Iniciativas como o Programa VIA são essenciais para o funcionamento das políticas públicas voltadas para crianças e adolescentes, porém, essa não é a única tática a ser usada para torná-las efetivas. A consciência da sociedade civil, perante os direitos infanto-juvenis,  tão necessária quanto a aplicação das legislações. É dessa forma que os primeiros sinais de violação de direitos podem ser identificados com mais facilidade pelos integrantes da comunidade que esse grupo está inserido. Conheça o programa Votorantim pela Infância e Adolescência (VIA) O fortalecimento de políticas e programas geridos pelo CMDCA é uma das frentes em que o VIA atua, contribuindo para uma melhoria na qualidade de vida dos mais novos.  Também impulsiona outras políticas públicas e práticas relacionadas à capacidade institucional e social dos territórios na identificação, resposta e responsabilização de casos de violação de direitos infanto-juvenis.  Dados gerais do VIA em 2024:  → Foram atendidos 16 municípios; → 228 encontros online; → 198.340 pessoas de 0 a 19 anos foram impactadas indiretamente;  → 49 visitas técnicas realizadas;  → 618 participantes; → 1.418 horas de formação.  Entre as outras áreas de atuação do programa, pode-se citar o VIA Solidária e a Rede de Proteção, que são ações de incentivo aos colaboradores pertencentes às empresas do portfólio da Votorantim, as quais visam a doação e destinação do IR e construção de estratégias para enfrentamento às violências. Conheça as outras formas de atuação da QCP – Inteligência em Políticas Públicas Além de atuarmos em prol das crianças e adolescentes, também estamos à frente de soluções que envolvem outros setores da sociedade, juntamente com a economia e o meio ambiente.  Saiba mais sobre os nossos projetos acessando o portfólio disponível em nosso site!  Clique aqui para ler o artigo completo e outros materiais na nossa Revista Digital.

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Desafios e estratégias para a implementação da Lei da Escuta Protegida

