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Inteligência estratégica e uso de dados nas campanhas eleitorais 

Em um ambiente político cada vez mais dinâmico e complexo, é fundamental compreender o território em disputa sob uma perspectiva de dados, para campanhas eleitorais baseadas em inteligência estratégica. Afinal, os números não mentem: apenas volume, sem estratégia, terá pouco impacto em uma campanha eleitoral. Dados e informações georreferenciadas permitem pensar em ações estratégicas que direcionam tempo e recursos de forma assertiva. Essa visão aproximada oferece maior compreensão sobre as demandas e expectativas da população, além dos níveis de aceitação em determinada região e o perfil dos eleitores. Apesar de o uso de dados nas campanhas não ser algo completamente novo, as novas tecnologias favorecem a coleta de informações de uma forma como nunca antes tivemos acesso antes. Ainda é preciso considerar o uso ético e não apenas em benefício da sociedade, mas também como um elemento de fortalecimento dos processos democráticos. As Eleições Municipais de 2024 continuam sendo um momento crucial para a democracia local, considerando justamente o impacto das mudanças sociopolíticas e tecnológicas. É uma oportunidade, portanto, de pensar no uso da inteligência estratégica para a formulação de campanhas políticas mais eficazes e centradas na representação adequada dos interesses dos cidadãos. A transformação das campanhas eleitorais por meio dos dados Vamos voltar no tempo? Até algumas décadas atrás, os mapas eleitorais eram pintados à mão e o cruzamento das informações era completamente analógico, algo impensável para a agilidade e facilidade do acesso que temos atualmente, com as novas tecnologias. Agora, tente visualizar quanto tempo e verba poderiam ser aplicados de forma mais assertiva, não apenas na época em que o acesso a dados era um processo mais complicado e moroso, mas até hoje, por meio da identificação georreferenciada do perfil territorial e eleitoral de determinada região. É verdade que o aumento do acesso à informação também tem mudado, na mesma intensidade, os comportamentos, preferências, expectativas e exigências dos eleitores.  Se antes o cenário político brasileiro era caracterizado especialmente pelo peso do carisma pessoal e das redes de influência tradicionais, atualmente as campanhas demandam uma nova forma de engajamento e persuasão. A transição de um modelo intuitivo para um baseado em evidências reflete justamente essa evolução significativa no planejamento e execução de campanhas políticas.  Conhecendo quem são os eleitores, onde eles estão e quais são suas demandas, é possível elaborar programas de governo mais coerentes com a realidade de determinado território e entregar mensagens mais objetivas. O uso ético de dados e o fortalecimento dos processos democráticos  É indispensável falar sobre a importância dos dados estarem em conformidade com a LGPD, garantindo respeito à privacidade dos eleitores. De forma mais prática, todo dado coletado, como nome, telefone e e-mail, precisa ser obtido de forma consentida, ou seja, autorizada pelo cidadão.  Para isso, é importante reforçar a necessidade de procedimentos éticos e transparentes para a coleta de informações, além do investimento em tecnologias e processos de verificação.  Ainda neste sentido, usar esses dados de forma estratégica pode tornar o processo eleitoral mais transparente e informado, tanto para os candidatos quanto para os eleitores, promovendo um debate público mais robusto e fundamentado em evidências.  Pensar no uso sustentável das informações fornecidas por este processo também é crucial para formular políticas pós-eleição, já que os políticos eleitos podem ter a base de orientação sobre as preferências e necessidades da população para aplicar soluções durante o mandato.   A importância das consultorias políticas no uso de dados Tão importante quanto obter uma base de dados é a análise adequada das informações coletadas para a elaboração de estratégias durante e após as campanhas eleitorais. Consultorias como a Quanta assumiram um papel fundamental para garantir a confiabilidade e legitimidade dos dados coletados.  A Quanta oferece, ainda, análises avançadas para decodificar tendências eleitorais e comportamentais, com uma visão mais profunda não apenas do “quem” e “onde”, mas principalmente do “por que” os eleitores fazem suas escolhas.  Os serviços e soluções abrangem uma série de áreas críticas, tais como: Quer saber mais sobre inteligência estratégica e uso de dados nas campanhas eleitorais? Acesse a Revista Digital da QCP e descubra novos olhares para Eleições Inteligentes: clique aqui.

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Cidades Criativas: como e por quê investir nessa ideia?

