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Qual a importância da transformação digital para empresas?

A tecnologia está cada vez mais presente em aspectos ambientais, sociais ou de governança. Porém, existem muitas empresas que ainda são consideradas analógicas, por não terem passado pela transformação digital.  O termo consiste na implementação de ferramentas tecnológicas nos serviços ou produtos de uma organização. A tecnologia é usada para melhorar o desempenho das ações e garantir um perfil inovador para a empresa. A transformação digital é feita por etapas, para que tanto a cultura organizacional quanto os colaboradores se adaptem aos poucos às soluções digitais propostas.  Esse processo de modernização tende a digitalizar processos já existentes, além de mudar o formato como a empresa interage com a sociedade.  Pode-se citar diversas consequências positivas sobre a transformação digital, mas principalmente o fato de que a organização passa a ter como prioridade a melhoria contínua dos produtos ou serviços oferecidos.  Entre os exemplos de transformação digital, está a modelagem de processos para aperfeiçoar o fluxo de trabalho, implementação de automação na comunicação e ferramentas para organização e gestão empresarial.  Como fazer a transformação digital?  Não é necessário modificar toda a estrutura do negócio, mas sim adaptar procedimentos com tecnologia e inovação, a fim de melhorá-los. A transformação digital em empresas é baseada em três pilares, sendo eles:  Todos os colaboradores da organização fazem parte da transformação digital, independentemente do setor em que atuam. Por isso, a capacitação dos funcionários é essencial.  Além dos membros internos, é válido considerar também como a transformação digital irá afetar fornecedores, parceiros de mercado e clientes do negócio.  É indicado contratar uma empresa terceirizada para auxiliar na fase de implementação das novas tecnologias, a qual será a responsável por identificar os gargalos do dia a dia e oferecer as soluções para supri-los.  As ações cotidianas da organização deverão ser analisadas, a fim de serem automatizadas pelas tecnologias implementadas.  O objetivo não é substituir a atividade humana, mas sim simplificar e otimizar os processos, reduzindo as burocracias e desperdícios.  Durante essa fase de mudanças, é importante que a empresa também revise a cultura organizacional, para atualizá-la com as novidades que serão implantadas.  Este pilar engloba todas as ferramentas e recursos que serão utilizados para atingir as melhorias necessárias: inteligência artificial, rede de dados, aplicativos, sistemas, plataformas, entre outros.  Vale ressaltar que a segurança da informação deve caminhar lado a lado com a transformação digital, para que a empresa não sofra com os riscos de vazamento de dados, por exemplo.   6 benefícios para a sua empresa O fluxo de trabalho será otimizado com a transformação digital, já que a tendência é eliminar as tarefas manuais e repetitivas, que causam sobrecarga nos colaboradores.  Seja nos serviços internos ou prestados para o público, o aumento da eficiência com as novas tecnologias permite agilizar as entregas a partir de um planejamento estratégico, gerando mais vendas.  Além disso, a otimização do tempo durante a produção também gera resultados como a diminuição nos custos operacionais. A transformação digital traz a preocupação com as individualidades do consumidor. Por meio de análises de dados, que podem ser realizadas por formulários ou pesquisas online, é possível descobrir as especificidades do público. Conhecer as principais dores e desejos dos clientes permite estratégias mais direcionadas de marketing, assim como melhorias no desenvolvimento dos produtos/serviços oferecidos.  Fica mais fácil para a empresa estruturar e adequar a comunicação interna e externa, além de garantir a transparência e acessibilidade para o público. Dessa forma, as informações não se perdem entre os setores, as decisões passam a ser tomadas com base em dados reais e a capacidade de respostas para os clientes também aumenta, já que o diálogo está centralizado.  A transformação digital permite que a organização tenha o impulso à inovação como um de seus valores.  Esse fator não é apenas um diferencial no mercado, mas também possibilita uma maior capacidade de adaptação às mudanças comportamentais, devido à flexibilidade nos processos.  A proteção com os dados da organização ou dos clientes é indiscutível. As ferramentas digitais garantem confidencialidade e integridade deles.  Alguns mecanismos que podem ser utilizados são a criptografia, assinaturas e certificados digitais.  Faça a transformação digital com a QCP!  A QCP se compromete na resolução de desafios a partir de soluções tecnológicas, que envolvem a criação, desenvolvimento e implantação de softwares. A plataforma Saber foi desenvolvida para que os gestores da educação administrem as redes de ensino com o conhecimento necessário para tomadas de decisões mais certeiras, garantindo maior qualidade e otimização nos serviços prestados.  A ferramenta permite armazenar, gerir e analisar grandes volumes de dados e informações, de uma maneira clara e objetiva na interface criada por nossa equipe.  Em 2017, geramos o seguinte impacto com a Secretaria de Estado da Educação da Paraíba: A transformação digital deve abranger todas as áreas  Além do case mencionado anteriormente, nossa equipe também elaborou a Confirma, uma plataforma de inteligência estratégica para o desenvolvimento de campanhas eleitorais mais eficientes e vitoriosas. O objetivo foi democratizar o acesso a dados que são essenciais para as campanhas e também para que seja possível informar o eleitorado com dados precisos.  A partir de filtros (municípios, cargos, eleições e partidos), o usuário consegue acessar o perfil do eleitorado, mapa de distribuição da expectativa de votos, desempenho de candidatos ou eleições desde 2008 e os gastos com as eleições anteriores.  Esses recursos possibilitam que os candidatos possam ter mais clareza de onde está o eleitorado potencial, gerando um melhor direcionamento para a estratégia de cada um.  Saiba como transformar digitalmente o seu negócio com a QCP Entre em contato conosco e agende uma conversa introdutória para nos conhecermos e alinharmos nossos objetivos. Estamos à disposição para implementar a transformação digital adaptada a sua realidade. 