Entrevista com Maria Ângela Leal Rudge – psicóloga, professora e consultora da QCP A Lei da Escuta Protegida, nº 13.431 de 4 de abril de 2017, é um marco na trajetória de direitos humanos de crianças e adolescentes no Brasil, criada para garantir que as vítimas de violência não precisem relatar seu trauma repetidamente, causando ainda mais sofrimento.  Embora seja considerada um avanço significativo nas questões legislativas brasileiras, é importante ressaltar que o país se preocupou com o grupo infantojuvenil de forma tardia. O grupo era tratado sem uma perspectiva de direitos sociais ou ancorados por uma política de ascendência social. O desenvolvimento do ECA permitiu que a sociedade e governos passassem a encarar as crianças e adolescentes a partir de um novo ponto de vista, com embasamento sociológico e antropológico. Entre as consequências da Constituição Federal e do ECA, está a mudança na centralidade da política do governo federal. A fim de alcançar os direitos propostos, foi adotado um princípio de municipalização, para que os municípios se responsabilizassem pelo cumprimento das normas, como, por exemplo, a partir do Conselho Tutelar. Marco histórico na legislação brasileira: Lei da Escuta Protegida A Lei da Escuta Protegida possui um caráter que depende da ação municipal, ou seja, os municípios são responsáveis pela estruturação e aplicação da Lei. Entretanto, é preciso uma forte articulação entre os órgãos responsáveis para que a Lei seja, de fato, efetiva. A psicóloga e professora Maria Ângela Leal Rudge, comenta que, apesar da Lei da Escuta Protegida ter sido criada em 2017, foi apenas em 2022 que houve um pacto nacional, que visou criar um fluxo de todos os envolvidos no processo e ancorar a implementação da legislação. Maria Ângela é uma profissional da QCP – Inteligência em Políticas Públicas, reconhecida nacionalmente pelo seu trabalho na implementação de projetos na área e desenvolve atividades no VIA – Votorantim pela Infância e Adolescência.  O programa atua na promoção e proteção dos direitos da criança e do adolescente a fim de reduzir índices de vulnerabilidade e violência e promover a qualidade de vida local. Confira o bate-papo com Maria Ângela sobre os desafios e estratégias para a implementação da Lei da Escuta Protegida De que maneira é construído o fluxo de atendimento integrado entre as áreas envolvidas? “Existem algumas ações estratégias para a implementação da Lei. A primeira parte é fazer uma pactuação e criar um comitê de gestão, para que ele se responsabilize pela implementação da Lei da Escuta Protegida. Quem deve participar? Todos os órgãos envolvidos neste processo. A segunda etapa é fazer um diagnóstico de como as situações de violência estão sendo trabalhadas. Esse mapeamento permite identificar as necessidades de melhoria e criar um eixo de ancoragem do trabalho. O terceiro passo é fazer fluxo, mas não adianta pensar em apenas um fluxo. É necessário fazer o fluxo da saúde, da educação, da assistência, das organizações, da polícia, do poder judiciário, do Ministério Público, e assim por diante. A partir disso, nós apresentamos para a rede, geramos conhecimento e avaliamos as propostas de forma participativa ”. Órgãos responsáveis pelo Comitê de Gestão Colegiada Esses atores são definidos pelo Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente (SDDCA) e devem exercer as funções a partir de três eixos: I) promoção dos direitos humanos; II) defesa dos direitos humanos; III) controle da efetivação dos direitos humanos. Existem protocolos e capacitações para os profissionais na Lei da Escuta Protegida? “Depois que fazemos os fluxos e definimos os papéis, começamos a construir um protocolo integrado de uma cidade. Enquanto o fluxo é o caminho que se percorre, o protocolo nada mais é do que o ‘como fazer’. Então, é um grande desafio criar um protocolo. Nele, especificamos todas as informações: o que é a Lei da Escuta Protegida, quais são os conceitos, o que é a escuta protegida, qual o papel da educação, da saúde, quais são os instrumentos, como eu faço um relatório, etc.  E a formação, ela vai se fazendo com a implantação do projeto e capacitação dos profissionais. A formação não é sentar em uma sala de aula e falar ‘agora vamos começar a aula um’. Não, é trabalhar junto, fazer junto, é um processo de construção coletiva eminentemente formativa, um projeto muito filigranado e muito demorado”. Há um padrão único dessas capacitações, já que a realidade dos territórios é diferente? “Eu inicio a formação pelo histórico, contextualizando as leis, criando a política de atendimento prevista pelo ECA. No processo de formação, é alinhado qual o papel de cada ator no sistema de garantia de direitos […] Nós criamos algumas propostas, o que eu chamo de rotas formativas, e o protocolo é um documento que vai ser entregue somente no final do projeto, como um documento balizador daquela cidade.  Quando falamos de planejamento estratégico, juntos vamos construir também um plano municipal de enfrentamento das violências […] Eu estive num encontro com 45 professores e educadores da rede estadual e municipal de Jaíba-MG, e foi tão emocionante.  Eles falaram que não estavam mais se sentindo sozinhos. Eles recebem muita demanda, os alunos falam muito para os professores e eles não sabem o que fazer, então, o que criamos é uma lógica para aquela cidade”. “É preciso uma aldeia inteira para educar uma criança” — Provérbio africano, mencionado por Maria Ângela Se existir revitimização, quais procedimentos precisam ser feitos? “O que é revitimizar? Quando a criança é obrigada a falar várias vezes. A Lei da Escuta Protegida foi feita para que isso não ocorra. Às vezes, não ficamos sabendo, mas temos uma estratégia em que você cerca todo mundo na rede, porque você tem um instrumento a partir de uma planilha, em que você vai sistematizando, vai monitorando os dados e criando um caldo de conhecimento para a criança não falar de novo […] Existe um fenômeno que se chama ‘espanto fantástico’.  O ser humano tem um comportamento que é o espanto por aquilo que é fantástico […] Como profissional, você precisa lidar com a curiosidade, você