Nos últimos anos, o conceito de Cidades Criativas tem ganhado força em uma variedade de ambientes ligados à cultura, desenvolvimento local e patrimônio histórico.  Não estamos falando apenas de um espaço que reúne e estimula pessoas inventivas e com boas ideias, mas de um projeto que deve permanecer em constante evolução e que pode construir caminhos para municípios mais democráticos, independentes e prósperos.  Essa política territorial é baseada na criatividade, reconhecendo e gerenciando de maneira responsável seus talentos locais para que novas soluções possam enfrentar os desafios urbanos atuais.  Valorização da identidade, empreendedorismo, inovação e participação pública são aspectos fundamentais das cidades criativas. Então, como transformar essa ideia em casos concretos? Por mais políticas públicas a favor de cidades criativas  É fundamental pensar em políticas públicas que priorizem a promoção de ecossistemas criativos locais, o fortalecimento da identidade cultural e a reorganização urbana equitativa para potencializar o desenvolvimento socioeconômico.  Investindo em iniciativas que fomentam a criatividade, valorizam a cultura local e garantem acesso justo a serviços básicos, as cidades podem cultivar ambientes mais inclusivos, prósperos e colaborativos, beneficiando tanto seus habitantes quanto os diversos setores governamentais envolvidos. Podemos citar exemplos de cidades criativas no Brasil para demonstrar como gestões municipais e outras esferas do governo estão aplicando essa ideia de forma bem-sucedida.  Em Belém, no Pará, temos um caso de ação articulada de diferentes atores locais em torno de uma mesma potencialidade: a cultura gastronômica – valorização que permitiu a entrada da cidade na rede da UNESCO. Penedo, em Alagoas, também é ótima referência de como o planejamento e trabalho articulado podem abrir oportunidades para cidades de todos os portes. Neste pequeno município histórico, às margens do Rio São Francisco, o audiovisual se tornou o motor para o desenvolvimento local, após a identificação da vocação cultural. 3 passos para incorporar essa ideia nos programas de governo A Quanta colabora com a implementação destas políticas nos planos de governo municipais, fornecendo orientações abrangentes e um roteiro claro e prático para uma integração efetiva.  Em nosso projeto mais recente, editamos o guia “Transformação criativa das cidades brasileiras: Diretrizes para incorporação nos Programas de Governo Municipais de 2024”, para o Partido Socialista Brasileiro (PSB).  Para demonstrar a aplicação dessas diretrizes nos programas de governo, delineamos três passos essenciais com foco em uma implementação bem-sucedida:  1. Organização do Comitê: grupo responsável pela articulação das propostas na campanha; 2. Formulação das Propostas: sistematizadas, irão compor o Plano Municipal de Cidade Criativa, compreendendo desde o levantamento de indicadores até as ferramentas de análise; 3. Organização do programa: principal instrumento que sintetiza as ações de fortalecimento da criatividade no âmbito local: objetivos, metas e possíveis ações a serem desenvolvidas para alcançá-las – definidas a partir das potencialidades e demandas do município.  O conceito de Cidades Criativas nos permite refletir sobre a evolução do desenvolvimento urbano e a redefinição dos pilares sobre os quais construímos nossas cidades – e este pode ser o futuro de ambientes mais inovadores, inclusivos, participativos, tolerantes, sustentáveis e conectados às novas tecnologias de informação e aos seus bens culturais. Quer conhecer alguns casos bem-sucedidos da implementação de Cidades Criativas no Brasil? Acesse a Revista Digital da QCP para conferir a descrição detalhada dos processos e resultados obtidos em Belém e Penedo: clique aqui.

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4 serviços da QCP para impulsionar sua campanha eleitoral 

  Saiba como nossa equipe pode colaborar com a sua preparação para o pleito de 2024 Faltam pouco mais de seis meses para as eleições municipais de 2024 e aqueles que desejam concorrer ao pleito em outubro precisam começar a se movimentar.    Planejar uma campanha eleitoral envolve não só planejamento, mas também boas escolhas sobre quem você terá ao seu lado para auxiliar e trabalhar junto no caminho do pleito.    Para isso, a QCP – Inteligência em Políticas Públicas oferece serviços que vão de encontro às necessidades daqueles que irão concorrer aos cargos públicos em 2024. Continue a ler este artigo e descubra como a equipe QCP pode ajudar a impulsionar sua campanha eleitoral.    4 serviços da QCP para impulsionar sua campanha eleitoral    Planejamento estratégico  O planejamento estratégico desempenha um papel crucial em uma campanha eleitoral, pois fornece uma estrutura organizada para alcançar metas e objetivos específicos. Ao desenvolver um plano estratégico, os candidatos podem identificar o eleitorado-alvo, entender suas necessidades e preocupações, definir uma mensagem central convincente e escolher as táticas mais eficazes para comunicar essa mensagem.    Para isso, a equipe QCP desempenha um trabalho em conjunto para identificar todos os pontos importantes, objetivos e características do candidato para traçar um planejamento assertivo.    Diagnóstico social ou municipal  Assim como o planejamento estratégico é importante, também é essencial entender mais sobre o município e a comunidade, através de um diagnóstico social.    Por meio deste trabalho é possível fazer uma escuta aprofundada da população, especialmente dos segmentos invisibilizados pelo modelo de desenvolvimento do Brasil.    Através deste diagnóstico é possível traçar objetivos e desenvolver uma campanha que atende às necessidades da população.    Elaboração de programa de governo O desenvolvimento de um plano de governo é um passo obrigatório para quem concorre ao executivo – regra estipulada pelo Tribunal Superior Eleitoral.    Por isso, é extremamente importante trabalhar neste documento de forma estratégica, pois serve como um guia detalhado das políticas, propostas e compromissos que um candidato pretende implementar caso seja eleito para um cargo público.    Realização de pesquisas  Para além do diagnóstico social ou municipal, outros tipos de estudos e pesquisas podem ser necessários durante o período de campanha, de forma a entender mais sobre o cenário do pleito e as necessidades do município.    Sendo assim, a equipe QCP está apta a desenvolver pesquisas quantitativas ou qualitativas sob demanda, focadas no interesse do cliente.    Acesse nosso portfólio e conheça mais sobre o trabalho da QCP – Inteligência em Políticas Públicas: clique aqui.  Para ler mais artigos como este, continue navegando no blog.   A QCP – Inteligência em Políticas Públicas é uma empresa que constrói soluções para organizações do setor público ou de interesse público, com amplo conhecimento teórico, técnico e prático.