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Como aplicar uma gestão financeira inteligente nos municípios?

Entenda como o conceito se aproxima do desenvolvimento sustentável Assim como ocorre no setor privado, em instituições públicas a organização das finanças também é uma prioridade para determinar as ações previstas em planejamentos estratégicos. Por isso, investir em uma gestão financeira inteligente pode fazer toda a diferença.  A estabilidade financeira de um município garante investimento e melhorias para a população, além de promover o desenvolvimento da cidade. Todavia, nem sempre os recursos financeiros são bem aplicados. O que é uma gestão financeira inteligente?  Antes de aprofundar no conceito, é importante ressaltar que a organização das tributações municipais correspondem a várias práticas e processos realizados pelos órgãos públicos, os quais devem garantir a transparência dessas ações.  Para que a administração dos recursos financeiros se mantenha transparente, deve-se haver a implementação de políticas de controle, a fim de manter a integridade das operações feitas por meio de prestações de contas.  Além disso, também é responsável por:  Mas o que muda com a gestão financeira inteligente?  A gestão financeira inteligente engloba todas as práticas acima, priorizando o desenvolvimento sustentável do município como um todo.  Apesar desse parecer ser um requisito básico para o gerenciamento de recursos públicos, nem todas as administrações públicas estão qualificadas e capacitadas para adotarem estratégias sustentáveis desde o início de qualquer mandato.  Isso porque, para que os resultados a longo prazo sejam efetivos, a gestão financeira inteligente deve fazer parte do planejamento estratégico municipal e acompanhar a elaboração das peças orçamentárias feitas no início e final das gestões. Ou seja, os conceitos devem estar aplicados na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), Plano Plurianual (PPA), Lei Orçamentária Anual (LOA), Relatório de Gestão Fiscal (RGF), Encerramento do Orçamento Anual e na Prestação de Contas final.  Como aplicar uma gestão financeira inteligente no município? É necessário unir conhecimento técnico e capacidade estratégica na elaboração dos planos do governo, a fim de priorizar as necessidades locais e otimizar o uso dos recursos financeiros.  Fazer um levantamento de informações, por meio da participação direta dos cidadãos, é uma forma de definir os projetos mais urgentes e estimular o desenvolvimento socioeconômico.  O mandato em atuação também ganha mais confiança por parte dos habitantes, afinal, eles estarão contribuindo e acompanhando de perto o uso das verbas municipais.  Por conta disso, a transparência é tão essencial na gestão financeira inteligente, que pode ser realizada por mecanismos de prestação de contas e auditorias regulares, como um meio de demonstrar o cumprimento das legislações e normas vigentes.  Durante a transição de mandatos, ter em aplicação uma gestão financeira inteligente facilita o processo, como, por exemplo, na transferência de informações e no controle interno fiscal.  Vale lembrar que para fazer uma gestão financeira inteligente pode ser necessário a implementação de novas tecnologias para otimizar metodologias vigentes, como em levantamento de dados e monitoramento fiscal.  Para isso, é necessário que a prefeitura opte pela contratação de serviços, visando a implementação das técnicas e estratégias necessárias, além da capacitação dos servidores para aplicar os conceitos de uma gestão financeira inteligente.  Como a QCP – Inteligência em Políticas Públicas pode ajudar na sua gestão financeira inteligente?  Seja para a transição de mandatos ou para novas gestões, a equipe da QCP oferece serviços que englobam políticas públicas, soluções tecnológicas, pesquisas e capacitações, além de também atuar no meio socioambiental e editorial.  Para a elaboração de uma gestão financeira inteligente, contamos com consultores especializados em gestão tributária, para a aplicação de soluções aos processos de gestão técnico-administrativa de projetos.  As soluções oferecidas também englobam o fortalecimento e modernização da administração pública. Para saber mais, acesse o portfólio completo ou entre em contato clicando aqui. 

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Consultoria em gestão de políticas públicas: 5 motivos para contratar

