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Mercado verde no Brasil e a COP30: como o evento impulsiona ações sustentáveis e a ambição das empresas brasileiras?

A Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima chega ao Brasil entre os dias 10 e 21 de novembro de 2025, em Belém/PA. Os meses que antecedem a COP30 estão sendo marcados por expectativas, novidades e até algumas polêmicas.  O evento é considerado um dos principais referentes ao tema e ocorre anualmente. Esta será a 30ª edição da COP, onde líderes mundiais, organizações não governamentais, pesquisadores e representantes da sociedade civil irão se reunir para debater acontecimentos referentes às mudanças climáticas.  Além disso, assuntos como financiamento climático para países em desenvolvimento, tecnologias de energia renovável, soluções de baixo carbono, justiça climática, preservação de florestas e biodiversidade também serão abordados ao longo desses dias.  O fato da COP30 ser sediada no Brasil traz benefícios para o nosso país, tanto para o setor público quanto para instituições privadas ou do terceiro setor.  Qual a importância da COP30 no Brasil? Por acontecer no coração da floresta, a COP30 é a primeira conferência climática realizada na Amazônia e pode marcar o início de um novo posicionamento do Brasil em relação à agenda climática internacional.  Isso porque, ao longo dos séculos, a Amazônia foi palco de explorações desenfreadas, como o garimpo, desmatamento e expulsão dos povos originários de suas terras.  Agora, é a hora do Brasil assumir o papel de um desenvolvimento amazônico pautado na conservação ambiental, inclusão social e inovação econômica.  É esperado, por exemplo, que os povos tradicionais (comunidades indígenas, quilombolas e populações ribeirinhas) façam parte dos debates na COP30 e unam os saberes ancestrais com propostas inovadoras.  Além disso, a COP30 também é aberta para a participação de líderes empresariais e outros membros da sociedade civil de mais de 190 países, inclusive do setor privado.  Mas como a COP30 pode impactar o mercado verde no Brasil? Como reflexo de uma tendência global e também pelas pressões regulatórias (que vêm tanto do governo, stakeholders e consumidores mais conscientes), o mercado de projetos socioambientais está em expansão no Brasil.  Com a chegada da COP30, o movimento apenas se intensifica e o evento é tido como um gatilho para a aceleração de iniciativas sustentáveis, pautadas no formato ESG (Environmental, Social and Governance ou Ambiental, Social e Governança em tradução livre).  Entre os impactos da COP30 para o Brasil, espera-se:  O financiamento climático na Amazônia Entre os resultados esperados da COP30, acredita-se que haverá um impulsionamento no financiamento climático para o desenvolvimento sustentável na Amazônia.  Não basta apenas pensar em soluções para as emergências climáticas e ambientais, mas também buscar por prosperidade compartilhada, inclusão social e resiliência a longo prazo.  E para isso, no evento será reforçado um desafio que já é antigo e urgente para o Brasil: a mobilização de recursos para financiamento climático, seja para restaurar a floresta ou para apoiar as comunidades tradicionais no Norte.  O financiamento climático na Amazônia inclui também outros objetivos, como a redução das emissões de gases de efeito estufa e o apoio a políticas públicas que prezam pela valorização da floresta e uma governança integrada.  Quais setores privados podem se beneficiar diretamente com a COP30? A COP30 oferece oportunidades tanto em nível local quanto nacional, seja para instituições privadas, públicas ou do terceiro setor.  Outro ponto que vale ressaltar é que o evento reforça as diretrizes sustentáveis, o que engaja as organizações a se comprometerem com as práticas ESG e, consequentemente, mitigar riscos ambientais, aumentar a competitividade no mercado e atrair consumidores mais conscientes.  Organizações que atuam com agricultura, energias renováveis, bioeconomia e tecnologia podem encontrar oportunidades promissoras no evento, especialmente relacionadas ao financiamento climático.  Entretanto, alguns desafios precisam ser superados para que a participação na COP30 compense, como por exemplo o entendimento e cumprimento da legislação ambiental e a mensuração e verificação de impacto das ações socioambientais realizadas pela empresa.  Como a QCP – Inteligência em Políticas Públicas pode ajudar? Contamos com mais de 20 anos de expertise na interseção entre políticas públicas e o setor privado, especialmente em soluções socioambientais. A partir de metodologias próprias e inovadoras, mergulhamos no contexto local para identificar os principais desafios.  Com tecnologia e dados, além de uma rede de parceiros, aplicamos processos com foco em impacto mensurável, garantindo uma atuação colaborativa.  Entre nossos serviços relacionados ao meio socioambiental, oferecemos Mapeamento de Impacto Socioambiental, Desenho e Implementação de Projetos Socioambientais, Monitoramento e Avaliação de Programas Socioambientais, entre outros.  Você pode saber mais acessando o portfólio ou entrando em contato com nossa equipe! 

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O que é um CMDCA e por que sua atuação precisa de inovação?