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Consultoria em educação: conheça os benefícios do serviço

Os desafios enfrentados pela educação no Brasil ultrapassam os limites dos muros escolares. Eles englobam, por exemplo, questões relacionadas à desigualdade socioeconômica e a dificuldade de acesso ao ensino em áreas mais isoladas. Neste contexto, a consultoria em educação entra como uma alternativa para buscar por melhorias. Mesmo que isso não seja realidade nas instituições particulares mais prestigiadas, a alta evasão escolar, falta de infraestrutura e baixa qualidade do ensino são características presentes na educação pública de todo o país.  Há ainda problemas relacionados com as gestões escolares e a falta de materiais adequados para os estudantes, ou seja, que possuam conteúdos e abordagens mais atualizadas, garantindo maior qualidade e equidade na educação brasileira. A consultoria em educação pode ser uma solução estratégica e inovadora para esses impasses. Após um diagnóstico, o serviço deverá oferecer alternativas viáveis — e dentro do orçamento estabelecido — para contornar os problemas existentes. O que é a consultoria em educação? Uma consultoria em educação é um serviço oferecido por empresas que podem atuar tanto no setor público quanto privado. Muitos colégios particulares, por exemplo, contratam consultorias educacionais a fim de melhorar o ambiente escolar ou desenvolver softwares específicos para as suas necessidades. Os profissionais que trabalham em uma consultoria em educação são responsáveis por fazerem avaliações, diagnósticos, orientações, aconselhamentos e até mesmo oferecer capacitações para o contratante.  A consultoria em educação pode ser realizada para uma única instituição, como é o caso das escolas particulares, ou para todo um setor educacional, por exemplo, se a Secretaria Municipal de Educação opta por contratar esse serviço para transformar a educação pública em uma cidade.  Para que o serviço de uma consultoria em educação seja efetivo, os profissionais envolvidos devem praticar a escuta ativa, possuírem flexibilidade e terem a viabilidade de adaptação para qualquer cenário entre as diversas realidades regionais e municipais do Brasil. Como a consultoria em educação funciona na prática? Os benefícios da consultoria em educação  Leia a terceira edição da Revista QCP com foco na criança e adolescente! A educação tem o poder de transformar a realidade das crianças e adolescentes. Porém, para tornar isso efetivo, é necessário que haja políticas públicas e regulamentações voltadas para esse público.  Na última edição da Revista QCP, aprofundamos o tema a partir de um breve histórico das Leis que englobam os mais novos, especialmente a Lei da Escuta Protegida. Além disso, também trouxemos conteúdos sobre a importância de uma educação de qualidade para as próximas gerações.  Clique aqui para ler a revista completa.  Conheça a QCP enquanto consultora em educação Desde 2003, a QCP se compromete em construir uma sociedade mais justa através de soluções sociais, especialmente no âmbito educacional. Durante essa trajetória, já foram realizados projetos em várias regiões brasileiras, com a participação de empresas parceiras. No Programa Melhoria da Educação do Itaú Social, fomos responsáveis pelo acompanhamento da elaboração dos Planejamentos Estratégicos de Secretarias Municipais de Educação e de Iniciativas Regionais em todo o Brasil.  Além disso, a QCP também oferece serviços que envolvem a produção de conteúdos didáticos, como os Cadernos para Formação de Gestores da Secretaria de Estado de Educação da Paraíba, o material “Um novo olhar para o ensino fundamental”, para a prefeitura de Leme (SP) e a Coleção Manga Rosa. Para saber mais sobre nossas iniciativas na educação brasileira, entre em contato conosco ou acesse nosso portfólio. 