Cada vez mais as prefeituras se interessam em contratar o serviço de uma consultoria em gestão de políticas públicas devido à necessidade de modernização e melhoria contínua na gestão. É comum que isso ocorra, principalmente, nas trocas de mandatos. Afinal, será necessário se adaptar às ações que já estavam acontecendo e colocar em prática aquilo que foi prometido durante a campanha eleitoral. Vale lembrar que esse cenário é acompanhado pela população, que exige transparência em relação ao uso dos recursos financeiros, humanos e materiais. O que é uma consultoria em gestão de políticas públicas? A consultoria em gestão de políticas públicas é um serviço oferecido por empresas especializadas, que contam com especialistas no setor de administração pública.  Os consultores auxiliam não apenas no planejamento para melhorias, mas também no diagnóstico do cenário, execução e monitoramento das políticas otimizadas.  O objetivo final é garantir o crescimento sustentável daquele território, por meio das políticas públicas. Por isso, a inovação caminha paralelamente à consultoria.  Entre os serviços oferecidos por essas empresas, como a QCP – Inteligência em Políticas Públicas, pode-se citar:  Por que contratar uma consultoria em gestão de políticas públicas?  Os serviços de uma consultoria em gestão pública visa otimizar os processos a partir da tecnologia, como por exemplo na digitalização de documentos ou desenvolvimento de softwares próprios para uso dos servidores.  Entre as ações implementadas, costumam ser incluídas plataformas que facilitam a comunicação com os cidadãos e eliminam os procedimentos burocráticos. Ferramentas de análise de dados e de segurança cibernética também fazem parte da otimização.  Seja para o município ou região, uma consultoria em gestão de políticas públicas pode contribuir na criação do Planejamento Estratégico daquela localidade.  Um Planejamento Estratégico é composto por um diagnóstico inicial, onde é feito uma Análise SWOT/FOFA (força, fraqueza, oportunidades, ameaças) para traçar os futuros caminhos da gestão.  São analisadas também as prioridades e disponibilidade de recursos para implementação de melhorias nas políticas públicas. Após essas etapas, a consultoria também é responsável por fazer o monitoramento e avaliação do Planejamento na prática.  Uma consultoria especializada também pode redefinir processos operacionais da gestão pública. Ou seja: redesenhar fluxos de trabalho, automatizar funções, eliminar tarefas repetitivas ou criar padrões. O objetivo é diminuir custos e o tempo para os serviços prestados, a fim de aumentar a produtividade dos servidores e atender a população de maneira mais ágil.  Para a implementação de estratégias adaptadas a cada localidade, os consultores podem falar diretamente com a população para entender quais os pontos mais críticos da gestão.  Dessa forma, torna-se mais evidente as prioridades que devem ser supridas pela prefeitura. São criados canais de comunicação com a comunidade, para que eles possam acompanhar esses processos de maneira mais acessível e engajada.  Consequentemente, a confiança com a gestão pública aumenta, assim como a participação popular durante as decisões públicas.  Para que as melhorias propostas por uma consultoria em gestão pública sejam implementadas, é necessário que os servidores estejam qualificados para adotar as novas práticas.  Por isso, a própria empresa contratada pode se comprometer em capacitar os funcionários, para garantir a eficiência da administração. Essa é uma forma de motivar os colaboradores a se manterem atualizados, tanto sobre novas tecnologias quanto às regulamentações mais recentes.  De que forma a QCP atua nas políticas públicas? Oferecemos consultoria para formulação, implementação e avaliação de políticas públicas 
em nível local, regional e federal.  Nossas frentes de ação compõem instituições governamentais da administração pública direta, Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIPS) e Organizações Sociais (OS).  Entre nossos cases de sucesso, participamos da Elaboração do Plano de Desenvolvimento Regional do Vale do Ribeira Codivar do Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento do Vale do Ribeira. O Plano foi desenvolvido com o objetivo de diagnosticar as principais demandas e oportunidades da região, além de construir consensos e alianças para a sua implementação. O documento contou com uma diretriz de integração das diferentes perspectivas dos atores regionais por meio da incorporação dos planos já existentes e pela busca ativa de opiniões.  Foram realizadas 250 entrevistas com atores locais e regionais dos setores público, privado e do terceiro setor. Além disso, as propostas estão alinhadas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030. Em relação às políticas públicas voltadas para a educação, também contribuímos na organização e monitoramento de Planejamentos Estratégicos de Secretarias Municipais de Educação e Iniciativas Regionais, junto ao Programa Melhoria da Educação do Itaú Social.  Após a elaboração do Planejamento, fomos responsáveis por monitorar a implementação do documento em cada realidade participante, com uma equipe de tutores mobilizados para acompanhar e avaliar constantemente os territórios.  Conheça mais sobre o trabalho que realizamos em nosso portfólio ou entre em contato conosco. 

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Conectando pessoas e meio ambiente nos planos de desenvolvimento sustentável