O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) é um órgão público, que atua de forma autônoma na efetivação das políticas para a infância e adolescência.  O Conselho é constituído de forma paritária, ou seja: metade dos membros representam o governo e a outra metade são representantes da sociedade civil, como ONGs e associações. Os CMDCAs devem sugerir e fiscalizar as políticas públicas para crianças e adolescentes, agindo de forma paralela ao Conselho Tutelar. Apesar de ambos terem sido criados pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), as instituições exercem funções diferentes.  Enquanto o Conselho Tutelar realiza atendimentos e está à frente das ações de proteção aos mais novos, o CMDCA deve acompanhar a política pública executada pela Prefeitura. Além disso, o CMDCA também é responsável por fiscalizar as ações do terceiro setor que envolvam crianças e adolescentes, uma vez que todos os programas e projetos envolvendo o público devem ser inscritos e acompanhados pelo Conselho. O CMDCA também possui o papel de investir financeiramente em projetos especiais para direcionar questões relacionadas à infância e adolescência que estão descobertas pelas políticas públicas, a partir do  Fundo para a Infância e Adolescência. O que é o Fundo para a Infância e Adolescência (FIA)? O FIA é um fundo criado para arrecadar e aplicar recursos financeiros para a proteção e garantia dos direitos de crianças e adolescentes, autorizado pela Lei nº 8.069/1990. Esses recursos podem vir de repasses do setor público, doações de empresas, pessoas físicas, destinação de parte do imposto de renda ou ações de arrecadação.  O CMDCA é responsável por gerenciar o FIA e estabelecer os critérios para utilização da verba. Embora não possa financiar o Conselho Tutelar em si, ele também pode dar suporte a sua atuação, por exemplo, financiando formações pontuais para os membros da Rede de Proteção Social e do Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente (SDG).  Antes de financiar qualquer projeto com os recursos do Fundo, é importante que o CMDCA esteja de acordo com o Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (Lei nº 13.019/2014). A importância da inovação no CMDCA Assim como em qualquer outra instituição pública, a inovação no CMDCA pode proporcionar mais eficácia na prestação dos serviços, transparência de recursos e modernização do setor.  Ao passar por um processo de inovação,  o CMDCA pode, por exemplo, garantir uma melhor articulação entre seus agentes e também com outros atores públicos. Propor um plano de ação inovador é importante para o fortalecimento das políticas públicas, em ações como a implementação da Lei da Escuta Protegida 13.431/2017 e repactuação dos fluxos de atendimento. O fluxo de atendimento refere-se ao acolhimento da criança ou adolescente vítima de violência. É necessário que as áreas da educação, saúde, polícia, poder judiciário e Ministério Público estejam em acordo para realizar esse atendimento, evitando falhas como a revitimização.  A inovação na área também pode ocorrer ao se criar os diagnósticos sobre a violação de direitos de crianças e adolescentes na cidade. Os formatos de pesquisas e entrevistas devem ser otimizados, a fim de se tornarem mais assertivos. Outro ponto positivo sobre a inovação no CMDCA é em relação à capacitação dos profissionais atuantes, para que a qualidade do serviço prestado continue aumentando.  Para que o CMDCA atinja esses ideais inovadores, um caminho é contar com o apoio de uma consultoria especializada em políticas públicas, para que as soluções sejam desenvolvidas de maneira participativa e sistematizada.   O papel da QCP – Inteligência em Políticas Públicas na defesa dos direitos de crianças e adolescentes A QCP – Inteligência em Políticas Públicas presta consultoria em todas as áreas de políticas públicas, inclusive em questões que envolvam as crianças e adolescentes.  Atuamos lado a lado com instituições na construção de metodologias e ferramentas que resultam na inovação no CMDCA. Para saber mais sobre como a QCP – Inteligência em Políticas Públicas pode apoiar o CMDCA da sua cidade, entre em contato para agendarmos uma conversa e conhecermos a sua realidade!

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Como estruturar um CMDCA de alto impacto?

Atuando lado a lado com o Conselho Tutelar, o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) é um órgão que formula e controla as políticas públicas voltadas para o público infantojuvenil.  Enquanto o Conselho Tutelar deve atender denúncias de violação dos direitos das crianças e adolescentes, o CMDCA tem a função de deliberar e fiscalizar as políticas que envolvem esse grupo.  O CMDCA também é responsável por gerenciar os recursos do Fundo dos direitos das crianças e adolescentes no município e estabelecer critérios para uso da verba. O órgão é composto por representantes do Poder Executivo municipal e da sociedade civil.  Quais são as atribuições de um CMDCA? O que é um CMDCA efetivo? Além de cumprir com as atribuições básicas, um CMDCA efetivo deve estar em acordo com as legislações vigentes sobre a defesa de crianças e adolescentes:  Na prática, podemos citar como exemplo a aplicação da Lei da Escuta Protegida. Para que ela seja feita de forma eficiente, evitando casos de revitimização — onde a vítima precisa relatar o abuso sofrido mais de uma vez —,  é imprescindível que o CMDCA esteja articulado com outros órgãos públicos.  Ou seja: além do cumprimento de todas as leis, é necessário que as demais instituições públicas estejam alinhadas ao processo de funcionamento do CMDCA, seja por meio de reuniões periódicas, protocolos pré-estabelecidos ou documentos compartilhados.  Um CMDCA efetivo é marcado pelo diálogo entre os integrantes do órgão, governo municipal e sociedade civil. A gestão dos recursos do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (FMDCA) também deve ser aprimorada constantemente, visando os novos desafios.  7 pontos para estruturar um CMDCA efetivo Saber quais são as principais necessidades locais é o ponto de partida para a elaboração de um CMDCA efetivo. Esse levantamento de informações pode ser realizado por entrevistas com a população ou análise do histórico municipal de proteção das crianças e adolescentes.  Aliado ao planejamento estratégico, deve ser criado também um plano de ação para organizar e direcionar as atividades do CMDCA. É válido estabelecer planos de curto, médio e longo prazo.  O plano de aplicação dos recursos definirá como o dinheiro do Fundo será utilizado pelo CMDCA durante determinado período. Ao considerar as necessidades prioritárias, os integrantes devem calcular uma estimativa de custos e organizá-la visando atingir os objetivos mais urgentes.  A comunicação com ambos os lados deve ser planejada de maneira distinta, afinal, o tipo de diálogo será diferente. Enquanto que para o setor público será necessário articulá-lo nas ações do Conselho, para a sociedade civil o objetivo será estimulá-la a acompanhar as atividades do CMDCA.  Manter os integrantes do CMDCA atualizados sobre novas regulamentações e critérios de inovação para o Conselho é necessário para garantir uma prestação de serviço mais efetiva. A QCP – Inteligência em Políticas Públicas atua nessa frente, visando a qualificação daqueles que trabalham em prol dos direitos infantojuvenis.  Seja com instituições públicas ou privadas, as parcerias podem fortalecer a promoção dos direitos de crianças e adolescentes, como em estratégias de comunicação e divulgação de ações do CMDCA. Na 3ª edição da Revista QCP, você pode encontrar alguns exemplos desse tipo de parceria com o CMDCA.  Além de definir indicadores de impacto, é necessário acompanhá-los para certificar a qualidade das ações que estão sendo realizadas. Defina os objetivos e estipule um prazo para alcançá-los. Em caso de dúvidas, a QCP – Inteligência em Políticas Públicas pode ajudar! Conheça o curso da QCP – Inteligência em Políticas Públicas para estruturar um CMDCA de alto impacto O curso “Fortalecendo instituições na proteção de direitos das crianças e adolescentes” foi desenvolvido pela QCP – Inteligência em Políticas Públicas e será aplicado pelos nossos profissionais. Com o objetivo de atingir conselheiros do CMDCA, conselheiros tutelares e profissionais da rede de proteção social e do sistema de garantia de direitos, estruturamos o conteúdo em dois módulos com carga horária total de oito horas, a fim de tornar o ensino acessível para todos. Como funcionará?  O curso é estruturado em:  Será ministrado no primeiro dia, com previsão de quatro horas de exposição e discussões. Na primeira parte, discutiremos sobre as abordagens iniciais do ECA na construção de direitos das crianças e adolescentes no Brasil.  Já na segunda parte, abordaremos as principais funções dos atores e instituições relacionadas à garantia de direitos (CMDCA, Conselho Tutelar, Rede de Proteção Social  e integrantes do sistema judiciário).  No segundo dia, o módulo será dividido em três partes, cada uma com uma hora de duração e mais vinte minutos dedicados à discussão de ideias.  Na primeira parte, o foco será o planejamento da política de proteção de direitos. Iremos responder as questões “Como construir, sistematizar e monitorar dados relacionados a violações de direitos?” e “Como construir um diagnóstico sobre as vulnerabilidades da C&A no município?”.  Além disso, ainda na primeira parte do Módulo B, reforçaremos a importância da articulação do Conselho Tutelar e da Rede de Proteção Social (RPS) para monitoramento dos casos e acompanhamento dos indicadores. Em seguida, será o momento de aprofundarmos o debate sobre a organização financeira do CMDCA. Como operacionalizar, exigências processuais e com o que se pode gastar no órgão.  Para encerrar o Módulo B e o curso, finalizaremos com a relação com as OSCs: como selecionar organizações e projetos na proteção de direitos? E também sobre o credenciamento das organizações no CMDCA e o monitoramento de suas atividades. Para saber mais informações sobre valores, inscrições ou tirar dúvidas, entre em contato com nossa equipe.