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Conheça 5 parques tecnológicos brasileiros 

  Saiba como estes parques são importantes para o crescimento da tecnologia brasileira e para o desenvolvimento das regiões em que estão alocados  Criados entre as décadas de 1950 e 1960, os primeiros parques tecnológicos surgiram nos Estados Unidos e na Europa. Eles foram concebidos como ambientes de promoção da integração entre empresas, instituições de pesquisa e desenvolvimento, com o objetivo inicial de estimular a inovação, a transferência de tecnologia e a criação de empresas de base tecnológica.    No Brasil, os parques chegaram entre os anos de 1980 e 1990, marcando uma fase importante no país: a da busca por desenvolvimento econômico baseado no conhecimento. Desde então, esses polos de inovação têm se multiplicado, promovendo mudanças significativas nas regiões onde se estabelecem.   Hoje, apresentamos cinco parques tecnológicos importantes do Brasil e mostramos como a existência dos mesmos gera impacto positivo para além da tecnologia.    Conheça 5 parques tecnológicos brasileiros  Parque de Inovação Tecnológica de São José dos Campos – São José dos Campos (SP)   Este parque está localizado no coração do Vale do Paraíba e é conhecido por sua atuação com a tecnologia aeroespacial. Além de atrair empresas de renome internacional, como a Embraer, o parque também tem sido um polo de pesquisa em engenharia aeroespacial, contribuindo significativamente para o desenvolvimento tecnológico e a formação de profissionais altamente qualificados na região.   Fundação Parque Tecnológico da Paraíba – Campina Grande (PB) Situado na região Nordeste do Brasil, o Parque Tecnológico de Campina Grande se destaca como um centro de inovação em tecnologia da informação e comunicação. Graças a sua colaboração entre universidades e empresas do setor, o parque é responsável por grande parte das oportunidades para jovens talentos da região.    Parque Tecnológico de Belo Horizonte – Belo Horizonte (MG) A capital mineira abriga um parque tecnológico que se destaca pela diversidade de setores que possui. Com foco em biotecnologia, tecnologia da informação, e ciências da vida, o Parque Tecnológico de Belo Horizonte é responsável por promover a convergência de diferentes áreas de conhecimento, estimulando a criação de soluções inovadoras e o surgimento de novas empresas.   Parque Científico e Tecnológico da PUCRS – Porto Alegre (RS) Este parque tecnológico está vinculado à Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, e é um exemplo de sinergia entre a academia e o setor empresarial. O Parque Científico e Tecnológico da PUCRS tem proporcionado um ambiente propício para a pesquisa aplicada, transferência de tecnologia e incubação de startups, contribuindo diretamente para o desenvolvimento regional.   Parque Tecnológico de Itaipu – Foz do Iguaçu (PR) Com duas décadas de história, o parque está localizado na fronteira entre Brasil e Paraguai. Seu maior destaque está na sua atuação em energia renovável e sustentabilidade. Além de impulsionar projetos de pesquisa em energias limpas, o parque também tem gerado oportunidades de emprego na região e fomentado a adoção de práticas sustentáveis, alinhando desenvolvimento econômico com responsabilidade ambiental.   A importância dos parques tecnológicos para o desenvolvimento regional  É extremamente importante lembrar que os parques tecnológicos não são apenas promotores de inovação, eles também desempenham um papel crucial no desenvolvimento sustentável das regiões onde estão inseridos.    Ao atrair investimentos, promover a pesquisa e fomentar a formação de profissionais qualificados, os parques tecnológicos contribuem para a criação de um ecossistema econômico diversificado e resiliente, voltando as atenções para a região implantada.    Desta forma, podemos dizer que a existência de parques tecnológicos propiciam não apenas o fomento a tecnologias e inovação, mas também o desenvolvimento econômico e social de toda a região    A QCP tem atuado no apoio a estratégias de planejamento e expansão de Parques Tecnológicos. Acesse o site e confira nosso portfólio.    Para ler mais artigos como este, continue navegando no blog.   A QCP – Inteligência em Políticas Públicas é uma empresa que constrói soluções para organizações do setor público ou de interesse público, com amplo conhecimento teórico, técnico e prático.