Por Luiz Henrique Apollo da Silva e Caio Momesso, pesquisadores e consultores da QCP Vivemos em contextos de tragédias ambientais recorrentes e, infelizmente, inevitáveis. O debate público nos traz hoje a ideia de adaptação às transformações do clima. No entanto, seus efeitos podem ser amenizados com ações de políticas públicas preventivas e a redução de impactos em negócios. Ter um posicionamento ambientalmente e socialmente sustentável exige um olhar clínico das instituições e das organizações para mitigar processos de desintegração do ser humano com o meio ambiente. Além de conscientização, para construirmos novas práticas que não nos sejam prejudiciais, precisamos de planejamento, inteligência de análise e avaliação condizentes com os anseios da população e dos territórios, atentos aos riscos que estamos sofrendo globalmente e em reconexão com a vida em harmonia. Com o objetivo de mostrar que é possível pensar em planos de desenvolvimento sustentável com a integração da sociedade e meio ambiente, vamos apresentar algumas práticas importantes. Articulação de dados, comunidade e governos ao planejamento sustentável Em 2021, a QCP Consultoria realizou uma parceria com o IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo, para a formulação de dois Planos de Desenvolvimento Sustentável: das regiões do Vale do Paraíba e do Pontal do Paranapanema. Por isso, partimos do pressuposto de que não existe transformação com impacto positivo sem práticas que visam elevar a relação de pertencimento comunitário com inclusão social  Nas etapas deste estudo, partimos do levantamento de uma ampla base de dados sobre a trajetória histórica, socioeconômica e ambiental, para a visualização de tendências de desenvolvimento e setores potenciais. Seguindo esses primeiros achados, a consultoria elaborou a metodologia de oficinas e fóruns para que fossem captadas e debatidas as opiniões e propostas da população local para integrar o planejamento governamental. A sustentabilidade, portanto, deve ser assumida com um papel transversal, em que o desenvolvimento e o meio ambiente estejam em equilíbrio. Ou seja, colocando a preservação humanitária e a qualidade de vida como base nas metas de um governo No ano seguinte, em 2022, a QCP Consultoria reuniu uma equipe multidisciplinar para construir um plano de governo justamente onde presenciamos uma das maiores tragédias ambientais já vistas, no Rio Grande do Sul. A consultoria se baseou, dessa forma, em insumos contextualizados e com levantamento de dados, trazendo objetivos condizentes com as demandas sociais, integrados às tendências e riscos econômicos e ambientais. Apresentadas com um material interativo à população, todas as metas e práticas propostas foram pensadas de forma transversal. Mas o que isso quer dizer? Significa inserir a diversidade da população como ponto central nas propostas. Foi assim que a QCP Consultoria, além de organizar as propostas em eixos, refletiu nas políticas públicas às pessoas em diferentes situações de vulnerabilidade social para criar estratégias diversificadas. Além disso, práticas de pactuações e conscientização foram pensadas como medidas para cooperação, conforme os contextos territoriais do estado. Portanto, a ideia de sustentabilidade desde o plano de governo está justamente em criar caminhos propícios a cada público para chegar a objetivos comuns. Almejar projetos que sejam ambientalmente e socialmente sustentáveis exige planejar a partir do contexto local. É por isso que trazer a participação comunitária, escutando suas reivindicações, demandas e limitações é fundamental para criar planos cujas recomendações são possíveis de serem adotadas a fim de se transformarem em impactos positivos. A QCP traz na sua expertise essa capacidade de criar ambientes propícios ao envolvimento de diferentes partes interessadas a fim de construir objetivos comuns. São executadas técnicas de facilitação de reuniões e coleta de dados para a organização e tradução à linguagem governamental e empresarial. O que se busca, no fim, é o desenvolvimento sustentável a partir da preservação de usos naturais e equilíbrio do ecossistema em articulação com as comunidades e atividades produtivas. PACUERA: um exemplo na prática Um dos projetos que a QCP Consultoria esteve envolvida em 2023 foi na atualização do Plano Ambiental de Conservação e Uso do Entorno de Reservatório Artificial (PACUERA) da Usina Jirau, no Estado de Rondônia. Nossa tática foi a mobilização e articulação com representantes de instituições públicas que validam o PACUERA. São conversas com lideranças e consultas públicas com a comunidade local que promoveram melhor avaliação e integração de demandas para o plano. Essa tríade de envolvimento entre empresa, órgãos de controle e sociedade civil é complexa e exige a capacidade de escuta da consultoria sobre as avaliações e facilitação de encontros entre as partes interessadas, conduzindo um ambiente aberto às diferenças e propositivo às transformações. Desta forma, para mudar a lógica da destruição, é fundamental integrar pessoas, comunidades e o ambiente nas tomadas de decisão. E, para a sustentabilidade do mundo, a inovação que visa a mitigação de impacto socioambiental se tornou um desafio grande aos investimentos públicos e privados. E é com a capacidade técnica e expertise de articulação entre pares e integração de propostas sustentáveis que a QCP auxilia as organizações na elaboração de projetos de desenvolvimento que garantem esse equilíbrio e preservam os bens culturais, sociais e ambientais. Conheça nossa parceria com o IPT para a criação dos Planos de Desenvolvimento Sustentável Em 2021, a QCP firmou parceria com o IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) para desenvolver Planos de Desenvolvimento Sustentável nas regiões do Vale do Paraíba e do Pontal do Paranapanema. Essa iniciativa seguiu o trabalho realizado em 2020 no Vale do Ribeira. A QCP defende que a sustentabilidade econômica requer uma abordagem integrada, unindo conhecimento técnico ao apoio das comunidades e de seus representantes. Por isso, para cada plano foi aplicado uma metodologia sólida e várias etapas de análise e oficinas com a população local, com o objetivo de definir diretrizes e prioridades de investimento. Como resultado, fornecemos ao governo estadual subsídios essenciais para o planejamento de médio e longo prazo. A abordagem da QCP seguiu três fases principais: A colaboração resultou em publicações detalhadas, disponíveis na plataforma do IPT. ___________ Para ler o artigo completo e outros materiais, acesse nossa Revista Digital QCP. Clique aqui.

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Pensando em novos modelos de desenvolvimento na Floresta Amazônica