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Entenda a importância do programa de governo para a candidatura eleitoral

Saiba quais elementos fazem parte do documento e o que leva a obrigatoriedade Peça fundamental no cenário político, o plano de governo é um documento detalhado que apresenta as metas, objetivos e políticas que um governo pretende implementar em seu possível mandato.  É por meio das propostas delimitadas no documento que o candidato atrai seus votos e expõe suas ideias, tornando o plano de governo uma promessa pública.  Mas o que é um plano de governo exatamente? Quais informações ele precisa conta? No artigo de hoje, respondemos essas e outras perguntas sobre o tema.  Um documento obrigatório  Antes de entender quais são as particularidades e detalhes de um plano de governo, é preciso saber que este documento não é uma opção. A apresentação de programa (ou plano) de governo está na lista de documentos obrigatórios que o candidato precisa enviar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).  Isso quer dizer que o candidato que não apresentar o seu plano não estará habilitado a participar da eleição.  O conteúdo de um programa de governo Mas, afinal, quais informações devem ser incluídas neste documento? Não existe uma regra ou lei que define quais tópicos devem estar presentes em um plano de governo, no entanto, ao construí-lo, é necessário ter em mente que este documento apresentará as principais e mais importantes propostas do candidato. – Desta forma, ele deve contar informações sobre: – Políticas econômicas – Políticas sociais– Propostas para desenvolvimento sustentável e meio ambiente– Planejamento sobre segurança pública– Políticas públicas voltadas para saúde– Entre outros Um documento para ser levado a sério Por não ter regras claras sobre como deve ser executado, muitos candidatos se perdem ou não se esforçam para criar um plano de governo concreto. Nesta hora é preciso ter em mente que um plano de governo bem definido é essencial para garantir transparência, responsabilidade e eficácia na administração pública. Por meio do documento, os eleitores têm um roteiro claro que permite visualizar o que pode acontecer durante os quatro anos de mandato. Conte com a QCP na montagem do seu programa de governo A QCP – Inteligência em Políticas Públicas possui expertise na área de elaboração de programas de governo. Trabalhamos junto ao candidato e sua equipe para assessorar na elaboração e execução do programa, assim como no planejamento a longo prazo. Acesse nosso site e saiba mais.  Para ler mais artigos como este, continue navegando no blog. A QCP – Inteligência em Políticas Públicas é uma empresa que constrói soluções para organizações do setor público ou de interesse público, com amplo conhecimento teórico, técnico e prático.

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Quando é permitido fazer campanha eleitoral?