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Vale a pena vender para o setor público no Brasil?

Quer vender para o governo, mas não sabe por onde começar? A QCP – Inteligência em Políticas Públicas pode te ajudar A ideia de vender para o setor público pode soar complicada para alguns empreendedores, afinal, muitos já associam com questões burocráticas ou impedimentos regulatórios.  Apesar de ser necessário seguir com a legislação e regras do setor público, esta pode ser uma grande oportunidade para a sua empresa. Além do governo brasileiro oferecer guias e plataformas de apoio, existem empresas especializadas em ajudar os empresários nessa trajetória, como a QCP – Inteligência em Políticas Públicas.  Há a possibilidade de vender produtos ou serviços para o governo, seja ele municipal, estadual ou federal. As oportunidades devem ser acompanhadas por meio das licitações.  O que são licitações? Quando um órgão público precisa adquirir determinado produto ou serviço, é criada uma licitação para divulgar essa necessidade e definir as regras e critérios para que as empresas interessadas participem do processo.  Existem várias modalidades de licitação, como concorrência, tomada de preços, convite, concurso e leilão. É importante que o empresário atente-se ao formato mais adequado para o seu produto/serviço, já que cada modalidade possui regras específicas. A licitação serve para garantir igualdade de condição para todas as empresas envolvidas no processo. Vale ressaltar que, geralmente, o governo busca pela proposta que tenha o melhor custo-benefício. Benefícios de vender para o setor público Os contratos de vendas para o governo costumam ser de longo prazo, como, por exemplo, para o fornecimento de mão de obra ou de materiais na construção de uma escola pública.  Enquanto o contrato estiver vigente, os pagamentos são realizados nas datas previstas. Isso garante a previsibilidade no fluxo de caixa da empresa, mesmo em períodos de incerteza financeira.  Quando uma empresa é escolhida para vender para o setor público, a credibilidade dela aumenta. Isso porque apenas empresas qualificadas são capazes de passar pelo processo licitatório, que contém critérios técnicos e financeiros rigorosos.  Os processos de licitações são completamente seguros e transparentes, já que os contratos realizados costumam ser de alto valor.  Não importa se você é autônomo, pequeno ou médio empreendedor: desde que tenha um CNPJ, é permitido realizar vendas para o governo. Também não é necessário ter um ponto físico, como uma loja ou indústria.  Os processos licitatórios são realizados on-line, então, toda a contratação também segue neste formato. É possível vender para qualquer lugar do Brasil. Apesar do marketing ser necessário para conquistar clientes, quando falamos do setor público a história muda! Para vender para o governo, é necessário que a sua proposta atenda aos critérios da licitação e seja escolhida.  Mas não se esqueça: conseguir vender para o setor público pode ser uma ótima estratégia de marketing para você colocar no “currículo” do seu negócio e atrair ainda mais clientes.  Como funcionam as vendas para o setor público no Brasil? O governo brasileiro é um dos maiores compradores do mercado, o que traz segurança às empresas que participam das licitações. Só em 2019, de acordo com o Ministério da Economia, foram mais de R$ 900 bilhões movimentados em licitações públicas. O Brasil também conta com regulamentações específicas que orientam sobre essas vendas:  A Lei nº 14.133/2021 substituiu as normas anteriores (8.666/93, 10.520/02 e dispositivos da 12.462/11), a fim de unificá-las e atualizá-las.  Foram estabelecidos critérios de julgamento das propostas (como menor preço, maior desconto, melhor técnica), fases do processo licitatório e novos instrumentos que buscam auxiliar a modernizar as contratações públicas.  A Nova Lei de Licitações já foi atualizada no dia 30 de dezembro de 2024 , na publicação do Decreto nº 12.343/2024.  Em vigor desde o primeiro dia de 2025, o decreto alterou os valores previstos anteriormente na Lei nº 14.133/2021, para que eles se adequassem aos impactos da inflação e outras questões econômicas.  Também houveram mais mudanças, como na ampliação de contratação direta e simplificada. O advogado empresarial e consultor em Compliance, Daniel Barile, da equipe da QCP, destaca o ponto de atenção sobre o novo decreto: “O Decreto nº 12.343/2024, por sua vez, é o principal regulamento federal que detalha os procedimentos da nova lei. Ele funciona como um manual prático, principalmente no âmbito do Governo Federal, mas também inspira Estados e Municípios que seguem o mesmo modelo” — Daniel Barile. Como vender para o setor público? Acompanhar os editais e chamadas abertas de licitações pode ser o primeiro passo para começar a se ambientar com a ideia de vender para o setor público.  Durante essa imersão, pesquise como funciona a demanda dos órgãos públicos em relação ao seu setor, quem são os seus possíveis concorrentes e como foram os processos anteriores.  Outro ponto importante é entender as modalidades previstas na licitação, para ter certeza de que a sua empresa realmente atende aos critérios necessários.  Antes de se inscrever, certifique-se que as documentações da empresa estejam atualizadas e de que há capacidade para atender o setor público. Só então, estruture uma proposta para ser enviada.  “Em resumo, a empresa que deseja não apenas participar, mas vencer com recorrência em licitações, precisa combinar compliance, estratégia, inteligência de mercado e capacidade de execução. É um jogo técnico, mas profundamente estratégico” — Daniel Barile. A QCP – Inteligência em Políticas Públicas pode te ajudar a vender para o setor público! As exigências legais e a insegurança na elaboração das propostas para licitação ainda são impasses para muitos empresários que desejam vender para o setor público.  Pensando nisso, a QCP – Inteligência em Políticas Públicas desenvolveu uma metodologia para descomplicar esse processo e ajudar as empresas interessadas em vender para o governo. Há mais de 20 anos, atuamos como parceiros estratégicos na qualificação de empreendedores que desejam acessar o mercado público de forma segura, transparente e com impacto social.  Contamos com uma equipe de especialistas que acompanham todas as etapas da licitação, traduzindo as exigências em um formato mais claro, viável e aplicável à realidade dos negócios. Entre em contato conosco para saber mais! Clique aqui e agende uma conversa.