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O impacto positivo da restauração florestal na biodiversidade

Entenda como esta ação pode ser benéfica para o futuro  A biodiversidade é um dos pilares fundamentais para a sustentabilidade do nosso planeta, tendo um papel crucial na manutenção do equilíbrio ecológico. Porém, durante as últimas décadas, a degradação dos ecossistemas e a perda acelerada da biodiversidade têm sido constantes.  Diante desse cenário, a restauração florestal emerge como uma ferramenta essencial para reverter esse quadro e preservar a riqueza biológica do nosso planeta. Neste artigo falaremos sobre os impactos positivos da restauração florestal para a biodiversidade. Continue lendo para saber mais.  O que é restauração florestal? A restauração florestal é um processo que visa recuperar ecossistemas degradados ou destruídos, restabelecendo suas características naturais por meio do plantio de árvores e da promoção da regeneração natural da vegetação.  Por meio dessa prática é possível não apenas restituir a cobertura florestal, mas também revitalizar a biodiversidade, melhorar a qualidade do solo, regular o ciclo da água e mitigar os impactos das atividades humanas.  Os benefícios da restauração para a biodiversidade O desmatamento, impulsionado pela expansão agrícola, urbanização e exploração de recursos naturais, tem causado impactos significativos na biodiversidade global. Desta forma, a restauração florestal surge como uma resposta concreta e promissora para mitigar esses danos. Por meio da restauração florestal é possível:  Recuperar habitats  A restauração florestal permite a recuperação de habitats naturais, proporcionando condições adequadas para a vida selvagem. Isso é essencial para a sobrevivência e reprodução de diversas espécies. Aumentar a diversidade de espécies Com o retorno da vegetação nativa, ocorre a atração de uma variedade maior de espécies. A diversidade de plantas, insetos, aves e mamíferos contribui para ecossistemas mais resilientes. Melhorar a qualidade da água e do solo As florestas desempenham um papel importante na regulação dos recursos hídricos e na manutenção da qualidade do solo. Desta forma, a restauração florestal contribui para a conservação de bacias hidrográficas e a prevenção da erosão. Por tudo isso, podemos dizer que a restauração florestal é mais do que uma estratégia, é também uma necessidade para preservar a biodiversidade de forma a garantir um futuro mais sustentável para as próximas gerações. Qual é o papel da sociedade na restauração florestal? O engajamento da sociedade é essencial para enfrentar os desafios relacionados à degradação florestal e promover a restauração de ecossistemas florestais. A colaboração entre governos, organizações não governamentais, empresas e cidadãos individuais desempenha um papel crucial na busca por soluções sustentáveis, como em ações de conscientização, pressão sobre políticas públicas e investimento em inovação. Você pode contar com a Quanta na elaboração de sua estratégia de restauração florestal – seja para governos, fundações e institutos ou organizações da sociedade civil. Acesse o site e confira nosso portfólio.  Para ler mais artigos como este, continue navegando no blog. A QCP – Inteligência em Políticas Públicas é uma empresa que constrói soluções para organizações do setor público ou de interesse público, com amplo conhecimento teórico, técnico e prático.

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Conectando pessoas e meio ambiente nos planos de desenvolvimento sustentável