Descubra essa e outras datas do calendário eleitoral de 2024 Às eleições municipais batem à porta: estão logo ali, em outubro deste ano. Marcado para o dia 6 de outubro, o pleito elegerá prefeitos e vereadores pelos mais de 5,5 mil municípios brasileiros.  Um eventual segundo turno acontece no último domingo de outubro, dia 27, nas cidades com mais de 200 mil eleitores em que a candidata ou candidato mais votado à Prefeitura não tenha atingido a maioria absoluta, isto é, metade mais um dos votos válidos (excluídos brancos e nulos).  Com a aproximação do pleito, dúvidas sobre as principais datas que envolvem o calendário eleitoral surgem. Por isso, hoje, trouxemos os principais prazos referentes às eleições municipais de 2024. Confira:  Calendário eleitoral 2024 Pesquisa de opinião  O prazo para realização de pesquisas de opinião foi aberto na virada do ano, no dia 1º de janeiro. Desde essa data, empresas interessadas em realizar pesquisas de opinião pública sobre intenção de voto em eventuais candidatas e candidatos às Eleições Municipais de 2024 já podem fazer o registro prévio do levantamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).  Janela partidária  O período em que vereadoras e vereadores podem trocar de partido sem perder o mandato acontece, chamado de janela partidária, entre os dias 7 de março e 5 de abril. Registro de estatutos e filiação partidária Dia 6 de abril, por sua vez, é a data-limite para obtenção de registros e estatutos do TSE por parte de todas as legendas e federações partidárias.  Alistamento eleitoral Os jovens que precisam tirar o título ou eleitores e eleitoras que desejam transferir seu domicílio eleitoral ou alterar o local de votação têm até o dia 8 de maio para fazê-lo.  Financiamento coletivo Pré-candidatos e pré-candidatas poderão iniciar suas campanhas de arrecadação prévia a partir do dia 15 de maio. A modalidade de financiamento coletivo pode ser usada desde que não existam pedidos de voto e obedeçam as demais regras relativas à propaganda eleitoral na internet. Convenções partidárias e registros de candidatura A realização de convenções partidárias está permitida entre os dias 20 de julho e 5 de agosto. Após a definição das, as agremiações têm até 15 de agosto para registrar os nomes na Justiça Eleitoral. Propaganda eleitoral  A propaganda eleitoral poderá ser feita somente a partir do dia 16 de agosto, após o término do prazo para registro de candidaturas. Até lá, qualquer publicidade ou manifestação com pedido explícito de voto pode ser considerada irregular e é passível de multa.  Horário eleitoral gratuito A tradicional propaganda gratuita no rádio e na TV é exibida nos 35 dias anteriores à antevéspera do primeiro turno. Sendo assim, a exibição deverá começar em 30 de agosto e será encerrada em 3 de outubro.  Anotou todas as datas por aí?  Para ler mais artigos como este, continue navegando no blog. A QCP – Inteligência em Políticas Públicas é uma empresa que constrói soluções para organizações do setor público ou de interesse público, com amplo conhecimento teórico, técnico e prático.

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Um breve panorama dos impactos de grandes empreendimentos no Brasil

No Brasil, grandes investimentos como usinas hidrelétricas e projetos de mineração são frequentemente considerados motores do desenvolvimento econômico. No entanto, os impactos de empreendimentos assim também afetam outras áreas. Essa é uma narrativa dominante, a qual muitas vezes ignora os profundos impactos de empreendimentos que podem recair sobre o meio ambiente, as comunidades locais e a estrutura social do país.  Essas consequências têm sido observadas nos últimos anos e se estendem além do curto prazo, persistindo ao longo do tempo.  Qual o contexto dos impactos de empreendimentos no Brasil? De acordo com um estudo de 2020 da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), as Unidades de Conservação (UCs) na região Sudeste têm sido severamente afetadas pela mineração e pela construção de infraestrutura. A fragmentação de habitats, a poluição e a perda de biodiversidade são alguns dos efeitos ambientais mais evidentes.  Esses projetos, muitas vezes aprovados sem estudos de impacto ambiental rigorosos, mostram uma clara preferência por interesses econômicos em detrimento da preservação ambiental. Dados de 2023 do Instituto Socioambiental (ISA) e da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ) indicam que mais de 650 comunidades quilombolas no Brasil enfrentam desafios significativos devido à instalação de grandes empreendimentos. Além disso, a falta de consulta prévia e a violação dos direitos garantidos pela Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) são questões recorrentes. Na Amazônia, os impactos de empreendimentos são ainda mais devastadores, segundo os Relatórios da Comissão Pastoral da Terra (CPT) e dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As pesquisas apontam para um aumento dos deslocamentos forçados de comunidades indígenas e tradicionais, como consequência da construção de hidrelétricas e da expansão da mineração. Esses deslocamentos desestabilizam a segurança alimentar e econômica dessas comunidades, reforçando a pobreza e a desigualdade na região. Há, também, uma clara violação de direitos humanos, com casos frequentes de violência e repressão contra aqueles que tentam resistir. Impactos no meio ambiente No âmbito ambiental, a destruição de ecossistemas e a perda de biodiversidade ameaçam não apenas as espécies locais, mas também o equilíbrio ecológico global — e isso não é novidade. A degradação do solo e a contaminação de recursos hídricos são problemas que também acabam afetando a saúde pública a longo prazo.  Tais efeitos são, muitas vezes, irreversíveis, e que podem levar décadas para serem mitigados, mesmo com esforços expressivos de intervenções ambientais. Olhando para o complexo cenário da Amazônia, é possível notar consequências mais graves dos grandes empreendimentos.  Isso porque a destruição das florestas e a contaminação dos rios já têm demonstrado repercussões globais, especialmente no contexto das mudanças climáticas. Impactos no âmbito social Em nível social, os impactos são igualmente preocupantes e severos. Comunidades quilombolas e indígenas frequentemente perdem suas terras e veem suas culturas e tradições ameaçadas devido a deslocamentos forçados e expropriações territoriais. Muito além de uma questão territorial, a expropriação de terras representa a destruição de memórias culturais e a ruptura de práticas comunitárias que sustentam identidades coletivas.  A falta de diálogo e consulta prévia reflete uma postura governamental e corporativa que desrespeita os direitos das populações afetadas, agrava tensões sociais e aumenta a vulnerabilidade dessas comunidades. Alternativas para lidar com os impactos de empreendimentos no Brasil Diante de um cenário complexo e multifacetado, as soluções para mitigar ou evitar os impactos de empreendimentos devem ser igualmente abrangentes e integradas. Além disso, essas práticas estão alinhadas aos princípios de justiça social e direitos humanos, que possibilitam um desenvolvimento econômico mais humanizado. Entre as soluções para contornar os principais impactos de empreendimentos no território nacional, pode-se citar: É importante considerar que os custos sociais, ambientais e culturais são profundos e, muitas vezes, irreversíveis.  Estamos diante de um grande desafio: adotar estratégias de desenvolvimento que priorizem um modelo verdadeiramente inclusivo. Esse caminho é para que o país não corra o risco de comprometer o futuro sustentável. Caso contrário, poderemos perpetuar ciclos de desigualdade e injustiça social. Respeitar a diversidade de tradições, culturas e povos envolvidos nessas decisões significa, por fim, proteger os aspectos que constituem nossa identidade como nação. Para ler o artigo completo e outros materiais, acesse nossa Revista Digital QCP. Clique aqui.