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Os resultados da parceria entre a QCP – Inteligência em Políticas Públicas e o Instituto Votorantim

A união de especialistas com um foco: alcançar umasociedade mais democrática Artigo escrito em colaboração com Caio Momesso, pesquisador e consultor da QCP – Inteligência em Políticas Públicas Desde 2015, a QCP – Inteligência em Políticas Públicas é parceira técnica do Instituto Votorantim com o objetivo de auxiliar a gestão do Programa VIA. Na época, o VIA ainda não tinha uma metodologia definida, apesar de haver o desejo de atuação com a pauta de crianças e adolescentes. Caio Momesso, pesquisador e coordenador do projeto pela QCP – Inteligência em Políticas Públicas, contextualiza sobre o surgimento da parceria: “O VIA é um programa que possui recurso incentivado — ou seja, as empresas do Grupo Votorantim fazem direcionamentos de recursos a partir de resultados fiscais. Com esse valor repassado, surgiu a necessidade também de aprimorar a gestão pública”, explica. O uso estratégico do recurso não visa apenas o financiamento de programas de convivência e fortalecimento de vínculos, mas também o avanço da capacidade de gestão dos Conselhos Municipais, pontua Caio. A parceria entre o Instituto Votorantim e a QCP funciona da seguinte maneira: o Instituto é o responsável pela criação e concepção dos programas e metodologias aplicadas; já a QCP é contratada para a execução nos municípios indicados e para o desenvolvimento de algumas ferramentas da metodologia que será trabalhada. Ações de impacto que surgiram com a parceria do Instituto Votorantim Caio conta que está em desenvolvimento uma metodologia para a modalidade VIA Rede de Proteção: “Essa metodologia irá trabalhar com todos os atores que compõem a Rede de Proteção e o Sistema de Garantia de Direitos para crianças e adolescentes”, menciona. Com o objetivo de implementar a Lei da Escuta Protegida, nº 13.431/2017, a metodologia atua junto a forças de segurança pública, sistema judiciário, educação estadual e outros atores municipais, também em conjunto com o CMDCA. Em relação à Lei da Escuta Protegida, o pesquisador explica que essa é uma das principais leis envolvendo o público infantojuvenil desde o ECA, pois ela reorganiza todo o sistema de a sociedade civil e órgãos públicos lidam com a violência contra crianças e adolescentes. “Trabalhamos com a criação de bases de dados, identificando principais tipos de violências e violações, distribuídos geograficamente e com análises de gênero, raça, entre outros. Isso gera uma inteligência a respeito das prioridades de atuação da RPS e do SGD”, ele explica, além de dizer que é feita uma estrutura administrativa para que haja um fluxo de informações de forma rápida e estratégica. Outro ponto ressaltado no projeto é a reorganização das funções dos profissionais que atuam para a implementação da Lei, a fim de garantir que as crianças e adolescentes sejam preservados da revitimização (quando precisam relatar mais de uma vez o acontecimento traumático). Ações mais pontuais também são desenvolvidas, como por exemplo o apoio aos municípios para realização da Campanha 18 de maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A implementação dos projetos A proposta é que os projetos sejam desenvolvidos durante três anos em cada município, de acordo com Caio: “[…] entendemos que mudanças na cultura organizacional levam tempo para serem apreendidas e colocadas em prática. Por isso, nossa metodologia é fundamentalmente participativa”, ele comenta. A perspectiva a médio prazo também possibilita o acompanhamento de transição da diretoria do CMDCA, que ocorre a cada dois anos. Essa assessoria faz com que os avanços não sejam perdidos, garantindo uma transição de gestão comprometida com a memória institucional do conselho. Já em relação à escolha dos municípios em que o VIA irá atuar, é de responsabilidade de cada empresa do Grupo Votorantim que deseja participar do projeto. Caio esclarece que devem haver unidades produtivas das empresas, ou nas proximidades, do município escolhido. Mas existem também outros critérios de análise de dados e priorização de investimento para a escolha de cada empresa. “O contato é intermediado inicialmente pelo Instituto Votorantim. Após o primeiro contato, indicamos um especialista de referência para acompanhar o respectivo CMDCA. Durante a primeira visita técnica, são elencadas pessoas como pontos focais no território para ficar em contato mais direto com nossa equipe”, o pesquisador explicita como ocorre o primeiro passo de atuação da parceria. Planos para o futuro da parceria QCP – Inteligência em Políticas Públicas e Instituto Votorantim O VIA segue em movimento de expansão, o que reforça a necessidade de aprimoramento dos processos internos de gestão. Por isso, Caio conta que a equipe está revisando os instrumentos de acompanhamento, além de se atualizarem em formações relacionadas às crianças e adolescentes. As visitas técnicas também já estão no escopo para 2025. As expectativas para a modalidade VIA Rede de Proteção estão altas: “Nossa ambição é que possamos consolidar uma metodologia levando em conta os aprendizados que tivemos com o acúmulo de três anos já praticando essa modalidade”, o pesquisador compartilha. Os webinários do VIA, que ocorrem semestralmente, também receberão investimento em metodologias participativas, para tornar a dinâmica cada vez mais interessante e proveitosa para os participantes. Com a atuação da parceria entre a QCP – Inteligência em Políticas Públicas e o Instituto Votorantim, cada vez mais municípios serão atendidos, transformando a realidade de milhares de crianças e adolescentes em todo o Brasil. Clique aqui para ler o artigo completo e outros materiais na nossa Revista Digital.