Por Luiz Henrique Apollo da Silva e Caio Momesso, pesquisadores e consultores da QCP Vivemos em contextos de tragédias ambientais recorrentes e, infelizmente, inevitáveis. O debate público nos traz hoje a ideia de adaptação às transformações do clima. No entanto, seus efeitos podem ser amenizados com ações de políticas públicas preventivas e a redução de impactos em negócios. Ter um posicionamento ambientalmente e socialmente sustentável exige um olhar clínico das instituições e das organizações para mitigar processos de desintegração do ser humano com o meio ambiente. Além de conscientização, para construirmos novas práticas que não nos sejam prejudiciais, precisamos de planejamento, inteligência de análise e avaliação condizentes com os anseios da população e dos territórios, atentos aos riscos que estamos sofrendo globalmente e em reconexão com a vida em harmonia. Com o objetivo de mostrar que é possível pensar em planos de desenvolvimento sustentável com a integração da sociedade e meio ambiente, vamos apresentar algumas práticas importantes. Articulação de dados, comunidade e governos ao planejamento sustentável Em 2021, a QCP Consultoria realizou uma parceria com o IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo, para a formulação de dois Planos de Desenvolvimento Sustentável: das regiões do Vale do Paraíba e do Pontal do Paranapanema. Por isso, partimos do pressuposto de que não existe transformação com impacto positivo sem práticas que visam elevar a relação de pertencimento comunitário com inclusão social  Nas etapas deste estudo, partimos do levantamento de uma ampla base de dados sobre a trajetória histórica, socioeconômica e ambiental, para a visualização de tendências de desenvolvimento e setores potenciais. Seguindo esses primeiros achados, a consultoria elaborou a metodologia de oficinas e fóruns para que fossem captadas e debatidas as opiniões e propostas da população local para integrar o planejamento governamental. A sustentabilidade, portanto, deve ser assumida com um papel transversal, em que o desenvolvimento e o meio ambiente estejam em equilíbrio. Ou seja, colocando a preservação humanitária e a qualidade de vida como base nas metas de um governo No ano seguinte, em 2022, a QCP Consultoria reuniu uma equipe multidisciplinar para construir um plano de governo justamente onde presenciamos uma das maiores tragédias ambientais já vistas, no Rio Grande do Sul. A consultoria se baseou, dessa forma, em insumos contextualizados e com levantamento de dados, trazendo objetivos condizentes com as demandas sociais, integrados às tendências e riscos econômicos e ambientais. Apresentadas com um material interativo à população, todas as metas e práticas propostas foram pensadas de forma transversal. Mas o que isso quer dizer? Significa inserir a diversidade da população como ponto central nas propostas. Foi assim que a QCP Consultoria, além de organizar as propostas em eixos, refletiu nas políticas públicas às pessoas em diferentes situações de vulnerabilidade social para criar estratégias diversificadas. Além disso, práticas de pactuações e conscientização foram pensadas como medidas para cooperação, conforme os contextos territoriais do estado. Portanto, a ideia de sustentabilidade desde o plano de governo está justamente em criar caminhos propícios a cada público para chegar a objetivos comuns. Almejar projetos que sejam ambientalmente e socialmente sustentáveis exige planejar a partir do contexto local. É por isso que trazer a participação comunitária, escutando suas reivindicações, demandas e limitações é fundamental para criar planos cujas recomendações são possíveis de serem adotadas a fim de se transformarem em impactos positivos. A QCP traz na sua expertise essa capacidade de criar ambientes propícios ao envolvimento de diferentes partes interessadas a fim de construir objetivos comuns. São executadas técnicas de facilitação de reuniões e coleta de dados para a organização e tradução à linguagem governamental e empresarial. O que se busca, no fim, é o desenvolvimento sustentável a partir da preservação de usos naturais e equilíbrio do ecossistema em articulação com as comunidades e atividades produtivas. PACUERA: um exemplo na prática Um dos projetos que a QCP Consultoria esteve envolvida em 2023 foi na atualização do Plano Ambiental de Conservação e Uso do Entorno de Reservatório Artificial (PACUERA) da Usina Jirau, no Estado de Rondônia. Nossa tática foi a mobilização e articulação com representantes de instituições públicas que validam o PACUERA. São conversas com lideranças e consultas públicas com a comunidade local que promoveram melhor avaliação e integração de demandas para o plano. Essa tríade de envolvimento entre empresa, órgãos de controle e sociedade civil é complexa e exige a capacidade de escuta da consultoria sobre as avaliações e facilitação de encontros entre as partes interessadas, conduzindo um ambiente aberto às diferenças e propositivo às transformações. Desta forma, para mudar a lógica da destruição, é fundamental integrar pessoas, comunidades e o ambiente nas tomadas de decisão. E, para a sustentabilidade do mundo, a inovação que visa a mitigação de impacto socioambiental se tornou um desafio grande aos investimentos públicos e privados. E é com a capacidade técnica e expertise de articulação entre pares e integração de propostas sustentáveis que a QCP auxilia as organizações na elaboração de projetos de desenvolvimento que garantem esse equilíbrio e preservam os bens culturais, sociais e ambientais. Conheça nossa parceria com o IPT para a criação dos Planos de Desenvolvimento Sustentável Em 2021, a QCP firmou parceria com o IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) para desenvolver Planos de Desenvolvimento Sustentável nas regiões do Vale do Paraíba e do Pontal do Paranapanema. Essa iniciativa seguiu o trabalho realizado em 2020 no Vale do Ribeira. A QCP defende que a sustentabilidade econômica requer uma abordagem integrada, unindo conhecimento técnico ao apoio das comunidades e de seus representantes. Por isso, para cada plano foi aplicado uma metodologia sólida e várias etapas de análise e oficinas com a população local, com o objetivo de definir diretrizes e prioridades de investimento. Como resultado, fornecemos ao governo estadual subsídios essenciais para o planejamento de médio e longo prazo. A abordagem da QCP seguiu três fases principais: A colaboração resultou em publicações detalhadas, disponíveis na plataforma do IPT. ___________ Para ler o artigo completo e outros materiais, acesse nossa Revista Digital QCP. Clique aqui.