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Você está pronto para concorrer às eleições em 2024?

Confira o checklist para decidir se está preparado(a) ou não para concorrer ao pleito do próximo ano Adicione o texto do seu título aqui Falta praticamente um ano para as Eleições Municipais de 2024 e quem pretende concorrer ao pleito já precisa começar a se preparar e refletir sobre as possibilidades.   Afinal, quem quer ter uma eleição de sucesso não trabalha só na campanha, mas precisa construir sua estratégia eleitoral com antecedência! E você sabe se já está pronto(a) para concorrer às eleições de 2024? Leia este artigo até o final para conferir os principais pontos essenciais para essa decisão! Filiação a um partido Antes mesmo de pensar em suas estratégias e promessas, é preciso estar filiado(a) a um partido político. Você não precisa definir isso agora – o prazo para filiação é só em 2024 – mas é importante pensar com quais partidos você se identifica e até conversar com algumas lideranças para entender o espaço que sua campanha pode ter.  Quanto mais forte for a sua relação com seu partido, principalmente no diretório municipal, mais espaço você poderá ter para desenvolver sua campanha, inclusive com acesso aos recursos partidários para potencializar sua campanha. Eleitores em potencial  Além de pertencer a um partido, é importante compreender seu maior capital político: seus eleitores(as). São eles(as) que irão garantir sua eleição em 2024!  Para começar, é importante saber quantos votos você precisa para se eleger. Com esses números em mãos, você consegue definir sua meta de votos e começa a pensar em como alcançá-la.  Bandeiras de campanha As bandeiras de campanha são os temas que você pretende defender enquanto candidato(a). Podem ser temas que você conhece bem e tem a ver com a sua trajetória, mas também devem dialogar com o item anterior – seus eleitores!  Por isso, é importante analisar quais são suas maiores necessidades: são eleitoras mulheres, com filhos pequenos? Ou empreendedores? Pode ser que sua atuação esteja focada em áreas como saúde ou educação, por exemplo. Tudo isso são elementos que ajudam a construir suas bandeiras de campanha.  Aproveite os últimos meses de 2023 e o início de 2024 para conhecer bem seus eleitores, mapear suas demandas e construir suas bandeiras bem alinhadas com as necessidades do seu público. Equipe de campanha  Campanhas são potencializadas por uma equipe de campanha ativa e integrada. O tamanho dela vai depender da sua meta de votos e também do tamanho do seu município – se você precisa fazer campanha em muitos locais ou com muitos públicos diferentes, pode precisar de mais gente com você.  É importante contar com uma boa equipe de voluntários(as), para que sua campanha não fique muito cara. Além disso, voluntários(as) costumam se engajar mais nas atividades e contribuem com ideias para otimizar as ações. No entanto, pode ser preciso contratar pessoas também, para atividades de rua, panfletagem, entre outros. Neste período de planejamento, aproveite para pensar em quem poderia te apoiar nessa jornada, já contribuindo no planejamento e construção das suas bandeiras. Contar com pessoas de dentro do partido também é uma boa estratégia! Estratégia de comunicação É hora de começar a ser conhecido(a) por seus eleitores. Você ainda não pode se apresentar como candidato(a) – isso é campanha antecipada! – mas já pode se colocar como uma liderança e apresentar seu projeto político.  Dependendo da quantidade de votos necessária, quanto antes as pessoas te conhecerem, melhor! Estar em evidência antes da campanha vai te ajudar a pedir votos com muito mais tranquilidade em 2024.  Comece a pensar em conversas com eleitores em potencial, redes sociais e outros canais que podem ampliar sua voz enquanto representante de mais pessoas. Possíveis doadores Eleitores e equipe de campanha são ativos enormes, mas também vai ser preciso contar com doadores para que todos os seus planos se materializem. Além disso, solicitar doações de campanha é uma boa forma de apresentar suas bandeiras e engajar mais pessoas em seu projeto.  Lembre-se que só é possível receber doações durante o período eleitoral, ou seja, só perto da eleição de 2024. Contudo, é fundamental mapear possíveis fontes de recurso (inclusive do partido!) para não perder tempo com essa atividade na campanha, que passa super rápido.  Bora usar essas dicas desde já? E aí, como você está de preparação para 2024? Os 12 meses que antecedem o pleito são essenciais para deixar tudo rodando e pronto para você brilhar na campanha em 2024.  Para ler mais artigos como este, continue navegando no blog. A QCP – Inteligência em Políticas Públicas é uma empresa que constrói soluções para organizações do setor público ou de interesse público, com amplo conhecimento teórico, técnico e prático.