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Sustentabilidade e inovação: como as empresas brasileiras podem liderar o futuro do ESG

Por João Francisco de Oliveira Lobato, Diretor de Sustentabilidade e Novos Negócios da QCP A constante mudança da economia global e dos negócios incentivam que empresas se comprometam cada vez mais em promover a responsabilidade ambiental, iniciativas sociais e governança corporativa, formando uma aliança entre a sustentabilidade e inovação. Sustentabilidade já não é mais pauta adjacente, mas prioridade em qualquer negócio.  Valores alinhados ao ESG tornam empresas mais competitivas, resilientes e inovadoras, com maior credibilidade e reputação perante investidores e consumidores, proporcionando relações de confiança, colaboração e permanência. Há crescente valorização de posturas responsivas e expectativa da sociedade por empresas conscientes de seus impactos, que modificam suas ações no presente para colaborar com um futuro diferente – e, do ponto de vista ESG, ele promete ser desafiador. A nova edição da Pesquisa Panorama ESG revela que 71% das empresas brasileiras estão adotando práticas ESG em 2024, um aumento expressivo em relação ao ano anterior, cujo índice era de 47%. Mas, para uma real transformação, a preocupação com a sustentabilidade deve estar inserida no propósito de uma empresa e em suas declarações corporativas. Portanto, antes de definir objetivos e alinhar metas às diretrizes da ONU, é fundamental compreender o próprio modelo de negócio e impacto. De quem é a responsabilidade de liderar a agenda ESG? Ainda de acordo com essa pesquisa, a responsabilidade recai especialmente nos executivos de organizações, para que desenvolvam estratégias e boas práticas: a liderança da agenda está nas mãos especialmente dos CEOs (77%), com o apoio do governo (67%). Para garantir que as práticas ESG tenham sucesso nas organizações, é imperativo pensar em ações como a capacitação de e desenvolvimento de colaboradores, a integração da sustentabilidade na estratégia de negócios e previsão de orçamentos específicos, além de recursos financeiros para viabilizar as iniciativas. Todas essas ações podem ser delimitadas em um planejamento estratégico, que concederá à organização visão mais clara do futuro para liderar sua própria jornada e ganhar força para atrair mais pessoas à causa. “Estabelecer uma agenda estratégica de sustentabilidade, portanto, é ponto de partida fundamental para desenvolver um negócio com menos riscos e impactos mais positivos”. Com abordagem estruturada e integrada, melhoria pode ser sentida na eficiência e impacto, garantindo também crescimento sustentável e responsável a longo prazo. O futuro do ESG é colaborativo A saúde financeira de uma empresa, isoladamente, já não é mais suficiente para atrair investidores. Uma caminhada compartilhada nos leva mais longe, e isso vale também para a prosperidade dos negócios no contexto do ESG. É fato que nenhuma empresa pode resolver todos os problemas do mundo sozinha. Nesse sentido, colaborar com a solução de problemas sistêmicos tornou o processo administrativo mais estratégico e eficiente. Uma agenda ESG estratégica também aumenta a geração de valor financeiro e oportunidades de mercado – e, para aproveitá-las, deve ter direção e foco claro para essas colaborações, considerando os riscos, oportunidades e impactos mais relevantes para as partes envolvidas. Inovação e ESG: uma agenda compartilhada Sustentabilidade e inovação, enquanto ESG, são aliados: as novas tecnologias e metodologias trazem soluções estratégicas aos problemas socioambientais emergentes. Tecnologias sustentáveis têm se destacado como uma das principais tendências do mercado moderno e fomentando setores como energia renovável, eficiência energética, transporte e agronegócio. A agricultura de precisão, por exemplo, atua em um dos nossos principais problemas ambientais no Brasil, a necessidade de novas áreas para expansão da produção. Essa tecnologia alia a produtividade à redução do impacto, e que está em expansão no mundo, prometendo um crescimento de 61% até 2026. Essa inovação é um dos principais drivers que impulsiona as agtechs, modelos de negócios que operam com inovações no agronegócio, e o Brasil já lidera o mercado na América Latina, compondo 76,5% do total, de acordo com o relatório Agtech Report 2023. O transporte elétrico também é inovação que está no centro do palco da transição para mobilidades mais sustentáveis. Energia solar segue como alternativa sustentável e acessível, e as baterias de armazenamento de energia complementam a maximização das energias renováveis. É importante destacar a Internet das Coisas (IoT), tecnologia emergente que conecta dispositivos físicos em uma rede interconectada, permitindo a coleta e o compartilhamento de dados através da internet. Outras ferramentas e abordagens promissoras de atuação abrangente são: produção mais limpa e circular, transporte e mobilidade sustentável, processos NET-Zero, com balanços positivos de externalidades e valorização de serviços ambientais. ESG: perspectivas de mensuração e regulamentação  Não existe atualmente órgão específico que faça a gestão do ESG no país, e esse é um dos principais desafios para a mensuração e compreensão concreta sobre a direção e o progresso destas iniciativas. É concebível que o governo e ou entidades privadas criem esse órgão regulador num futuro não tão distante, diante do crescimento desta agenda. Enquanto isso, algumas empresas já estão fazendo a sua parte e atuam no Brasil como bússolas de boas práticas e mapeamento de impacto. A B3, Bolsa de Valores do Brasil, lançou recentemente o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), com orientação de boas práticas de sustentabilidade e governança para investidores e empresas, promovendo transparência e visibilidade no mercado. O GRI, Global Reporting Initiative, tem inspirado diretrizes, permitindo que empresas brasileiras se alinhem aos padrões globais ao fornecer uma estrutura sólida e reconhecida internacionalmente. Temos também o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável, uma coalizão que reúne empresas de diversos setores comprometidas com o desenvolvimento sustentável. O CEBDS atua como uma plataforma de diálogo entre empresas, sociedade civil e governo, contribuindo para a formulação de políticas públicas e iniciativas empresariais voltadas ao ESG. A partir deste ano, empresas de capital aberto listadas na B3 poderão reportar voluntariamente suas informações financeiras relacionadas à sustentabilidade (indicadores ESG), e se tornará obrigatória esse relatório a partir de 2026. Integrando um programa de jornada estratégica ESG na prática Implementar metas de sustentabilidade pode ser desafiador, exigindo estratégia, repertório, experiência, conhecimento do setor, boas práticas e soluções específicas. Com expertise de mais de 20 anos em políticas públicas e terceiro setor, a QCP oferece programa estratégico com ferramentas adaptadas a

