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Inteligência estratégica e uso de dados nas campanhas eleitorais 

Em um ambiente político cada vez mais dinâmico e complexo, é fundamental compreender o território em disputa sob uma perspectiva de dados, para campanhas eleitorais baseadas em inteligência estratégica. Afinal, os números não mentem: apenas volume, sem estratégia, terá pouco impacto em uma campanha eleitoral. Dados e informações georreferenciadas permitem pensar em ações estratégicas que direcionam tempo e recursos de forma assertiva. Essa visão aproximada oferece maior compreensão sobre as demandas e expectativas da população, além dos níveis de aceitação em determinada região e o perfil dos eleitores. Apesar de o uso de dados nas campanhas não ser algo completamente novo, as novas tecnologias favorecem a coleta de informações de uma forma como nunca antes tivemos acesso antes. Ainda é preciso considerar o uso ético e não apenas em benefício da sociedade, mas também como um elemento de fortalecimento dos processos democráticos. As Eleições Municipais de 2024 continuam sendo um momento crucial para a democracia local, considerando justamente o impacto das mudanças sociopolíticas e tecnológicas. É uma oportunidade, portanto, de pensar no uso da inteligência estratégica para a formulação de campanhas políticas mais eficazes e centradas na representação adequada dos interesses dos cidadãos. A transformação das campanhas eleitorais por meio dos dados Vamos voltar no tempo? Até algumas décadas atrás, os mapas eleitorais eram pintados à mão e o cruzamento das informações era completamente analógico, algo impensável para a agilidade e facilidade do acesso que temos atualmente, com as novas tecnologias. Agora, tente visualizar quanto tempo e verba poderiam ser aplicados de forma mais assertiva, não apenas na época em que o acesso a dados era um processo mais complicado e moroso, mas até hoje, por meio da identificação georreferenciada do perfil territorial e eleitoral de determinada região. É verdade que o aumento do acesso à informação também tem mudado, na mesma intensidade, os comportamentos, preferências, expectativas e exigências dos eleitores.  Se antes o cenário político brasileiro era caracterizado especialmente pelo peso do carisma pessoal e das redes de influência tradicionais, atualmente as campanhas demandam uma nova forma de engajamento e persuasão. A transição de um modelo intuitivo para um baseado em evidências reflete justamente essa evolução significativa no planejamento e execução de campanhas políticas.  Conhecendo quem são os eleitores, onde eles estão e quais são suas demandas, é possível elaborar programas de governo mais coerentes com a realidade de determinado território e entregar mensagens mais objetivas. O uso ético de dados e o fortalecimento dos processos democráticos  É indispensável falar sobre a importância dos dados estarem em conformidade com a LGPD, garantindo respeito à privacidade dos eleitores. De forma mais prática, todo dado coletado, como nome, telefone e e-mail, precisa ser obtido de forma consentida, ou seja, autorizada pelo cidadão.  Para isso, é importante reforçar a necessidade de procedimentos éticos e transparentes para a coleta de informações, além do investimento em tecnologias e processos de verificação.  Ainda neste sentido, usar esses dados de forma estratégica pode tornar o processo eleitoral mais transparente e informado, tanto para os candidatos quanto para os eleitores, promovendo um debate público mais robusto e fundamentado em evidências.  Pensar no uso sustentável das informações fornecidas por este processo também é crucial para formular políticas pós-eleição, já que os políticos eleitos podem ter a base de orientação sobre as preferências e necessidades da população para aplicar soluções durante o mandato.   A importância das consultorias políticas no uso de dados Tão importante quanto obter uma base de dados é a análise adequada das informações coletadas para a elaboração de estratégias durante e após as campanhas eleitorais. Consultorias como a Quanta assumiram um papel fundamental para garantir a confiabilidade e legitimidade dos dados coletados.  A Quanta oferece, ainda, análises avançadas para decodificar tendências eleitorais e comportamentais, com uma visão mais profunda não apenas do “quem” e “onde”, mas principalmente do “por que” os eleitores fazem suas escolhas.  Os serviços e soluções abrangem uma série de áreas críticas, tais como: Quer saber mais sobre inteligência estratégica e uso de dados nas campanhas eleitorais? Acesse a Revista Digital da QCP e descubra novos olhares para Eleições Inteligentes: clique aqui.

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Cidades Criativas: como e por quê investir nessa ideia?