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Capacitação na gestão pública: por que investir em treinamentos para servidores?

Para garantir que a administração pública seja mais eficiente e moderna, é importante que os servidores estejam inseridos em um ambiente de aprendizado contínuo, de forma a prepará-los para enfrentar os novos desafios do setor. A capacitação na gestão pública é uma alternativa eficaz para alcançar esses resultados. É por meio da formação contínua que os profissionais se atualizam em relação às necessidades da sociedade, aprimoram a tomada de decisões e promovem maior inclusão e transparência para os governos.  A capacitação na gestão pública também desempenha um papel fundamental na inserção dos servidores na transformação digital, cada vez mais presente nos governos municipais brasileiros. Dessa forma, é possível unir profissionais qualificados com ferramentas tecnológicas capazes de otimizar processos e diminuir a burocracia existente.  Quais os benefícios de investir em capacitação na gestão pública? Esse tipo de investimento não traz benefícios apenas para os servidores, mas também para a administração pública e sociedade, que irá usufruir dos serviços prestados e poderá desenvolver mais confiança na gestão atual, bem como no uso dos recursos públicos.  Para os servidores, a capacitação na gestão pública é uma forma de continuarem se qualificando, o que resulta em crescimento profissional e pessoal. Há também maior reconhecimento e valorização do trabalho realizado, junto com aspectos como autoconfiança e autonomia, que também podem ser desenvolvidos em treinamentos.  Já em relação à administração pública, os resultados são consequência das ações dos servidores: há uma melhoria na qualidade dos serviços prestados, redução de erros e retrabalho, aumento da produtividade e maior engajamento com a cultura organizacional.  Vale ressaltar que a capacitação na gestão pública deve estar alinhada à inovação e novas tecnologias, capazes de aprimorar a execução das políticas públicas e também de serem adaptáveis à realidade de cada município.  As formações da QCP para o fortalecimento dos CMDCAs e para a Lei da Escuta Protegida  Além de diversos cursos de capacitação na gestão pública que a QCP já oferece, também são realizadas formações para servidores em alguns dos serviços prestados, como, por exemplo, nas ações de fortalecimento dos Conselhos Municipais dos Direitos das Crianças e Adolescentes (CMDCAs) e para a Lei da Escuta Protegida.  Essas capacitações acontecem em parceria com outras instituições e no formato híbrido, ou seja, existe tanto um acompanhamento virtual quanto presencial ao longo de um ano. Por ser um modelo longitudinal, os formadores desenvolvem um vínculo com os participantes, o que torna o diálogo ainda mais horizontal com os principais atores do município.  Geralmente, a capacitação para os CMDCAs e para a Lei da Escuta Protegida acontece de acordo com as seguintes etapas:  Paralelo a essas ações, existem desafios a serem superados, por exemplo, a rotatividade de quem ocupa os cargos no Conselho Tutelar e a institucionalização dos fluxos e Lei da Escuta Protegida na memória coletiva do município.  As formações da QCP para o Instituto João e Maria Backheuser Neste caso, a capacitação promovida pela QCP ocorre para o setor da educação pública municipal. Durante o ciclo formativo, foi aplicada a metodologia Planejamento Estratégico Situacional, baseada no Triângulo de Matus.  A partir desse conceito, o planejamento é desenvolvido com base em três pilares: o projeto político, a governabilidade e a capacidade técnica e financeira do município. Esses aspectos englobam desde o diagnóstico situacional da educação no município até o planejamento e estudo de viabilidade.  Além desses pilares, é feita uma priorização dos principais problemas da educação pública local, assim como também são consideradas as experiências e vivências das gestões anteriores na Secretaria de Educação, para que as especificidades do território estejam presentes na formação.  Então, além de atenderem à legislação da educação pública no Brasil, as capacitações e planejamentos realizados junto ao Instituto João e Maria Backheuser também consideram as capacidades técnicas operacionais de cada município, a fim de entregar um resultado personalizado à realidade local.  Invista em capacitação na gestão pública com a QCP! Desde 2003, a QCP – Inteligência em Políticas Públicas atua em prol de organizações do setor público e terceiro setor, com soluções que visam ampliar a democracia, qualificar a participação social e garantir o acesso universal a bens e serviços públicos.  Em relação aos serviços de capacitação na gestão pública que oferecemos, prezamos por investir em formações com alto nível de excelência, pautadas nas metodologias e técnicas mais atuais de gestão pública e direcionadas por profissionais qualificados.  Clique aqui para conhecer o nosso portfólio de projetos já realizados. 