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Quando é permitido fazer campanha eleitoral?

Descubra essa e outras datas do calendário eleitoral de 2024 Às eleições municipais batem à porta: estão logo ali, em outubro deste ano. Marcado para o dia 6 de outubro, o pleito elegerá prefeitos e vereadores pelos mais de 5,5 mil municípios brasileiros.  Um eventual segundo turno acontece no último domingo de outubro, dia 27, nas cidades com mais de 200 mil eleitores em que a candidata ou candidato mais votado à Prefeitura não tenha atingido a maioria absoluta, isto é, metade mais um dos votos válidos (excluídos brancos e nulos).  Com a aproximação do pleito, dúvidas sobre as principais datas que envolvem o calendário eleitoral surgem. Por isso, hoje, trouxemos os principais prazos referentes às eleições municipais de 2024. Confira:  Calendário eleitoral 2024 Pesquisa de opinião  O prazo para realização de pesquisas de opinião foi aberto na virada do ano, no dia 1º de janeiro. Desde essa data, empresas interessadas em realizar pesquisas de opinião pública sobre intenção de voto em eventuais candidatas e candidatos às Eleições Municipais de 2024 já podem fazer o registro prévio do levantamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).  Janela partidária  O período em que vereadoras e vereadores podem trocar de partido sem perder o mandato acontece, chamado de janela partidária, entre os dias 7 de março e 5 de abril. Registro de estatutos e filiação partidária Dia 6 de abril, por sua vez, é a data-limite para obtenção de registros e estatutos do TSE por parte de todas as legendas e federações partidárias.  Alistamento eleitoral Os jovens que precisam tirar o título ou eleitores e eleitoras que desejam transferir seu domicílio eleitoral ou alterar o local de votação têm até o dia 8 de maio para fazê-lo.  Financiamento coletivo Pré-candidatos e pré-candidatas poderão iniciar suas campanhas de arrecadação prévia a partir do dia 15 de maio. A modalidade de financiamento coletivo pode ser usada desde que não existam pedidos de voto e obedeçam as demais regras relativas à propaganda eleitoral na internet. Convenções partidárias e registros de candidatura A realização de convenções partidárias está permitida entre os dias 20 de julho e 5 de agosto. Após a definição das, as agremiações têm até 15 de agosto para registrar os nomes na Justiça Eleitoral. Propaganda eleitoral  A propaganda eleitoral poderá ser feita somente a partir do dia 16 de agosto, após o término do prazo para registro de candidaturas. Até lá, qualquer publicidade ou manifestação com pedido explícito de voto pode ser considerada irregular e é passível de multa.  Horário eleitoral gratuito A tradicional propaganda gratuita no rádio e na TV é exibida nos 35 dias anteriores à antevéspera do primeiro turno. Sendo assim, a exibição deverá começar em 30 de agosto e será encerrada em 3 de outubro.  Anotou todas as datas por aí?  Para ler mais artigos como este, continue navegando no blog. A QCP – Inteligência em Políticas Públicas é uma empresa que constrói soluções para organizações do setor público ou de interesse público, com amplo conhecimento teórico, técnico e prático.