Nos últimos anos, o conceito de Cidades Criativas tem ganhado força em uma variedade de ambientes ligados à cultura, desenvolvimento local e patrimônio histórico.  Não estamos falando apenas de um espaço que reúne e estimula pessoas inventivas e com boas ideias, mas de um projeto que deve permanecer em constante evolução e que pode construir caminhos para municípios mais democráticos, independentes e prósperos.  Essa política territorial é baseada na criatividade, reconhecendo e gerenciando de maneira responsável seus talentos locais para que novas soluções possam enfrentar os desafios urbanos atuais.  Valorização da identidade, empreendedorismo, inovação e participação pública são aspectos fundamentais das cidades criativas. Então, como transformar essa ideia em casos concretos? Por mais políticas públicas a favor de cidades criativas  É fundamental pensar em políticas públicas que priorizem a promoção de ecossistemas criativos locais, o fortalecimento da identidade cultural e a reorganização urbana equitativa para potencializar o desenvolvimento socioeconômico.  Investindo em iniciativas que fomentam a criatividade, valorizam a cultura local e garantem acesso justo a serviços básicos, as cidades podem cultivar ambientes mais inclusivos, prósperos e colaborativos, beneficiando tanto seus habitantes quanto os diversos setores governamentais envolvidos. Podemos citar exemplos de cidades criativas no Brasil para demonstrar como gestões municipais e outras esferas do governo estão aplicando essa ideia de forma bem-sucedida.  Em Belém, no Pará, temos um caso de ação articulada de diferentes atores locais em torno de uma mesma potencialidade: a cultura gastronômica – valorização que permitiu a entrada da cidade na rede da UNESCO. Penedo, em Alagoas, também é ótima referência de como o planejamento e trabalho articulado podem abrir oportunidades para cidades de todos os portes. Neste pequeno município histórico, às margens do Rio São Francisco, o audiovisual se tornou o motor para o desenvolvimento local, após a identificação da vocação cultural. 3 passos para incorporar essa ideia nos programas de governo A Quanta colabora com a implementação destas políticas nos planos de governo municipais, fornecendo orientações abrangentes e um roteiro claro e prático para uma integração efetiva.  Em nosso projeto mais recente, editamos o guia “Transformação criativa das cidades brasileiras: Diretrizes para incorporação nos Programas de Governo Municipais de 2024”, para o Partido Socialista Brasileiro (PSB).  Para demonstrar a aplicação dessas diretrizes nos programas de governo, delineamos três passos essenciais com foco em uma implementação bem-sucedida:  1. Organização do Comitê: grupo responsável pela articulação das propostas na campanha; 2. Formulação das Propostas: sistematizadas, irão compor o Plano Municipal de Cidade Criativa, compreendendo desde o levantamento de indicadores até as ferramentas de análise; 3. Organização do programa: principal instrumento que sintetiza as ações de fortalecimento da criatividade no âmbito local: objetivos, metas e possíveis ações a serem desenvolvidas para alcançá-las – definidas a partir das potencialidades e demandas do município.  O conceito de Cidades Criativas nos permite refletir sobre a evolução do desenvolvimento urbano e a redefinição dos pilares sobre os quais construímos nossas cidades – e este pode ser o futuro de ambientes mais inovadores, inclusivos, participativos, tolerantes, sustentáveis e conectados às novas tecnologias de informação e aos seus bens culturais. Quer conhecer alguns casos bem-sucedidos da implementação de Cidades Criativas no Brasil? Acesse a Revista Digital da QCP para conferir a descrição detalhada dos processos e resultados obtidos em Belém e Penedo: clique aqui.

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4 serviços da QCP para impulsionar sua campanha eleitoral 

  Saiba como nossa equipe pode colaborar com a sua preparação para o pleito de 2024 Faltam pouco mais de seis meses para as eleições municipais de 2024 e aqueles que desejam concorrer ao pleito em outubro precisam começar a se movimentar.    Planejar uma campanha eleitoral envolve não só planejamento, mas também boas escolhas sobre quem você terá ao seu lado para auxiliar e trabalhar junto no caminho do pleito.    Para isso, a QCP – Inteligência em Políticas Públicas oferece serviços que vão de encontro às necessidades daqueles que irão concorrer aos cargos públicos em 2024. Continue a ler este artigo e descubra como a equipe QCP pode ajudar a impulsionar sua campanha eleitoral.    4 serviços da QCP para impulsionar sua campanha eleitoral    Planejamento estratégico  O planejamento estratégico desempenha um papel crucial em uma campanha eleitoral, pois fornece uma estrutura organizada para alcançar metas e objetivos específicos. Ao desenvolver um plano estratégico, os candidatos podem identificar o eleitorado-alvo, entender suas necessidades e preocupações, definir uma mensagem central convincente e escolher as táticas mais eficazes para comunicar essa mensagem.    Para isso, a equipe QCP desempenha um trabalho em conjunto para identificar todos os pontos importantes, objetivos e características do candidato para traçar um planejamento assertivo.    Diagnóstico social ou municipal  Assim como o planejamento estratégico é importante, também é essencial entender mais sobre o município e a comunidade, através de um diagnóstico social.    Por meio deste trabalho é possível fazer uma escuta aprofundada da população, especialmente dos segmentos invisibilizados pelo modelo de desenvolvimento do Brasil.    Através deste diagnóstico é possível traçar objetivos e desenvolver uma campanha que atende às necessidades da população.    Elaboração de programa de governo O desenvolvimento de um plano de governo é um passo obrigatório para quem concorre ao executivo – regra estipulada pelo Tribunal Superior Eleitoral.    Por isso, é extremamente importante trabalhar neste documento de forma estratégica, pois serve como um guia detalhado das políticas, propostas e compromissos que um candidato pretende implementar caso seja eleito para um cargo público.    Realização de pesquisas  Para além do diagnóstico social ou municipal, outros tipos de estudos e pesquisas podem ser necessários durante o período de campanha, de forma a entender mais sobre o cenário do pleito e as necessidades do município.    Sendo assim, a equipe QCP está apta a desenvolver pesquisas quantitativas ou qualitativas sob demanda, focadas no interesse do cliente.    Acesse nosso portfólio e conheça mais sobre o trabalho da QCP – Inteligência em Políticas Públicas: clique aqui.  Para ler mais artigos como este, continue navegando no blog.   A QCP – Inteligência em Políticas Públicas é uma empresa que constrói soluções para organizações do setor público ou de interesse público, com amplo conhecimento teórico, técnico e prático.