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O que são soluções socioambientais? 

  Saiba mais sobre essa área de atuação da QCP Conservação da biodiversidade, sustentabilidade energética, agricultura sustentável. Estas são apenas algumas das muitas ações que fazem parte do que chamamos de soluções socioambientais. De modo geral, este termo diz respeito às abordagens, estratégias e práticas que buscam resolver problemas que envolvem tanto aspectos sociais quanto ambientais.    Sendo assim, essas soluções visam alcançar um equilíbrio entre o desenvolvimento humano e a conservação do meio ambiente, reconhecendo a importância da interconexão entre essas duas áreas.    Se você quer saber mais sobre soluções socioambientais e quais os seus tipos, continue a ler este artigo.    Tipos de soluções  Tendo em vista que as soluções socioambientais visam criar estratégias que envolvam aspectos sociais e ambientais, é possível aplicá-las de diversas formas.  Conheça alguns tipos de soluções abaixo:    Conservação da Biodiversidade: Iniciativas para proteger ecossistemas, espécies ameaçadas e habitats naturais.   Sustentabilidade Energética: Adoção de fontes de energia renovável e eficiência energética para reduzir a emissão de gases de efeito estufa.   Agricultura Sustentável: Práticas agrícolas que minimizam impactos ambientais, preservam solos e garantem segurança alimentar.   Gestão de Resíduos: Estratégias para redução, reutilização, reciclagem e disposição adequada de resíduos sólidos.   Compensação ambiental: ações de mitigação ou conservação para equilibrar os danos causados por projetos que causam impacto ambiental, visando preservar ou melhorar o meio ambiente.    Quem coloca as soluções em prática? É possível dizer que as soluções socioambientais são de interesse geral, mas, na prática, alguns atores estão mais envolvidos.  Entre eles podemos citar os governos, que desempenham um papel fundamental na elaboração e implementação de políticas, regulamentações e estratégias que promovam soluções socioambientais. Eles têm a responsabilidade de criar um ambiente propício para a sustentabilidade, definir metas de redução de impactos ambientais e promover a conservação dos recursos naturais.   As empresas também são agentes importantes, já que, muitas vezes, suas ações têm alto impacto no meio ambiente. Desta forma, elas desempenham um papel importante na adoção de práticas sustentáveis em suas operações, incluindo redução de emissões de poluentes, gestão de resíduos, responsabilidade social corporativa e uso responsável dos recursos naturais.    Por fim, temos a sociedade de modo geral. Não podemos deixar de lembrar que cada pessoa desempenha um papel em contribuir para soluções socioambientais através de escolhas diárias, como reduzir o consumo de recursos, apoiar empresas sustentáveis, adotar estilos de vida mais verdes e participar de atividades de conscientização.   QCP e as soluções socioambientais  Trabalhando há 20 anos no ramo de políticas públicas, a QCP tem vasta experiência na área de soluções socioambientais.    Desta forma, nossa empresa tem no portfólio projetos nas áreas de:  Elaboração de Projeto Básico Ambiental (PBA);   Monitoramento socioambiental; Concepção e gestão de cadastro socioeconômico;  Plano Diretor de reservatórios;   Mediação de conflitos ambientais. Acesse o nosso site e saiba mais sobre nossa atuação.    Para ler mais artigos como este, continue navegando no blog.   A QCP – Inteligência em Políticas Públicas é uma empresa que constrói soluções para organizações do setor público ou de interesse público, com amplo conhecimento teórico, técnico e prático.