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A nova cara da Quanta

Conheça nossa nova identidade visual, alinhada com os desafios do futuro 2022 foi um ano muito importante para a Quanta, para além de todos os projetos executados, pois completamos mais um ano de existência. Para comemorar os 20 anos da empresa, resolvemos renovar e inovar com uma nova marca. A partir de agora, a QCP – Consultoria, Projetos e Editora torna-se QCP – Inteligência em Políticas Públicas. Mantendo, é claro, a mesma qualidade de sempre, focados em colaborar nas transformações do setor público e privado. Continue a ler este artigo para entender mais sobre o nosso rebranding. QCP – Inteligência em Políticas Públicas: o rebranding Para nossa nova marca pensamos em algo que definisse com clareza todo o leque de projetos que a empresa desenvolve e oferece. O formato geométrico da esfera tem o objetivo de transmitir a capacidade de expansão, movimento contínuo e a cooperação que a QCP possui. A forma que se transforma em uma letra “Q” representa a abertura das possibilidades e uma ruptura de bolha, tendo como base os desafios sociais e políticos que são os valores da QCP. Para as fontes, escolhemos algo fluido, moderno e sereno, para representar a nova fase da empresa. As palavras-chaves que representam a empresa são: simplicidade, confiança e sensibilidade. Um novo tempo Para este novo ciclo que se inicia, esperamos o melhor. Repaginados, ansiamos por avanços possíveis através das políticas públicas. Vamos juntos neste caminho? Para ler mais artigos como este, continue navegando no blog da Quanta. A Quanta Consultoria, Projetos e Editora Ltda. é uma empresa que constrói soluções para organizações do setor público ou de interesse público, com amplo conhecimento teórico, técnico e prático.

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PACUERA da Usina Hidrelétrica Jirau: desafios, impactos e participação pública na revisão