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Entenda a importância do programa de governo para a candidatura eleitoral

Saiba quais elementos fazem parte do documento e o que leva a obrigatoriedade Peça fundamental no cenário político, o plano de governo é um documento detalhado que apresenta as metas, objetivos e políticas que um governo pretende implementar em seu possível mandato.  É por meio das propostas delimitadas no documento que o candidato atrai seus votos e expõe suas ideias, tornando o plano de governo uma promessa pública.  Mas o que é um plano de governo exatamente? Quais informações ele precisa conta? No artigo de hoje, respondemos essas e outras perguntas sobre o tema.  Um documento obrigatório  Antes de entender quais são as particularidades e detalhes de um plano de governo, é preciso saber que este documento não é uma opção. A apresentação de programa (ou plano) de governo está na lista de documentos obrigatórios que o candidato precisa enviar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).  Isso quer dizer que o candidato que não apresentar o seu plano não estará habilitado a participar da eleição.  O conteúdo de um programa de governo Mas, afinal, quais informações devem ser incluídas neste documento? Não existe uma regra ou lei que define quais tópicos devem estar presentes em um plano de governo, no entanto, ao construí-lo, é necessário ter em mente que este documento apresentará as principais e mais importantes propostas do candidato. – Desta forma, ele deve contar informações sobre: – Políticas econômicas – Políticas sociais– Propostas para desenvolvimento sustentável e meio ambiente– Planejamento sobre segurança pública– Políticas públicas voltadas para saúde– Entre outros Um documento para ser levado a sério Por não ter regras claras sobre como deve ser executado, muitos candidatos se perdem ou não se esforçam para criar um plano de governo concreto. Nesta hora é preciso ter em mente que um plano de governo bem definido é essencial para garantir transparência, responsabilidade e eficácia na administração pública. Por meio do documento, os eleitores têm um roteiro claro que permite visualizar o que pode acontecer durante os quatro anos de mandato. Conte com a QCP na montagem do seu programa de governo A QCP – Inteligência em Políticas Públicas possui expertise na área de elaboração de programas de governo. Trabalhamos junto ao candidato e sua equipe para assessorar na elaboração e execução do programa, assim como no planejamento a longo prazo. Acesse nosso site e saiba mais.  Para ler mais artigos como este, continue navegando no blog. A QCP – Inteligência em Políticas Públicas é uma empresa que constrói soluções para organizações do setor público ou de interesse público, com amplo conhecimento teórico, técnico e prático.

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Quando é permitido fazer campanha eleitoral?

Descubra essa e outras datas do calendário eleitoral de 2024 Às eleições municipais batem à porta: estão logo ali, em outubro deste ano. Marcado para o dia 6 de outubro, o pleito elegerá prefeitos e vereadores pelos mais de 5,5 mil municípios brasileiros.  Um eventual segundo turno acontece no último domingo de outubro, dia 27, nas cidades com mais de 200 mil eleitores em que a candidata ou candidato mais votado à Prefeitura não tenha atingido a maioria absoluta, isto é, metade mais um dos votos válidos (excluídos brancos e nulos).  Com a aproximação do pleito, dúvidas sobre as principais datas que envolvem o calendário eleitoral surgem. Por isso, hoje, trouxemos os principais prazos referentes às eleições municipais de 2024. Confira:  Calendário eleitoral 2024 Pesquisa de opinião  O prazo para realização de pesquisas de opinião foi aberto na virada do ano, no dia 1º de janeiro. Desde essa data, empresas interessadas em realizar pesquisas de opinião pública sobre intenção de voto em eventuais candidatas e candidatos às Eleições Municipais de 2024 já podem fazer o registro prévio do levantamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).  Janela partidária  O período em que vereadoras e vereadores podem trocar de partido sem perder o mandato acontece, chamado de janela partidária, entre os dias 7 de março e 5 de abril. Registro de estatutos e filiação partidária Dia 6 de abril, por sua vez, é a data-limite para obtenção de registros e estatutos do TSE por parte de todas as legendas e federações partidárias.  Alistamento eleitoral Os jovens que precisam tirar o título ou eleitores e eleitoras que desejam transferir seu domicílio eleitoral ou alterar o local de votação têm até o dia 8 de maio para fazê-lo.  Financiamento coletivo Pré-candidatos e pré-candidatas poderão iniciar suas campanhas de arrecadação prévia a partir do dia 15 de maio. A modalidade de financiamento coletivo pode ser usada desde que não existam pedidos de voto e obedeçam as demais regras relativas à propaganda eleitoral na internet. Convenções partidárias e registros de candidatura A realização de convenções partidárias está permitida entre os dias 20 de julho e 5 de agosto. Após a definição das, as agremiações têm até 15 de agosto para registrar os nomes na Justiça Eleitoral. Propaganda eleitoral  A propaganda eleitoral poderá ser feita somente a partir do dia 16 de agosto, após o término do prazo para registro de candidaturas. Até lá, qualquer publicidade ou manifestação com pedido explícito de voto pode ser considerada irregular e é passível de multa.  Horário eleitoral gratuito A tradicional propaganda gratuita no rádio e na TV é exibida nos 35 dias anteriores à antevéspera do primeiro turno. Sendo assim, a exibição deverá começar em 30 de agosto e será encerrada em 3 de outubro.  Anotou todas as datas por aí?  Para ler mais artigos como este, continue navegando no blog. A QCP – Inteligência em Políticas Públicas é uma empresa que constrói soluções para organizações do setor público ou de interesse público, com amplo conhecimento teórico, técnico e prático.