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A QCP em 2023 

  Descubra quais foram os principais projetos e conquistas, além das expectativas para 2024  2023 foi um ano incrível para a QCP – Inteligência em Políticas Públicas. Durante os últimos 12 meses estivemos presentes em mais de 15 municípios brasileiros, aplicando mais de quarenta entrevistas para os projetos nas mais diversas áreas. Neste período também contamos com mais de quatro novos clientes, expandindo nossa rede de parceria.  Foi um ano intenso e cheio de realizações.  Continue a ler este texto para saber mais sobre nosso ano e quais as expectativas para 2024.  Os projetos de 2023 Neste ano que chega ao fim, como já dissemos acima, colocamos a mão na massa em vários projetos, entre eles:  Revisão e Monitoramento do Plano Ambiental de Conservação e Uso do Entorno do Reservatório Artificial (PACUERA) da Jirau Energia: O PACUERA é um instrumento fundamental para a correta utilização das áreas em torno de grandes empreendimentos. Em 2023, a Quanta pode atuar no processo de revisão do PACUERA da Jirau Energia, com atividades de pesquisa, apoio à consulta pública, revisão de materiais e elaboração de propostas de textos. Análise estratégica para expansão da atuação do Parque Tecnológico de São José dos Campos: a Quanta foi contratada para realizar estudo de impacto do Parque Tecnológico de São José dos Campos, visando a elaboração de estratégias de expansão de sua atuação. Este estudo conta com pesquisa em bases de dados secundárias e realização de entrevistas com empresas sediadas no Parque e parceiros. Este material será base para a modelagem do estratégia a ser apresentada para a diretoria da organização.  Elaboração de projeto piloto de restauração florestal e superação da pobreza na Amazônia: um projeto desafiador e complexo para a QCP. Nele, lidamos com a criação de soluções para a restauração florestal na região da Amazônia de forma articulada com a superação da pobreza. O projeto de implantação da solução foi desenhado a partir de visitas de campo, entrevistas com especialistas e um extenso trabalho de pesquisa. Sonhos alcançados Uma grande conquista da QCP foi o lançamento da Coleção Manga Rosa – um desejo antigo de seu sócio-diretor, Sinoel Batista, a partir de sua vivência e trocas de experiências com a autora Alicia Freijo.  Para sair do papel, a Coleção passou por um intenso processo de escrita, revisão, ilustração e diagramação, com a parceria da Sagarana Digital, e finalmente está disponível para ser adquirida por redes de ensino. Metas para 2024 Em 2024, a QCP pretende atuar de forma incisiva no território amazônico, contribuindo para a geração de soluções inovadoras com foco em sustentabilidade social e ambiental. Também está entre os desejos apoiar campanhas municipais, com toda a expertise em estratégia política, podendo atuar nas fases de planejamento e operacionalização.   Por fim, nosso desejo é estar presente em cada vez mais municípios, apoiando gestões a se qualificarem e entregarem serviços mais eficientes para a população brasileira. Acesse o site e confira nosso portfólio.  Para ler mais artigos como este, continue navegando no blog. A QCP – Inteligência em Políticas Públicas é uma empresa que constrói soluções para organizações do setor público ou de interesse público, com amplo conhecimento teórico, técnico e prático.

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