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Mercado verde no Brasil e a COP30: como o evento impulsiona ações sustentáveis e a ambição das empresas brasileiras?

A Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima chega ao Brasil entre os dias 10 e 21 de novembro de 2025, em Belém/PA. Os meses que antecedem a COP30 estão sendo marcados por expectativas, novidades e até algumas polêmicas.  O evento é considerado um dos principais referentes ao tema e ocorre anualmente. Esta será a 30ª edição da COP, onde líderes mundiais, organizações não governamentais, pesquisadores e representantes da sociedade civil irão se reunir para debater acontecimentos referentes às mudanças climáticas.  Além disso, assuntos como financiamento climático para países em desenvolvimento, tecnologias de energia renovável, soluções de baixo carbono, justiça climática, preservação de florestas e biodiversidade também serão abordados ao longo desses dias.  O fato da COP30 ser sediada no Brasil traz benefícios para o nosso país, tanto para o setor público quanto para instituições privadas ou do terceiro setor.  Qual a importância da COP30 no Brasil? Por acontecer no coração da floresta, a COP30 é a primeira conferência climática realizada na Amazônia e pode marcar o início de um novo posicionamento do Brasil em relação à agenda climática internacional.  Isso porque, ao longo dos séculos, a Amazônia foi palco de explorações desenfreadas, como o garimpo, desmatamento e expulsão dos povos originários de suas terras.  Agora, é a hora do Brasil assumir o papel de um desenvolvimento amazônico pautado na conservação ambiental, inclusão social e inovação econômica.  É esperado, por exemplo, que os povos tradicionais (comunidades indígenas, quilombolas e populações ribeirinhas) façam parte dos debates na COP30 e unam os saberes ancestrais com propostas inovadoras.  Além disso, a COP30 também é aberta para a participação de líderes empresariais e outros membros da sociedade civil de mais de 190 países, inclusive do setor privado.  Mas como a COP30 pode impactar o mercado verde no Brasil? Como reflexo de uma tendência global e também pelas pressões regulatórias (que vêm tanto do governo, stakeholders e consumidores mais conscientes), o mercado de projetos socioambientais está em expansão no Brasil.  Com a chegada da COP30, o movimento apenas se intensifica e o evento é tido como um gatilho para a aceleração de iniciativas sustentáveis, pautadas no formato ESG (Environmental, Social and Governance ou Ambiental, Social e Governança em tradução livre).  Entre os impactos da COP30 para o Brasil, espera-se:  O financiamento climático na Amazônia Entre os resultados esperados da COP30, acredita-se que haverá um impulsionamento no financiamento climático para o desenvolvimento sustentável na Amazônia.  Não basta apenas pensar em soluções para as emergências climáticas e ambientais, mas também buscar por prosperidade compartilhada, inclusão social e resiliência a longo prazo.  E para isso, no evento será reforçado um desafio que já é antigo e urgente para o Brasil: a mobilização de recursos para financiamento climático, seja para restaurar a floresta ou para apoiar as comunidades tradicionais no Norte.  O financiamento climático na Amazônia inclui também outros objetivos, como a redução das emissões de gases de efeito estufa e o apoio a políticas públicas que prezam pela valorização da floresta e uma governança integrada.  Quais setores privados podem se beneficiar diretamente com a COP30? A COP30 oferece oportunidades tanto em nível local quanto nacional, seja para instituições privadas, públicas ou do terceiro setor.  Outro ponto que vale ressaltar é que o evento reforça as diretrizes sustentáveis, o que engaja as organizações a se comprometerem com as práticas ESG e, consequentemente, mitigar riscos ambientais, aumentar a competitividade no mercado e atrair consumidores mais conscientes.  Organizações que atuam com agricultura, energias renováveis, bioeconomia e tecnologia podem encontrar oportunidades promissoras no evento, especialmente relacionadas ao financiamento climático.  Entretanto, alguns desafios precisam ser superados para que a participação na COP30 compense, como por exemplo o entendimento e cumprimento da legislação ambiental e a mensuração e verificação de impacto das ações socioambientais realizadas pela empresa.  Como a QCP – Inteligência em Políticas Públicas pode ajudar? Contamos com mais de 20 anos de expertise na interseção entre políticas públicas e o setor privado, especialmente em soluções socioambientais. A partir de metodologias próprias e inovadoras, mergulhamos no contexto local para identificar os principais desafios.  Com tecnologia e dados, além de uma rede de parceiros, aplicamos processos com foco em impacto mensurável, garantindo uma atuação colaborativa.  Entre nossos serviços relacionados ao meio socioambiental, oferecemos Mapeamento de Impacto Socioambiental, Desenho e Implementação de Projetos Socioambientais, Monitoramento e Avaliação de Programas Socioambientais, entre outros.  Você pode saber mais acessando o portfólio ou entrando em contato com nossa equipe! 

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O que é um CMDCA e por que sua atuação precisa de inovação?