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Coleção Manga Rosa: conheça a professora Alicia Freijo Rodriguez, autora e idealizadora da coleção 

  A professora possui vasta experiência na área da educação infantil e inspirou muitos profissionais em suas carreiras  A Coleção Manga Rosa é um dos lançamentos mais recentes da editora QCP – Inteligência em Políticas Públicas. Criada pela Professor Alicia Freijo Rodriguez, o material traz a perspectiva lúdica da literatura infantil. Os livros são destinados a crianças entre 4 e 5 anos e conta com toda a experiência e olhar atento às demandas da sala de aula conquistados pela autora ao longo dos anos.  Para saber mais sobre a coleção e a história da Profa. Alicia Freijó Rodriguez, continue a ler este artigo.  A Coleção Manga Rosa A coleção Manga Rosa conta com 4 livros direcionados para alunos e professores e recheados de práticas pedagógicas.  Os livros didáticos propõem uma rotina literária de dez livros para cada faixa etária da Educação Infantil. A partir dessa seleção, a coleção propõe o desenvolvimento de 14 práticas pedagógicas, a partir das quais serão trabalhados os elementos das histórias infantis escolhidas. Entre as práticas estão: Poesias; Atividades; Brincadeiras; Teatro; Jogos; Folclore brasileiro E muito mais Quem é a Profa. Alicia? Alicia Freijo Rodriguez é professora formada em História, Pedagogia e Ciências Sociais, com pós-graduação em Recursos Humanos na área da Educação e de Direito Educacional.  Foi Diretora da Escola Estadual Benedito Calixto, em Itanhaém-SP, trabalhou na Secretaria de Educação do Estado de São Paulo na gestão do Dr. Chopin Tavares de Lima, foi delegada de ensino, trabalhou no estado da Paraíba, no Programa Paraíba faz Educação, e coordenou o Programa Melhoria da Educação, em consórcios públicos de educação.  Atualmente trabalha como consultora de educação para vários municípios. O que dizem sobre ela Confira alguns depoimentos de quem já trabalhou com a autora (e se inspira nela):  Exemplo de conduta  “A professora Alicia foi marcante na minha trajetória escolar. O seu exemplo e a sua conduta despertaram em mim a vontade de ser professora, de me aprimorar cada vez mais, para que, como ela, pudesse transformar positivamente a vida de outras pessoas. Ainda hoje, tenho-a como inspiração na minha vida pessoal e profissional.” Professora Marcia Galdino Alves – Secretária de Educação, Cultura e Esportes do município de Itanhaém-SP Experiência em gestão “Conheci a Alicia em 2009, por meio da Câmara Técnica da Educação do CODIVAR (Consórcio de Desenvolvimento do Vale do Ribeira), e tudo o que sei, hoje, na área da gestão pública devo a ela. Alicia luta pela educação brasileira e não mediu esforços para trabalhar no Vale do Ribeira, pois acredita que todas as regiões brasileiras podem avançar na qualidade da educação, independentemente da situação socioeconômica e cultural que se desenhe. Posso dizer que ela mudou nossa realidade e, se avançamos na educação e fortalecemos o nosso território, foi em virtude do investimento intelectual da professora Alicia em nós. O conhecimento e a experiência dela na área da gestão da educação são admiráveis. A grandeza e a humildade com que ela se apresenta fazem com que todos à sua volta cresçam e ocupem seus espaços.” Professora Valéria Pontes – Diretora do Departamento de Educação do município de Ilha Comprida-SP Autoridade no assunto “Conheci a professora Alicia quando ela era responsável pela Delegacia de Ensino de Itanhaém-SP, na década de 1980, e desde então a acompanho e a vejo atuando por uma educação pública gratuita, de qualidade e inclusiva para todos(as). É uma pessoa que dedicou a sua vida a formar professores(as), diretores(as) e gestores(as) municipais, compartilhando com todos(as) os seus conhecimentos. Sua experiência como professora, diretora, supervisora, delegada de ensino e consultoria para diversas instituições brasileiras a torna um referencial para elaborar este livro, que é destinado à Educação Infantil, etapa de extrema importância para nossas crianças.” Dra. Maria do Carmo Meirelles Toledo Cruz – Administração Pública – FGV Acesse o site da coleção clicando aqui.  Para adquirir os materiais didáticos da coleção Manga Rosa, entre em contato:  [email protected].  Para ler mais artigos como este, continue navegando no blog. A QCP – Inteligência em Políticas Públicas é uma empresa que constrói soluções para organizações do setor público ou de interesse público, com amplo conhecimento teórico, técnico e prático.