Por Marília Migliorini Oliveira Lima e Brauner Geraldo Cruz Junior, pesquisadores e consultores da QCP  Trabalhar com sustentabilidade nas políticas públicas de diferentes esferas de atuação é lidar com a diversidade de públicos e contextos, inserindo-os como componentes fundamentais para o planejamento de ações em um determinado território. Diante deste importante passo, uma verdadeira janela de oportunidades se apresenta para que sejam estruturadas novas formas de desenvolvimento da floresta, notadamente, em regiões como a Floresta Amazônica. A Amazônia se destaca como um ponto vital para o futuro dos modelos de desenvolvimento socioeconômico globais. Organizações que atuam na região afirmam que ela pode desempenhar um papel central na promoção das mudanças econômicas necessárias para um crescimento que seja tanto sustentável quanto socialmente responsável. Contudo, apesar de seu imenso potencial, a população amazônica ainda enfrenta altos níveis de vulnerabilidade socioeconômica. Um recente estudo da FGV Social revela que a região enfrenta taxas alarmantes de extrema pobreza. Considerar esses habitantes ao lidar com políticas públicas sustentáveis no contexto amazônico significa elaborar estratégias que possibilitem que eles se beneficiem das novas oportunidades oferecidas por modelos de desenvolvimento emergentes, que priorizam a economia da floresta e a inclusão social. É um desafio posto: alinhar oportunidades de geração de renda e desenvolvimento socioeconômico da população a uma forma de produção que potencialize a floresta e seus recursos. Então, como enfrentá-lo?  Tratar de um território como a floresta amazônica significa considerar uma multiplicidade de realidades e configurações que, sem seu devido conhecimento, torna-se impossível de propor algo que irá contribuir de maneira efetiva para seu desenvolvimento. Portanto, uma das tarefas essenciais e iniciais é a pesquisa, por meio de dados secundários, como mapas, gráficos e índices, bem como produções bibliográficas sobre a região, que nos permitem traçar um panorama da região. Nesta primeira etapa diagnóstica, é interessante que sejam abordados aspectos como: Em seguida, é fundamental mapear os atores sociais e instituições mais relacionadas ao tema do desenvolvimento socioeconômico e sustentável que possuem alguma atuação na região. Pesquisar, listar, localizar e conhecer as iniciativas de fundações, ONGs, governos subnacionais, organismos internacionais, entre outros stakeholders que podem atuar como parceiros em um eventual projeto ou indicar que determinada estratégia já está sendo implementada naquela região. Desenhando um plano de desenvolvimento para a Floresta Amazônica A partir do levantamento de dados e reflexão sobre o que aquele contexto apresenta, é possível começar a desenhar algumas possibilidades, sempre tendo em vista que o sucesso de um projeto depende diretamente do estabelecimento de metas claras e factíveis, além de um plano de ação estruturado e planejado no tempo. Além disso, para ser efetivo, o projeto de desenvolvimento precisa ser construído junto aos atores locais, que serão os verdadeiros protagonistas do processo. Isso significa a previsão de momentos de escuta e trabalho conjunto, além de apresentação e validação do plano, garantindo que as ações sejam realistas. No caso específico da região amazônica — uma área que guarda imenso potencial combinado a desafios socioambientais importantes — a inclusão socioprodutiva deve, necessariamente, ser pensada junto a estratégias de preservação ambiental. É preciso, portanto, olhar além das atividades produtivas convencionais, focando em atividades que geram riqueza enquanto mantêm a floresta em pé. Felizmente, essa narrativa tem ganhado maior adesão, na medida em que os efeitos das mudanças climáticas se avolumam, o que é ilustrado por iniciativas bem-sucedidas que fazem da preservação um ativo para agregar valor à atividade econômica. Exemplos como estes podem ser utilizados como inspiração, sempre com o cuidado de respeitar características e vocações locais. Para além dos casos de sucesso, a intervenção na floresta apresenta algumas possibilidades únicas que podem ser aproveitadas, como por exemplo, a exploração do recém regulado mercado de crédito de carbono. A adoção de estratégias inovadoras para geração de riqueza e desenvolvimento é uma oportunidade que depende de conhecimento técnico, articulação com instituições especializadas e, principalmente, um desenho que garanta a distribuição de riqueza para as camadas mais pobres, o que, no entanto, também apresenta um potencial imenso para resultados. É certo que planos de desenvolvimento para a realidade da floresta apresentam desafios consideráveis; por outro lado, também contam com oportunidades de financiamento, o que garante pelo menos a implementação inicial do projeto. Podemos citar como exemplo o Fundo Clima, instrumento da Política Nacional sobre Mudança do Clima, que tem como finalidade financiar projetos, estudos e empreendimentos que visem à redução de emissões de gases de efeito estufa e à adaptação aos efeitos da mudança do clima. Independente do desenho, dois elementos ainda devem ser considerados neste esforço: plano de governança e de comunicação. O estabelecimento de uma governança que organize as diferentes capacidades institucionais, estatais, comunitárias e associativas e de mercado é essencial não apenas para a efetividade da intervenção, mas também para sua legitimidade. Por outro lado, associado ao plano de governança, o plano de comunicação funciona enquanto mecanismo de divulgação, de engajamento comunitário e de transparência, operando para diminuir eventuais resistências. Desenvolvimento e preservação: um caminho inevitável Não há uma fórmula perfeita para promover o desenvolvimento no contexto da floresta, combinando inclusão e preservação ou conservação do meio ambiente. As estratégias apresentadas são passos que podem e devem ser pensados, modificados e aprimorados de acordo com o contexto: estamos tratando de um terreno novo, aberto a novas ideias e experimentações. Porém, uma certeza: esse movimento será cada vez mais intenso, na medida em que a emergência climática ganha mais importância — e urgência — na agenda política. ___________ Para ler o artigo completo e outros materiais, acesse nossa Revista Digital QCP. Clique aqui.

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Como o ESG e a Compensação Ambiental dialogam entre si?

  Entenda como as duas práticas contribuem, juntas, para a sustentabilidade  Nos últimos anos, tem sido cada vez mais evidente o interesse de empresas em práticas mais responsáveis e sustentáveis. A alta do conceito ESG (Environmental, Social and Governance, em inglês), que engloba critérios ambientais, sociais e de governança, é uma prova disso.    No artigo de hoje, explicaremos como a agenda ESG e a área de compensação ambiental estão ligadas – e como essas duas práticas contribuem para um Brasil mais sustentável.  O que é ESG? Entendemos a agenda ESG como um conjunto de critérios que avaliam o desempenho de uma empresa em três dimensões cruciais: ambiental, social e governança.    Ambiental  A dimensão ambiental é responsável por avaliar o impacto da empresa no meio ambiente, como as emissões de carbono, como é feita a gestão de resíduos e o uso dos recursos naturais.    Como podemos ver, essa área tem total relação com a prática da compensação ambiental, que falaremos mais abaixo.    Sendo assim, empresas comprometidas com o ESG ambiental buscam reduzir sua pegada ecológica, adotando práticas sustentáveis.   Social  Já a área social do ESG compreende as relações da empresa com a sociedade em geral, incluindo seus funcionários, clientes e comunidade. O social também diz respeito a preocupações com diversidade e inclusão, saúde e segurança no trabalho, além da responsabilidade corporativa.    Governança  Quando falamos de governança dentro do ESG, estamos abordando a forma como a empresa é administrada e regulamentada. Isso envolve a transparência em suas operações, a independência do conselho de administração e práticas éticas de negócios.   A relação entre o ESG e a Compensação Ambiental  Agora que você já sabe o que é o conceito ESG, é hora de falarmos sobre como ele se relaciona com a compensação ambiental.    É possível dizer que a prática da compensação ambiental é uma estratégia específica dentro do ESG ambiental. Ela refere-se às ações tomadas por empresas para compensar seu impacto ambiental negativo. Isso pode incluir a restauração de ecossistemas degradados, o reflorestamento, a proteção da biodiversidade e a mitigação das emissões de carbono.   Desta forma, a relação entre o ESG e a compensação ambiental se mostra clara e necessária: empresas que buscam minimizar seus impactos ambientais de forma comprometida, nem sempre conseguem. E é aí que a compensação ambiental entra em jogo, permitindo que as empresas compensem suas emissões de carbono ou outros danos ambientais investindo em projetos que contribuam para a preservação do meio ambiente.   Outro ponto importante é que, com a existência das leis de compensação ambiental, até mesmo as empresas não comprometidas com a agenda ESG são obrigadas a terem os cuidados necessários. Colaborando, ainda que obrigatoriamente, para a sustentabilidade.    Qual a diferença entre eles? Quando falamos de ESG e compensação ambiental, precisamos entender que embora estejam interligados, as ações são bem diferentes.    Enquanto o ESG aborda uma ampla gama de práticas empresariais, a compensação se concentra em mitigar os impactos ambientais negativos e inevitáveis.    Portanto, a integração desses conceitos não só fortalece a abordagem de uma empresa à sustentabilidade, mas também contribui para um planeta mais saudável e equilibrado. Para ler mais artigos como este, continue navegando no blog.   A QCP – Inteligência em Políticas Públicas é uma empresa que constrói soluções para organizações do setor público ou de interesse público, com amplo conhecimento teórico, técnico e prático.  