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Entenda a diferença entre compensação ambiental preventiva e corretiva

  Saiba quando e como cada uma deve ser aplicada Compensação ambiental é o nome dado a uma estratégia que visa equilibrar os interesses de desenvolvimento econômico e humano com a necessidade de proteger e preservar o meio ambiente. Ela desempenha um papel importante na busca por um desenvolvimento sustentável, garantindo que as atividades humanas não causem danos irreversíveis aos ecossistemas naturais e à biodiversidade. Para isso, existem dois tipos de compensação ambiental: preventiva e corretiva. Se você quer saber a diferença entre elas e em quais casos são aplicadas, continue lendo este artigo.  A compensação ambiental  Antes de falarmos sobre os tipos de compensação ambiental, é necessário relembrar o que o conceito é. Como dissemos acima, compensação ambiental é uma estratégia adotada para equilibrar os impactos negativos das atividades humanas no meio ambiente.  Desta forma, a compensação ambiental se faz necessária quando na construção de infraestruturas, expansão de empreendimentos ou em projetos industriais, visando minimizar ou mitigar os impactos gerados.  Agora vamos aos tipos? Compensação ambiental preventiva A compensação ambiental preventiva, como o próprio nome indica, está ligada às medidas que são tomadas antes que os impactos ocorram. Ela se concentra na prevenção de danos ambientais e na busca por alternativas que evitem ou reduzam os efeitos negativos de determinada atividade.  Desta forma, a compensação ambiental corretiva busca ações como a escolha de locais mais adequados para a construção de empreendimentos, a adoção de tecnologias menos agressivas ao meio ambiente e a implementação de planos de manejo que visem a conservação das áreas afetadas. Compensação ambiental corretiva Por sua vez, a compensação ambiental corretiva trabalha com os danos ambientais que já aconteceram. Diante deste cenário, a abordagem é totalmente diferente: seu foco é reparar ou restaurar os ecossistemas afetados.  Sendo assim, sua aplicação pode envolver a reabilitação de áreas degradadas, o reflorestamento de regiões desmatadas, a revitalização de corpos d’água poluídos e a adoção de práticas de recuperação da biodiversidade, entre outras tantas ações possíveis.  Olhar atento para a compensação  Diante das diferenças encontradas entre a compensação ambiental preventiva e a corretiva, é necessário dizer que esta ação, independente do tipo, desempenha um papel vital na manutenção da harmonia entre o desenvolvimento humano e a proteção dos ecossistemas. Para que isso aconteça é preciso ter um olhar atento e estratégico, baseado em estudos, técnicas e metodologias assertivas.  QCP e as soluções socioambientais  Trabalhando há 20 anos no ramo de políticas públicas, a QCP tem vasta experiência na área de soluções socioambientais.  Desta forma, nossa empresa tem no portfólio projetos nas áreas de:  Elaboração de Projeto Básico Ambiental (PBA);   Monitoramento socioambiental;   Concepção e gestão de cadastro socioeconômico;  Plano Diretor de reservatórios;   Mediação de conflitos ambientais. Acesse o nosso site e saiba mais sobre nossa atuação.  Para ler mais artigos como este, continue navegando no blog. A QCP – Inteligência em Políticas Públicas é uma empresa que constrói soluções para organizações do setor público ou de interesse público, com amplo conhecimento teórico, técnico e prático.

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Os resultados da parceria entre a QCP – Inteligência em Políticas Públicas e o Instituto Votorantim

A união de especialistas com um foco: alcançar umasociedade mais democrática Artigo escrito em colaboração com Caio Momesso, pesquisador e consultor da QCP – Inteligência em Políticas Públicas Desde 2015, a QCP – Inteligência em Políticas Públicas é parceira técnica do Instituto Votorantim com o objetivo de auxiliar a gestão do Programa VIA. Na época, o VIA ainda não tinha uma metodologia definida, apesar de haver o desejo de atuação com a pauta de crianças e adolescentes. Caio Momesso, pesquisador e coordenador do projeto pela QCP – Inteligência em Políticas Públicas, contextualiza sobre o surgimento da parceria: “O VIA é um programa que possui recurso incentivado — ou seja, as empresas do Grupo Votorantim fazem direcionamentos de recursos a partir de resultados fiscais. Com esse valor repassado, surgiu a necessidade também de aprimorar a gestão pública”, explica. O uso estratégico do recurso não visa apenas o financiamento de programas de convivência e fortalecimento de vínculos, mas também o avanço da capacidade de gestão dos Conselhos Municipais, pontua Caio. A parceria entre o Instituto Votorantim e a QCP funciona da seguinte maneira: o Instituto é o responsável pela criação e concepção dos programas e metodologias aplicadas; já a QCP é contratada para a execução nos municípios indicados e para o desenvolvimento de algumas ferramentas da metodologia que será trabalhada. Ações de impacto que surgiram com a parceria do Instituto Votorantim Caio conta que está em desenvolvimento uma metodologia para a modalidade VIA Rede de Proteção: “Essa metodologia irá trabalhar com todos os atores que compõem a Rede de Proteção e o Sistema de Garantia de Direitos para crianças e adolescentes”, menciona. Com o objetivo de implementar a Lei da Escuta Protegida, nº 13.431/2017, a metodologia atua junto a forças de segurança pública, sistema judiciário, educação estadual e outros atores municipais, também em conjunto com o CMDCA. Em relação à Lei da Escuta Protegida, o pesquisador explica que essa é uma das principais leis envolvendo o público infantojuvenil desde o ECA, pois ela reorganiza todo o sistema de a sociedade civil e órgãos públicos lidam com a violência contra crianças e adolescentes. “Trabalhamos com a criação de bases de dados, identificando principais tipos de violências e violações, distribuídos geograficamente e com análises de gênero, raça, entre outros. Isso gera uma inteligência a respeito das prioridades de atuação da RPS e do SGD”, ele explica, além de dizer que é feita uma estrutura administrativa para que haja um fluxo de informações de forma rápida e estratégica. Outro ponto ressaltado no projeto é a reorganização das funções dos profissionais que atuam para a implementação da Lei, a fim de garantir que as crianças e adolescentes sejam preservados da revitimização (quando precisam relatar mais de uma vez o acontecimento traumático). Ações mais pontuais também são desenvolvidas, como por exemplo o apoio aos municípios para realização da Campanha 18 de maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A implementação dos projetos A proposta é que os projetos sejam desenvolvidos durante três anos em cada município, de acordo com Caio: “[…] entendemos que mudanças na cultura organizacional levam tempo para serem apreendidas e colocadas em prática. Por isso, nossa metodologia é fundamentalmente participativa”, ele comenta. A perspectiva a médio prazo também possibilita o acompanhamento de transição da diretoria do CMDCA, que ocorre a cada dois anos. Essa assessoria faz com que os avanços não sejam perdidos, garantindo uma transição de gestão comprometida com a memória institucional do conselho. Já em relação à escolha dos municípios em que o VIA irá atuar, é de responsabilidade de cada empresa do Grupo Votorantim que deseja participar do projeto. Caio esclarece que devem haver unidades produtivas das empresas, ou nas proximidades, do município escolhido. Mas existem também outros critérios de análise de dados e priorização de investimento para a escolha de cada empresa. “O contato é intermediado inicialmente pelo Instituto Votorantim. Após o primeiro contato, indicamos um especialista de referência para acompanhar o respectivo CMDCA. Durante a primeira visita técnica, são elencadas pessoas como pontos focais no território para ficar em contato mais direto com nossa equipe”, o pesquisador explicita como ocorre o primeiro passo de atuação da parceria. Planos para o futuro da parceria QCP – Inteligência em Políticas Públicas e Instituto Votorantim O VIA segue em movimento de expansão, o que reforça a necessidade de aprimoramento dos processos internos de gestão. Por isso, Caio conta que a equipe está revisando os instrumentos de acompanhamento, além de se atualizarem em formações relacionadas às crianças e adolescentes. As visitas técnicas também já estão no escopo para 2025. As expectativas para a modalidade VIA Rede de Proteção estão altas: “Nossa ambição é que possamos consolidar uma metodologia levando em conta os aprendizados que tivemos com o acúmulo de três anos já praticando essa modalidade”, o pesquisador compartilha. Os webinários do VIA, que ocorrem semestralmente, também receberão investimento em metodologias participativas, para tornar a dinâmica cada vez mais interessante e proveitosa para os participantes. Com a atuação da parceria entre a QCP – Inteligência em Políticas Públicas e o Instituto Votorantim, cada vez mais municípios serão atendidos, transformando a realidade de milhares de crianças e adolescentes em todo o Brasil. Clique aqui para ler o artigo completo e outros materiais na nossa Revista Digital.