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Eleições 2024: como financiar uma campanha? 

  Descubra quais são as opções viáveis para um futuro candidato  Quando decidimos nos candidatar a um cargo eletivo, ou seja, concorrer a eleição, logo ficamos preocupados em como conseguir o número de votos suficiente para que sejamos eleitos.    Pensamos em todas as variáveis que uma eleição envolve, o número de reuniões que serão necessárias, o relacionamento com o partido, em nossas propostas e em todo o esforço necessário para atingir nosso objetivo.    Entre todos os elementos necessários para vencer uma eleição, certamente o dinheiro é um dos mais fundamentais. No Brasil, as eleições dependem não só de boas propostas e uma boa rede de contatos, mas recursos financeiros que permitam que uma candidatura seja viável. Afinal, são estes os recursos que possibilitam a impressão de materiais, contratação de serviços, realização de atividades, impulsionamento de campanhas nas redes sociais, entre outros. Não existe eleição sem financiamento!    Mas e aí, como conseguir este valor? No artigo de hoje, explicamos quais são os caminhos possíveis para financiamento de campanha eleitoral no Brasil. Continue lendo para descobrir.  Como as campanhas eleitorais são financiadas no Brasil? No Brasil, as campanhas devem ser financiadas por dois tipos de recursos: públicos, provenientes do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) e do Fundo Partidário, e recursos privados, de pessoas físicas.    O financiamento empresarial de campanhas, por empresas e pessoas jurídicas, foi proibido por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) e consolidado na Lei nº 13.165/2015. Segundo o STF, o objetivo da proibição é evitar que as candidaturas fossem capturadas por interesses privados – se uma ou um candidata/o recebesse dinheiro de alguma empresa para sua campanha, poderia sofrer alguma pressão para que fossem privilegiados em futuros contratos ou na defesa de seus interesses dentro do governo.     Planejamento financeiro Quando for planejar sua campanha, considere que você terá que contar com o financiamento público, definido por seu partido, e de pessoas físicas.    Financiamento do partido Desta forma, é muito importante dialogar com seu partido para definir a quantidade de recursos que serão destinados às campanhas e como ele será distribuído entre cada uma. O FEFC, também conhecido como “Fundão”, foi aprovado em 2017 e é distribuído entre os partidos de acordo com os tamanhos das bancadas no Congresso. Os partidos também podem utilizar o Fundo Partidário, uma parcela de recursos públicos destinada a manutenção das legendas, para o financiamento das campanhas.   Financiamento de pessoa física Além de conversar com seu partido, é fundamental contar com o apoio de pessoas físicas no financiamento de sua estratégia. Pessoas físicas podem doar até 10% de seus rendimentos do ano anterior, também por definição do STF.    Uma das possibilidades é organizar vaquinhas virtuais, ou crowdfudings, que permitem a doação pela internet a candidaturas, e é permitido pela lei eleitoral.   Recursos pessoais  Se for da sua vontade, também é possível investir recursos pessoais em sua campanha. Alguns candidatos financiam uma parte substancial de suas próprias campanhas, usando seus próprios recursos financeiros para bancá-las.   Justamente por ter algumas opções de financiamento para campanhas, é importante que o futuro candidato se planeje com antecedência, criando planos de ação baseados em cada possibilidade.   Para ler mais artigos como este, continue navegando no blog.   A QCP – Inteligência em Políticas Públicas é uma empresa que constrói soluções para organizações do setor público ou de interesse público, com amplo conhecimento teórico, técnico e prático.

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Sustentabilidade e inovação: como as empresas brasileiras podem liderar o futuro do ESG