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Coleção Manga Rosa: conheça o último lançamento da Editora QCP

O conjunto de livros didáticos da Coleção Manga Rosa utiliza a literatura infantil como mediadora dos processos de aprendizagem previstos para as faixas etárias de 4 e 5 anos Preencher uma lacuna existente no mercado de materiais didáticos; esta é a grande missão da coleção de livros didáticos lançada pela editora QCP, a Manga Rosa. Este lançamento apresenta dois livros didáticos estruturados a partir de 14 práticas pedagógicas e outros dois volumes dedicados exclusivamente a auxiliar os professores a trabalharem com requisitos importantes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), como o incentivo à leitura desde a creche, incluindo experiências e o progresso de competências pedagógicas referidas a cada faixa etária.  Para saber mais sobre este lançamento e todos os detalhes do trabalho realizado até aqui, continue a ler este artigo.  A Coleção Manga Rosa A editora QCP topou o desafio e abraçou a ideia da professora Alícia Freijó Rodriguez, desenvolvendo, editando e publicando uma coleção de livros didáticos para auxiliar professores da Educação Infantil a inserirem a literatura e as histórias infantis na sala de aula, ajudando, também, na inserção dos livros no cotidiano das crianças.  O grande diferencial deste lançamento da editora QCP é apresentar um conteúdo com uma perspectiva pedagógica totalmente nova e disruptiva, valorizando não somente os processos pedagógicos de alfabetização, como, também, a diversidade e a inclusão enquanto temáticas estruturantes de todas as atividades propostas. Ao fazer uso das premissas propostas pela coleção, o corpo docente tem a oportunidade de adotar estratégias mais dinâmicas, interdisciplinares e eficientes dentro e fora da sala de aula. A Coleção Manga Rosa apresenta quatro livros:   Público-alvo da coleção Manga Rosa O material didático da Manga Rosa foi pensado para crianças nas faixas etárias de 4 e 5 anos. Os dois livros didáticos foram formulados a partir de temáticas do cotidiano das crianças, abordando a preservação do meio ambiente, a relação da criança com a natureza, acessibilidade, relações étnico-raciais, inclusão, direitos das crianças, competências socioemocionais, saúde e alimentação saudável. Quem desenvolveu o material? Todo o material da coleção Manga Rosa foi desenvolvido pela Professora e Pedagoga, com formação em História e Ciências Sociais, Alícia Freijó Rodriguez.  Confira o currículo da idealizadora:  Pós-Graduada em Recursos Humanos da Educação e de Direito Educacional. Diretora da Escola Estadual Benedito Calixto, em Itanhaém-SP. Assessora da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo na gestão do Dr. Chopin Tavares de Lima. Delegada de Ensino. Especialista do Programa Paraíba da Educação da Secretaria de Estado da Educação da Paraíba. Integrante da equipe de especialistas em consórcios intermunicipais de educação para o Programa Melhoria da Educação do Itaú Social. Consultora em educação para vários municípios brasileiros QCP também é editora  A Coleção Manga Rosa foi editada e publicada pela Editora QCP. A QCP tem uma longa trajetória na atuação em políticas de Educação e atendimento ao público da coleção, realizando projetos com Secretarias Municipais de Educação, Institutos, Fundações e Organizações Internacionais Quer saber mais sobre a coleção? Entre em contato conosco: [email protected]

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Fatores que impulsionam e atrapalham o desenvolvimento