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O que é desenvolvimento na gestão pública?

Entenda o termo e os fatores que o englobam Um debate complexo e filosófico: assim é a discussão sobre o que é desenvolvimento. Este tema antigo permeia debates econômicos e sociais desde Adam Smith e sua obra “Riqueza das Nações”, de 1776.  O tema desenvolvimento envolve diversas áreas da sociedade, da economia até o social e humano. Hoje, falaremos sobre como o desenvolvimento se encaixa na gestão pública e a sua importância para o futuro do Brasil.  Continue a ler este artigo para saber mais sobre o desenvolvimento na gestão pública. O que é desenvolvimento? Como dissemos acima, as teorias sobre desenvolvimento são debatidas há muito tempo, mas possuem algo em comum: a ideia de melhoria e progresso. Hoje, a qualificação de desenvolvimento se dá, cada vez mais, pelo tipo de progresso desejado.  Pensadores como Mill, Marx e Keynes tratam a questão do desenvolvimento a partir da geração de progresso para as sociedades. Alguns economistas de formação neoclássica definem o desenvolvimento pela ótica dos ganhos de produtividade e acumulação de riqueza. Já outros pensadores como Celso Furtado entendem o processo de desenvolvimento como algo mais do que apenas crescimento econômico. Na ótica da administração pública, a preocupação com desenvolvimento sustentável, desenvolvimento inclusivo e desenvolvimento humano é uma pauta atual e visa, de modo geral, alcançar uma sociedade e uma economia mais próspera, sustentável, inclusiva e humana. O PNUD Para o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, o conceito de desenvolvimento humano nasceu definido como um processo de ampliação das escolhas para que elas tenham capacidades e oportunidades para serem aquilo que desejam ser.  Ao contrário do desenvolvimento econômico, a perspectiva humana busca voltar o olhar para as pessoas. Esse conceito é a base do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Conceitos e áreas de aplicação O projeto de desenvolvimento pode ser aplicado de diversas formas na gestão pública. Ele pode ser focado em uma única área, como a econômica. Ou, então, sob uma visão de desenvolvimento ampla que leve em consideração diferentes aspectos econômicos e sociais.  O direcionamento dado ao projeto dependerá, sempre, dos objetivos definidos e identificados pela gestão. Desenvolvimento na prática Para que ações de desenvolvimento saiam do papel é necessário planejar. Por meio do planejamento estratégico, é possível identificar os principais problemas que impedem o crescimento na gestão, traçando, assim, os caminhos que levam ao desenvolvimento.  O planejamento estratégico para o desenvolvimento é feito através de processos metodológicos, definição de metas e ações, mobilização de recursos e tomada de decisões. Conte com a QCP – Inteligência em Políticas Públicas Nossa empresa conta com um vasto portfólio em desenvolvimento. Já foram executados projetos em diversas localidades e áreas, como na região do Vale do Ribeira, em parceria com o Consórcio de Desenvolvimento Intermunicipal do Vale do Ribeira e Litoral Sul – CODIVAR; no estado da Paraíba, na formulação de estratégias de desenvolvimento; e no apoio ao Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável do Nordeste, com a realização de seu planejamento estratégico. Entre em contato conosco para saber mais sobre nossa atuação nesta frente: [email protected] Para ler mais artigos como este, continue navegando no blog da Quanta. A QCP – Inteligência em Políticas Públicas é uma empresa que constrói soluções para organizações do setor público ou de interesse público, com amplo conhecimento teórico, técnico e prático.

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