Por João Francisco de Oliveira Lobato, Diretor de Sustentabilidade e Novos Negócios da QCP A constante mudança da economia global e dos negócios incentivam que empresas se comprometam cada vez mais em promover a responsabilidade ambiental, iniciativas sociais e governança corporativa, formando uma aliança entre a sustentabilidade e inovação. Sustentabilidade já não é mais pauta adjacente, mas prioridade em qualquer negócio.  Valores alinhados ao ESG tornam empresas mais competitivas, resilientes e inovadoras, com maior credibilidade e reputação perante investidores e consumidores, proporcionando relações de confiança, colaboração e permanência. Há crescente valorização de posturas responsivas e expectativa da sociedade por empresas conscientes de seus impactos, que modificam suas ações no presente para colaborar com um futuro diferente – e, do ponto de vista ESG, ele promete ser desafiador. A nova edição da Pesquisa Panorama ESG revela que 71% das empresas brasileiras estão adotando práticas ESG em 2024, um aumento expressivo em relação ao ano anterior, cujo índice era de 47%. Mas, para uma real transformação, a preocupação com a sustentabilidade deve estar inserida no propósito de uma empresa e em suas declarações corporativas. Portanto, antes de definir objetivos e alinhar metas às diretrizes da ONU, é fundamental compreender o próprio modelo de negócio e impacto. De quem é a responsabilidade de liderar a agenda ESG? Ainda de acordo com essa pesquisa, a responsabilidade recai especialmente nos executivos de organizações, para que desenvolvam estratégias e boas práticas: a liderança da agenda está nas mãos especialmente dos CEOs (77%), com o apoio do governo (67%). Para garantir que as práticas ESG tenham sucesso nas organizações, é imperativo pensar em ações como a capacitação de e desenvolvimento de colaboradores, a integração da sustentabilidade na estratégia de negócios e previsão de orçamentos específicos, além de recursos financeiros para viabilizar as iniciativas. Todas essas ações podem ser delimitadas em um planejamento estratégico, que concederá à organização visão mais clara do futuro para liderar sua própria jornada e ganhar força para atrair mais pessoas à causa. “Estabelecer uma agenda estratégica de sustentabilidade, portanto, é ponto de partida fundamental para desenvolver um negócio com menos riscos e impactos mais positivos”. Com abordagem estruturada e integrada, melhoria pode ser sentida na eficiência e impacto, garantindo também crescimento sustentável e responsável a longo prazo. O futuro do ESG é colaborativo A saúde financeira de uma empresa, isoladamente, já não é mais suficiente para atrair investidores. Uma caminhada compartilhada nos leva mais longe, e isso vale também para a prosperidade dos negócios no contexto do ESG. É fato que nenhuma empresa pode resolver todos os problemas do mundo sozinha. Nesse sentido, colaborar com a solução de problemas sistêmicos tornou o processo administrativo mais estratégico e eficiente. Uma agenda ESG estratégica também aumenta a geração de valor financeiro e oportunidades de mercado – e, para aproveitá-las, deve ter direção e foco claro para essas colaborações, considerando os riscos, oportunidades e impactos mais relevantes para as partes envolvidas. Inovação e ESG: uma agenda compartilhada Sustentabilidade e inovação, enquanto ESG, são aliados: as novas tecnologias e metodologias trazem soluções estratégicas aos problemas socioambientais emergentes. Tecnologias sustentáveis têm se destacado como uma das principais tendências do mercado moderno e fomentando setores como energia renovável, eficiência energética, transporte e agronegócio. A agricultura de precisão, por exemplo, atua em um dos nossos principais problemas ambientais no Brasil, a necessidade de novas áreas para expansão da produção. Essa tecnologia alia a produtividade à redução do impacto, e que está em expansão no mundo, prometendo um crescimento de 61% até 2026. Essa inovação é um dos principais drivers que impulsiona as agtechs, modelos de negócios que operam com inovações no agronegócio, e o Brasil já lidera o mercado na América Latina, compondo 76,5% do total, de acordo com o relatório Agtech Report 2023. O transporte elétrico também é inovação que está no centro do palco da transição para mobilidades mais sustentáveis. Energia solar segue como alternativa sustentável e acessível, e as baterias de armazenamento de energia complementam a maximização das energias renováveis. É importante destacar a Internet das Coisas (IoT), tecnologia emergente que conecta dispositivos físicos em uma rede interconectada, permitindo a coleta e o compartilhamento de dados através da internet. Outras ferramentas e abordagens promissoras de atuação abrangente são: produção mais limpa e circular, transporte e mobilidade sustentável, processos NET-Zero, com balanços positivos de externalidades e valorização de serviços ambientais. ESG: perspectivas de mensuração e regulamentação  Não existe atualmente órgão específico que faça a gestão do ESG no país, e esse é um dos principais desafios para a mensuração e compreensão concreta sobre a direção e o progresso destas iniciativas. É concebível que o governo e ou entidades privadas criem esse órgão regulador num futuro não tão distante, diante do crescimento desta agenda. Enquanto isso, algumas empresas já estão fazendo a sua parte e atuam no Brasil como bússolas de boas práticas e mapeamento de impacto. A B3, Bolsa de Valores do Brasil, lançou recentemente o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), com orientação de boas práticas de sustentabilidade e governança para investidores e empresas, promovendo transparência e visibilidade no mercado. O GRI, Global Reporting Initiative, tem inspirado diretrizes, permitindo que empresas brasileiras se alinhem aos padrões globais ao fornecer uma estrutura sólida e reconhecida internacionalmente. Temos também o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável, uma coalizão que reúne empresas de diversos setores comprometidas com o desenvolvimento sustentável. O CEBDS atua como uma plataforma de diálogo entre empresas, sociedade civil e governo, contribuindo para a formulação de políticas públicas e iniciativas empresariais voltadas ao ESG. A partir deste ano, empresas de capital aberto listadas na B3 poderão reportar voluntariamente suas informações financeiras relacionadas à sustentabilidade (indicadores ESG), e se tornará obrigatória esse relatório a partir de 2026. Integrando um programa de jornada estratégica ESG na prática Implementar metas de sustentabilidade pode ser desafiador, exigindo estratégia, repertório, experiência, conhecimento do setor, boas práticas e soluções específicas. Com expertise de mais de 20 anos em políticas públicas e terceiro setor, a QCP oferece programa estratégico com ferramentas adaptadas a

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Capacitação na gestão pública: por que investir em treinamentos para servidores?