Mesmo sem fórmula pronta, é possível investir ou evitar certas tomadas de decisões O desenvolvimento é um tema de grande relevância em diversas áreas, desde o setor tecnológico até a economia e o meio ambiente. Em um mundo em constante transformação, entender as tendências e os desafios do desenvolvimento é essencial para que empresas, governos e sociedade civil possam tomar decisões certeiras para um futuro mais próspero e sustentável. Neste artigo, falaremos sobre ações que impactam de forma positiva e negativa a construção do desenvolvimento. O que é desenvolvimento? Antes de falarmos sobre os pontos de impacto no processo de desenvolvimento, vamos falar sobre o conceito de forma ampla: o que é, afinal, desenvolvimento? Na gestão pública, o desenvolvimento se refere ao processo de promoção do progresso e da melhoria das condições de vida da população, através de políticas, programas e projetos governamentais. De modo geral, podemos dizer que o desenvolvimento busca melhoria e progresso.  Fatores que impulsionam o desenvolvimento Ainda que não exista uma fórmula mágica para se chegar ao desenvolvimento, é possível percorrer caminhos que impulsionam neste sentido.  Por isso, é importante elencar alguns fatores que impulsionam o desenvolvimento por se tratarem de condições básicas para o funcionamento saudável da sociedade e economia. Entre os fatores destacados nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, temos: Erradicação da fome e da pobreza Acesso à saúde e bem-estar Acesso à educação de qualidade para formação de capital humano Inclusão de minorias e combate a formas de discriminação Criação de oportunidades de trabalho decente Construir infra estruturas resilientes Promover a industrialização inclusiva e sustentável Fomentar a inovação em prol do local Construir instituições eficazes e responsáveis Fatores que prejudicam o desenvolvimento Da mesma forma que alguns fatores podem favorecer o desenvolvimento, outros podem atrapalhar.  Para isso, é importante existir, antes de mais nada, uma análise do contexto. Dessa forma, é possível realizar um diagnóstico do que é de fato um obstáculo para o progresso.  Mesmo existindo a necessidade de contextualização, é possível chegar a um consenso de fatores que prejudicam o desenvolvimento. São eles:  Corrupção e malversação de recursos públicos Desigualdade e discriminação de populações Falta de direitos políticos e democracia Falta de acesso à infraestrutura básica de água, energia e saneamento Déficit educacional e na formação de pessoas Os caminhos para o desenvolvimento Agora que você já sabe alguns dos fatores que impulsionam e prejudicam o desenvolvimento, é possível ter uma análise mais crítica diante dos projetos.  Vale sempre lembrar que cada caso demandará ações personalizadas e não é possível aplicar uma mesma fórmula em todos. Conte com a QCP – Inteligência em Políticas Públicas Nossa empresa conta com um vasto portfólio em desenvolvimento. Já foram executados projetos em diversas localidades e áreas, como na região do Vale do Ribeira, em parceria com o Consórcio de Desenvolvimento Intermunicipal do Vale do Ribeira e Litoral Sul – CODIVAR; no estado da Paraíba, na formulação de estratégias de desenvolvimento; e no apoio ao Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável do Nordeste, com a realização de seu planejamento estratégico. Entre em contato conosco para saber mais sobre nossa atuação nesta frente: [email protected] Para ler mais artigos como este, continue navegando no blog da Quanta. A QCP – Inteligência em Políticas Públicas é uma empresa que constrói soluções para organizações do setor público ou de interesse público, com amplo conhecimento teórico, técnico e prático.

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Governança no setor público: como utilizar de maneira correta?

Conheça os 3 conceitos-chave da prática na gestão pública A tendência ESG (Environmental, Social and Governance – Meio Ambiente, Social e Governança, em português), lançou ainda mais luz sobre uma prática importante para qualquer tipo de gestão: a governança.  De modo resumido, a governança pode ser definida como um conjunto de ações que definem responsabilidades, ajudando nas tomadas de decisão.  Se você quer saber mais sobre este conceito e como ele se aplica na gestão pública, continue a ler este artigo. O que é governança? Quando falamos de governança pública, podemos definir o conceito como um conjunto de boas práticas que todos os órgãos pertencentes à administração pública devem seguir.  A governança trabalha com conceitos e mecanismos que ajudam a gestão pública e a população, de modo que consigam acompanhar o que está sendo feito. É a partir da governança que objetivos são traçados, visando sempre uma entrega de excelência de serviços à sociedade. Governança x Gestão Após entender o conceito de governança, você deve estar se perguntando: “mas qual a diferença de governança e gestão?”. Nós explicamos!  A governança tem a função de direcionar, estabelecer caminhos a serem percorridos com fundamentos e evidências, levando em conta os interesses da população. Já a gestão tem o papel de planejar a forma mais adequada de colocar em prática as diretrizes estabelecidas, realizando os planos e fazendo o controle de indicadores e riscos. Pilares da governança na gestão pública Assim como na governança empresarial, a prática dentro da gestão pública deve se basear em três pilares: liderança, estratégia e controle. Nós explicamos cada um deles abaixo.  Liderança A prática da boa liderança garante que haja distribuição de responsabilidades de cada servidor, definindo-as bem, de forma que não haja acúmulo de funções e desvio de atenção das responsabilidades.  Estratégia  É a estratégia que norteia uma equipe. Para que ações tenham sucesso é necessário que um plano de ação seja muito objetivo e bem definido. Também é preciso que a estratégia seja transparente e bem detalhada, para que não haja dúvidas entre a equipe de execução.  Controle  Acompanhar o que está sendo realizado é essencial para o sucesso do projeto. Portanto, não basta executá-lo, é necessário acompanhá-lo de perto, mostrando cada passo à população, trazendo transparência e confiança.  E aí, conseguiu entender mais sobre governança na gestão pública?  Se quiser saber mais sobre o tema e como a QCP pode ajudá-lo nesta, entre em contato conosco.  Para ler mais artigos como este, continue navegando no blog da Quanta. A QCP – Inteligência em Políticas Públicas é uma empresa que constrói soluções para organizações do setor público ou de interesse público, com amplo conhecimento teórico, técnico e prático.