Entrevista com Leandro Matheus Pieroni, Geólogo e Sócio Diretor da GEOMIND – Geologia e Meio Ambiente Em Jaci Paraná, no Estado de Rondônia, fica localizada a Usina Hidrelétrica Jirau, a quarta maior geradora de energia elétrica do Brasil em capacidade instalada. A gestão sustentável das áreas ao redor do reservatório da usina é assegurada por meio de um documento de planejamento estratégico. O Plano Ambiental de Conservação e Uso do Entorno de Reservatório Artificial (PACUERA), que é revisado a cada dez anos com o objetivo de equilibrar o uso do entorno do reservatório e as ocupações, tanto as novas quanto as já existentes.  Uma proposta estabelecida pelo IBAMA, que garante também a conformidade com as novas leis ambientais federais. A QCP participou da mais recente atualização do PACUERA UHE Jirau em 2023, colaborando com recomendações de possíveis ações que podem ser adotadas, além de cuidados que devem ser aplicados, sobretudo em Áreas de Preservação Permanente. O geólogo Leandro Matheus Pieroni atuou como Gerente de Meio Ambiente, um dos profissionais envolvidos na equipe multidisciplinar que trabalhou em sinergia no processo de revisão e elaboração. Ajustes consideráveis foram necessários nesta atualização, de acordo com o especialista. Mas, para além dos benefícios de conservação, houve também mudanças na percepção do envolvimento do poder público e da população neste processo. Quais foram os principais desafios e perspectivas de impacto durante a revisão, além das mudanças e soluções aplicáveis? Mais importante que elaborar o documento, é garantir a transparência da informação e o diálogo com o público de interesse. Então, sem dúvida, o maior desafio foi apresentar o Plano para a comunidade. Elaboramos, para isso, uma metodologia de relacionamento construtivo e de engajamento, com aproximação do poder público às localidades do entorno do empreendimento hidroelétrico. Esse conjunto de ações foi primordial para que todos pudessem acessá-lo de forma prática, didática e eficaz. O planejamento e realização desta etapa foi a parte mais desafiadora, mas os resultados foram muito satisfatórios, pois tivemos boas avaliações do poder público e das instituições envolvidas. Quais foram os impactos sociais e econômicos observados nas comunidades locais? O objetivo principal do PACUERA é ordenar os usos potenciais e restrições ambientais da área de abrangência, portanto, em caráter eterno, passível apenas de atualizações ou ajustes pontuais conforme a dinâmica do meio socioeconômico, principalmente. Como o Plano foi aprovado recentemente pelo IBAMA, tais indicadores poderão ser dimensionados de forma mais concreta no decorrer do tempo. Após a aprovação, a utilização dele como referência para o planejamento da ocupação e aproveitamento dos potenciais ou preservação é feita pelo poder público. Estamos falando de uma ferramenta riquíssima que pode ser uma diretriz para o desenvolvimento da região. Agora, cabe à Prefeitura de Jaci Paraná incorporá-lo ao Plano Diretor como referência oficial no planejamento do território. Isso porque todo o zoneamento proposto, desde usos potenciais até restrições ambientais, foi discutido com as comunidades, então o processo de sensibilização, conscientização e responsabilização já representa um crédito marginal considerável, e reflete na melhor qualidade de vida, tanto no aspecto social, quanto econômico. Poderia compartilhar a história ou caso de alguma comunidade impactada pelo reservatório?  Na Usina Hidrelétrica Jirau, em Rondônia, houve uma ação de destaque, que promoveu a mobilização completa de uma comunidade denominada Mutum Paraná. A área foi diretamente afetada pelo enchimento do reservatório, e o empreendedor construiu uma nova localidade com infraestrutura completa. Com isso, houve a realocação de toda a comunidade para uma área mais bem estruturada, com acesso facilitado a serviços públicos diversos, saúde, educação, saneamento, dentre outros, que refletem em melhor qualidade de vida. O processo de consultas à população, por si só, já representa um ganho qualitativo. Com relação a atividades econômicas existentes, é legal apontar as mineradoras de dragagem de ouro que historicamente são realizadas no rio Madeira, onde foi construída a UHE Jirau. Desde o início da implantação, o posicionamento do empreendedor foi favorável à possibilidade de coexistência desta atividade com o reservatório, o que acabou por incentivar a regularização das práticas e o fortalecimento das cooperativas locais, que hoje atuam de forma mais organizada na área do reservatório. Quando falamos de impacto, naturalmente pensamos em algo negativo. Mas, como podemos observar, o incentivo da Usina Hidrelétrica Jirau para continuidade e suporte para regularização e adequação ambiental das atividades de extração de ouro, têm um impacto positivo. A implantação da solução encontrada, incentivo à regularização e continuidade, é tão desafiadora quanto os impactos considerados negativos e passíveis de mitigação. É importante pontuar que, durante o processo de implantação de um empreendimento hidrelétrico deste porte, os impactos são avaliados de forma bastante abrangente. Isso vai desde os impactos diretos,  que envolvem processos de relocação de moradores, até impactos indiretos em seu entorno. A partir de toda essa avaliação, são dimensionadas as ações mitigatórias e compensatórias. Como a participação pública foi importante para a transparência e inclusão durante o processo de revisão? Após a revisão textual inicial e a consolidação dos produtos de comunicação social do PACUERA, o contato direto com o público, tanto comunidade como instituições relacionadas, foi primordial. Por isso, existe um documento apêndice ao PACUERA: o Plano de Comunicação Social. A partir dele, são dimensionadas as estratégias de divulgação, especialmente do zoneamento proposto. A escolha dos locais de realização das consultas e todo o trabalho de divulgação, por meio da distribuição de folders “porta a porta”, cartazes, faixas, carros de som, dentre outros, permitiram uma boa participação do público nesta etapa inicial de inclusão. Em seguida, adotamos uma metodologia de apresentação formal de conteúdo nas reuniões de consultas prévias, com atenção à linguagem acessível e apresentações esquemáticas e intuitivas, adotadas também nos materiais de divulgação, como a Cartilha Explicativa do PACUERA. Ainda que os estudos tenham sido criteriosos, o conhecimento e a vivência dos comunitários são informações valiosas e imprescindíveis a serem consideradas. Para conseguirmos essa proximidade, na segunda parte das reuniões de consultas prévias, adotamos uma metodologia mais dinâmica e participativa. Aplicamos técnicas de mapa mental, que permitiram a interação do público para demonstrar a relação das

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