Para garantir que a administração pública seja mais eficiente e moderna, é importante que os servidores estejam inseridos em um ambiente de aprendizado contínuo, de forma a prepará-los para enfrentar os novos desafios do setor. A capacitação na gestão pública é uma alternativa eficaz para alcançar esses resultados. É por meio da formação contínua que os profissionais se atualizam em relação às necessidades da sociedade, aprimoram a tomada de decisões e promovem maior inclusão e transparência para os governos.  A capacitação na gestão pública também desempenha um papel fundamental na inserção dos servidores na transformação digital, cada vez mais presente nos governos municipais brasileiros. Dessa forma, é possível unir profissionais qualificados com ferramentas tecnológicas capazes de otimizar processos e diminuir a burocracia existente.  Quais os benefícios de investir em capacitação na gestão pública? Esse tipo de investimento não traz benefícios apenas para os servidores, mas também para a administração pública e sociedade, que irá usufruir dos serviços prestados e poderá desenvolver mais confiança na gestão atual, bem como no uso dos recursos públicos.  Para os servidores, a capacitação na gestão pública é uma forma de continuarem se qualificando, o que resulta em crescimento profissional e pessoal. Há também maior reconhecimento e valorização do trabalho realizado, junto com aspectos como autoconfiança e autonomia, que também podem ser desenvolvidos em treinamentos.  Já em relação à administração pública, os resultados são consequência das ações dos servidores: há uma melhoria na qualidade dos serviços prestados, redução de erros e retrabalho, aumento da produtividade e maior engajamento com a cultura organizacional.  Vale ressaltar que a capacitação na gestão pública deve estar alinhada à inovação e novas tecnologias, capazes de aprimorar a execução das políticas públicas e também de serem adaptáveis à realidade de cada município.  As formações da QCP para o fortalecimento dos CMDCAs e para a Lei da Escuta Protegida  Além de diversos cursos de capacitação na gestão pública que a QCP já oferece, também são realizadas formações para servidores em alguns dos serviços prestados, como, por exemplo, nas ações de fortalecimento dos Conselhos Municipais dos Direitos das Crianças e Adolescentes (CMDCAs) e para a Lei da Escuta Protegida.  Essas capacitações acontecem em parceria com outras instituições e no formato híbrido, ou seja, existe tanto um acompanhamento virtual quanto presencial ao longo de um ano. Por ser um modelo longitudinal, os formadores desenvolvem um vínculo com os participantes, o que torna o diálogo ainda mais horizontal com os principais atores do município.  Geralmente, a capacitação para os CMDCAs e para a Lei da Escuta Protegida acontece de acordo com as seguintes etapas:  Paralelo a essas ações, existem desafios a serem superados, por exemplo, a rotatividade de quem ocupa os cargos no Conselho Tutelar e a institucionalização dos fluxos e Lei da Escuta Protegida na memória coletiva do município.  As formações da QCP para o Instituto João e Maria Backheuser Neste caso, a capacitação promovida pela QCP ocorre para o setor da educação pública municipal. Durante o ciclo formativo, foi aplicada a metodologia Planejamento Estratégico Situacional, baseada no Triângulo de Matus.  A partir desse conceito, o planejamento é desenvolvido com base em três pilares: o projeto político, a governabilidade e a capacidade técnica e financeira do município. Esses aspectos englobam desde o diagnóstico situacional da educação no município até o planejamento e estudo de viabilidade.  Além desses pilares, é feita uma priorização dos principais problemas da educação pública local, assim como também são consideradas as experiências e vivências das gestões anteriores na Secretaria de Educação, para que as especificidades do território estejam presentes na formação.  Então, além de atenderem à legislação da educação pública no Brasil, as capacitações e planejamentos realizados junto ao Instituto João e Maria Backheuser também consideram as capacidades técnicas operacionais de cada município, a fim de entregar um resultado personalizado à realidade local.  Invista em capacitação na gestão pública com a QCP! Desde 2003, a QCP – Inteligência em Políticas Públicas atua em prol de organizações do setor público e terceiro setor, com soluções que visam ampliar a democracia, qualificar a participação social e garantir o acesso universal a bens e serviços públicos.  Em relação aos serviços de capacitação na gestão pública que oferecemos, prezamos por investir em formações com alto nível de excelência, pautadas nas metodologias e técnicas mais atuais de gestão pública e direcionadas por profissionais qualificados.  Clique aqui para conhecer o nosso portfólio de projetos já realizados. 