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Conectando pessoas e meio ambiente nos planos de desenvolvimento sustentável

Por Luiz Henrique Apollo da Silva e Caio Momesso, pesquisadores e consultores da QCP Vivemos em contextos de tragédias ambientais recorrentes e, infelizmente, inevitáveis. O debate público nos traz hoje a ideia de adaptação às transformações do clima. No entanto, seus efeitos podem ser amenizados com ações de políticas públicas preventivas e a redução de impactos em negócios. Ter um posicionamento ambientalmente e socialmente sustentável exige um olhar clínico das instituições e das organizações para mitigar processos de desintegração do ser humano com o meio ambiente. Além de conscientização, para construirmos novas práticas que não nos sejam prejudiciais, precisamos de planejamento, inteligência de análise e avaliação condizentes com os anseios da população e dos territórios, atentos aos riscos que estamos sofrendo globalmente e em reconexão com a vida em harmonia. Com o objetivo de mostrar que é possível pensar em planos de desenvolvimento sustentável com a integração da sociedade e meio ambiente, vamos apresentar algumas práticas importantes. Articulação de dados, comunidade e governos ao planejamento sustentável Em 2021, a QCP Consultoria realizou uma parceria com o IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo, para a formulação de dois Planos de Desenvolvimento Sustentável: das regiões do Vale do Paraíba e do Pontal do Paranapanema. Por isso, partimos do pressuposto de que não existe transformação com impacto positivo sem práticas que visam elevar a relação de pertencimento comunitário com inclusão social  Nas etapas deste estudo, partimos do levantamento de uma ampla base de dados sobre a trajetória histórica, socioeconômica e ambiental, para a visualização de tendências de desenvolvimento e setores potenciais. Seguindo esses primeiros achados, a consultoria elaborou a metodologia de oficinas e fóruns para que fossem captadas e debatidas as opiniões e propostas da população local para integrar o planejamento governamental. A sustentabilidade, portanto, deve ser assumida com um papel transversal, em que o desenvolvimento e o meio ambiente estejam em equilíbrio. Ou seja, colocando a preservação humanitária e a qualidade de vida como base nas metas de um governo No ano seguinte, em 2022, a QCP Consultoria reuniu uma equipe multidisciplinar para construir um plano de governo justamente onde presenciamos uma das maiores tragédias ambientais já vistas, no Rio Grande do Sul. A consultoria se baseou, dessa forma, em insumos contextualizados e com levantamento de dados, trazendo objetivos condizentes com as demandas sociais, integrados às tendências e riscos econômicos e ambientais. Apresentadas com um material interativo à população, todas as metas e práticas propostas foram pensadas de forma transversal. Mas o que isso quer dizer? Significa inserir a diversidade da população como ponto central nas propostas. Foi assim que a QCP Consultoria, além de organizar as propostas em eixos, refletiu nas políticas públicas às pessoas em diferentes situações de vulnerabilidade social para criar estratégias diversificadas. Além disso, práticas de pactuações e conscientização foram pensadas como medidas para cooperação, conforme os contextos territoriais do estado. Portanto, a ideia de sustentabilidade desde o plano de governo está justamente em criar caminhos propícios a cada público para chegar a objetivos comuns. Almejar projetos que sejam ambientalmente e socialmente sustentáveis exige planejar a partir do contexto local. É por isso que trazer a participação comunitária, escutando suas reivindicações, demandas e limitações é fundamental para criar planos cujas recomendações são possíveis de serem adotadas a fim de se transformarem em impactos positivos. A QCP traz na sua expertise essa capacidade de criar ambientes propícios ao envolvimento de diferentes partes interessadas a fim de construir objetivos comuns. São executadas técnicas de facilitação de reuniões e coleta de dados para a organização e tradução à linguagem governamental e empresarial. O que se busca, no fim, é o desenvolvimento sustentável a partir da preservação de usos naturais e equilíbrio do ecossistema em articulação com as comunidades e atividades produtivas. PACUERA: um exemplo na prática Um dos projetos que a QCP Consultoria esteve envolvida em 2023 foi na atualização do Plano Ambiental de Conservação e Uso do Entorno de Reservatório Artificial (PACUERA) da Usina Jirau, no Estado de Rondônia. Nossa tática foi a mobilização e articulação com representantes de instituições públicas que validam o PACUERA. São conversas com lideranças e consultas públicas com a comunidade local que promoveram melhor avaliação e integração de demandas para o plano. Essa tríade de envolvimento entre empresa, órgãos de controle e sociedade civil é complexa e exige a capacidade de escuta da consultoria sobre as avaliações e facilitação de encontros entre as partes interessadas, conduzindo um ambiente aberto às diferenças e propositivo às transformações. Desta forma, para mudar a lógica da destruição, é fundamental integrar pessoas, comunidades e o ambiente nas tomadas de decisão. E, para a sustentabilidade do mundo, a inovação que visa a mitigação de impacto socioambiental se tornou um desafio grande aos investimentos públicos e privados. E é com a capacidade técnica e expertise de articulação entre pares e integração de propostas sustentáveis que a QCP auxilia as organizações na elaboração de projetos de desenvolvimento que garantem esse equilíbrio e preservam os bens culturais, sociais e ambientais. Conheça nossa parceria com o IPT para a criação dos Planos de Desenvolvimento Sustentável Em 2021, a QCP firmou parceria com o IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) para desenvolver Planos de Desenvolvimento Sustentável nas regiões do Vale do Paraíba e do Pontal do Paranapanema. Essa iniciativa seguiu o trabalho realizado em 2020 no Vale do Ribeira. A QCP defende que a sustentabilidade econômica requer uma abordagem integrada, unindo conhecimento técnico ao apoio das comunidades e de seus representantes. Por isso, para cada plano foi aplicado uma metodologia sólida e várias etapas de análise e oficinas com a população local, com o objetivo de definir diretrizes e prioridades de investimento. Como resultado, fornecemos ao governo estadual subsídios essenciais para o planejamento de médio e longo prazo. A abordagem da QCP seguiu três fases principais: A colaboração resultou em publicações detalhadas, disponíveis na plataforma do IPT. ___________ Para ler o artigo completo e outros materiais, acesse nossa Revista Digital QCP. Clique aqui.

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