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Os resultados da parceria entre a QCP – Inteligência em Políticas Públicas e o Instituto Votorantim

A união de especialistas com um foco: alcançar umasociedade mais democrática Artigo escrito em colaboração com Caio Momesso, pesquisador e consultor da QCP – Inteligência em Políticas Públicas Desde 2015, a QCP – Inteligência em Políticas Públicas é parceira técnica do Instituto Votorantim com o objetivo de auxiliar a gestão do Programa VIA. Na época, o VIA ainda não tinha uma metodologia definida, apesar de haver o desejo de atuação com a pauta de crianças e adolescentes. Caio Momesso, pesquisador e coordenador do projeto pela QCP – Inteligência em Políticas Públicas, contextualiza sobre o surgimento da parceria: “O VIA é um programa que possui recurso incentivado — ou seja, as empresas do Grupo Votorantim fazem direcionamentos de recursos a partir de resultados fiscais. Com esse valor repassado, surgiu a necessidade também de aprimorar a gestão pública”, explica. O uso estratégico do recurso não visa apenas o financiamento de programas de convivência e fortalecimento de vínculos, mas também o avanço da capacidade de gestão dos Conselhos Municipais, pontua Caio. A parceria entre o Instituto Votorantim e a QCP funciona da seguinte maneira: o Instituto é o responsável pela criação e concepção dos programas e metodologias aplicadas; já a QCP é contratada para a execução nos municípios indicados e para o desenvolvimento de algumas ferramentas da metodologia que será trabalhada. Ações de impacto que surgiram com a parceria do Instituto Votorantim Caio conta que está em desenvolvimento uma metodologia para a modalidade VIA Rede de Proteção: “Essa metodologia irá trabalhar com todos os atores que compõem a Rede de Proteção e o Sistema de Garantia de Direitos para crianças e adolescentes”, menciona. Com o objetivo de implementar a Lei da Escuta Protegida, nº 13.431/2017, a metodologia atua junto a forças de segurança pública, sistema judiciário, educação estadual e outros atores municipais, também em conjunto com o CMDCA. Em relação à Lei da Escuta Protegida, o pesquisador explica que essa é uma das principais leis envolvendo o público infantojuvenil desde o ECA, pois ela reorganiza todo o sistema de a sociedade civil e órgãos públicos lidam com a violência contra crianças e adolescentes. “Trabalhamos com a criação de bases de dados, identificando principais tipos de violências e violações, distribuídos geograficamente e com análises de gênero, raça, entre outros. Isso gera uma inteligência a respeito das prioridades de atuação da RPS e do SGD”, ele explica, além de dizer que é feita uma estrutura administrativa para que haja um fluxo de informações de forma rápida e estratégica. Outro ponto ressaltado no projeto é a reorganização das funções dos profissionais que atuam para a implementação da Lei, a fim de garantir que as crianças e adolescentes sejam preservados da revitimização (quando precisam relatar mais de uma vez o acontecimento traumático). Ações mais pontuais também são desenvolvidas, como por exemplo o apoio aos municípios para realização da Campanha 18 de maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A implementação dos projetos A proposta é que os projetos sejam desenvolvidos durante três anos em cada município, de acordo com Caio: “[…] entendemos que mudanças na cultura organizacional levam tempo para serem apreendidas e colocadas em prática. Por isso, nossa metodologia é fundamentalmente participativa”, ele comenta. A perspectiva a médio prazo também possibilita o acompanhamento de transição da diretoria do CMDCA, que ocorre a cada dois anos. Essa assessoria faz com que os avanços não sejam perdidos, garantindo uma transição de gestão comprometida com a memória institucional do conselho. Já em relação à escolha dos municípios em que o VIA irá atuar, é de responsabilidade de cada empresa do Grupo Votorantim que deseja participar do projeto. Caio esclarece que devem haver unidades produtivas das empresas, ou nas proximidades, do município escolhido. Mas existem também outros critérios de análise de dados e priorização de investimento para a escolha de cada empresa. “O contato é intermediado inicialmente pelo Instituto Votorantim. Após o primeiro contato, indicamos um especialista de referência para acompanhar o respectivo CMDCA. Durante a primeira visita técnica, são elencadas pessoas como pontos focais no território para ficar em contato mais direto com nossa equipe”, o pesquisador explicita como ocorre o primeiro passo de atuação da parceria. Planos para o futuro da parceria QCP – Inteligência em Políticas Públicas e Instituto Votorantim O VIA segue em movimento de expansão, o que reforça a necessidade de aprimoramento dos processos internos de gestão. Por isso, Caio conta que a equipe está revisando os instrumentos de acompanhamento, além de se atualizarem em formações relacionadas às crianças e adolescentes. As visitas técnicas também já estão no escopo para 2025. As expectativas para a modalidade VIA Rede de Proteção estão altas: “Nossa ambição é que possamos consolidar uma metodologia levando em conta os aprendizados que tivemos com o acúmulo de três anos já praticando essa modalidade”, o pesquisador compartilha. Os webinários do VIA, que ocorrem semestralmente, também receberão investimento em metodologias participativas, para tornar a dinâmica cada vez mais interessante e proveitosa para os participantes. Com a atuação da parceria entre a QCP – Inteligência em Políticas Públicas e o Instituto Votorantim, cada vez mais municípios serão atendidos, transformando a realidade de milhares de crianças e adolescentes em todo o Brasil. Clique aqui para ler o artigo completo e outros materiais na nossa Revista Digital.

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