O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) é um órgão público, que atua de forma autônoma na efetivação das políticas para a infância e adolescência.  O Conselho é constituído de forma paritária, ou seja: metade dos membros representam o governo e a outra metade são representantes da sociedade civil, como ONGs e associações. Os CMDCAs devem sugerir e fiscalizar as políticas públicas para crianças e adolescentes, agindo de forma paralela ao Conselho Tutelar. Apesar de ambos terem sido criados pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), as instituições exercem funções diferentes.  Enquanto o Conselho Tutelar realiza atendimentos e está à frente das ações de proteção aos mais novos, o CMDCA deve acompanhar a política pública executada pela Prefeitura. Além disso, o CMDCA também é responsável por fiscalizar as ações do terceiro setor que envolvam crianças e adolescentes, uma vez que todos os programas e projetos envolvendo o público devem ser inscritos e acompanhados pelo Conselho. O CMDCA também possui o papel de investir financeiramente em projetos especiais para direcionar questões relacionadas à infância e adolescência que estão descobertas pelas políticas públicas, a partir do  Fundo para a Infância e Adolescência. O que é o Fundo para a Infância e Adolescência (FIA)? O FIA é um fundo criado para arrecadar e aplicar recursos financeiros para a proteção e garantia dos direitos de crianças e adolescentes, autorizado pela Lei nº 8.069/1990. Esses recursos podem vir de repasses do setor público, doações de empresas, pessoas físicas, destinação de parte do imposto de renda ou ações de arrecadação.  O CMDCA é responsável por gerenciar o FIA e estabelecer os critérios para utilização da verba. Embora não possa financiar o Conselho Tutelar em si, ele também pode dar suporte a sua atuação, por exemplo, financiando formações pontuais para os membros da Rede de Proteção Social e do Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente (SDG).  Antes de financiar qualquer projeto com os recursos do Fundo, é importante que o CMDCA esteja de acordo com o Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (Lei nº 13.019/2014). A importância da inovação no CMDCA Assim como em qualquer outra instituição pública, a inovação no CMDCA pode proporcionar mais eficácia na prestação dos serviços, transparência de recursos e modernização do setor.  Ao passar por um processo de inovação,  o CMDCA pode, por exemplo, garantir uma melhor articulação entre seus agentes e também com outros atores públicos. Propor um plano de ação inovador é importante para o fortalecimento das políticas públicas, em ações como a implementação da Lei da Escuta Protegida 13.431/2017 e repactuação dos fluxos de atendimento. O fluxo de atendimento refere-se ao acolhimento da criança ou adolescente vítima de violência. É necessário que as áreas da educação, saúde, polícia, poder judiciário e Ministério Público estejam em acordo para realizar esse atendimento, evitando falhas como a revitimização.  A inovação na área também pode ocorrer ao se criar os diagnósticos sobre a violação de direitos de crianças e adolescentes na cidade. Os formatos de pesquisas e entrevistas devem ser otimizados, a fim de se tornarem mais assertivos. Outro ponto positivo sobre a inovação no CMDCA é em relação à capacitação dos profissionais atuantes, para que a qualidade do serviço prestado continue aumentando.  Para que o CMDCA atinja esses ideais inovadores, um caminho é contar com o apoio de uma consultoria especializada em políticas públicas, para que as soluções sejam desenvolvidas de maneira participativa e sistematizada.   O papel da QCP – Inteligência em Políticas Públicas na defesa dos direitos de crianças e adolescentes A QCP – Inteligência em Políticas Públicas presta consultoria em todas as áreas de políticas públicas, inclusive em questões que envolvam as crianças e adolescentes.  Atuamos lado a lado com instituições na construção de metodologias e ferramentas que resultam na inovação no CMDCA. Para saber mais sobre como a QCP – Inteligência em Políticas Públicas pode apoiar o CMDCA da sua cidade, entre em contato para agendarmos uma conversa e conhecermos a sua realidade!

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Como estruturar um CMDCA de alto impacto?

Atuando lado a lado com o Conselho Tutelar, o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) é um órgão que formula e controla as políticas públicas voltadas para o público infantojuvenil.  Enquanto o Conselho Tutelar deve atender denúncias de violação dos direitos das crianças e adolescentes, o CMDCA tem a função de deliberar e fiscalizar as políticas que envolvem esse grupo.  O CMDCA também é responsável por gerenciar os recursos do Fundo dos direitos das crianças e adolescentes no município e estabelecer critérios para uso da verba. O órgão é composto por representantes do Poder Executivo municipal e da sociedade civil.  Quais são as atribuições de um CMDCA? O que é um CMDCA efetivo? Além de cumprir com as atribuições básicas, um CMDCA efetivo deve estar em acordo com as legislações vigentes sobre a defesa de crianças e adolescentes:  Na prática, podemos citar como exemplo a aplicação da Lei da Escuta Protegida. Para que ela seja feita de forma eficiente, evitando casos de revitimização — onde a vítima precisa relatar o abuso sofrido mais de uma vez —,  é imprescindível que o CMDCA esteja articulado com outros órgãos públicos.  Ou seja: além do cumprimento de todas as leis, é necessário que as demais instituições públicas estejam alinhadas ao processo de funcionamento do CMDCA, seja por meio de reuniões periódicas, protocolos pré-estabelecidos ou documentos compartilhados.  Um CMDCA efetivo é marcado pelo diálogo entre os integrantes do órgão, governo municipal e sociedade civil. A gestão dos recursos do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (FMDCA) também deve ser aprimorada constantemente, visando os novos desafios.  7 pontos para estruturar um CMDCA efetivo Saber quais são as principais necessidades locais é o ponto de partida para a elaboração de um CMDCA efetivo. Esse levantamento de informações pode ser realizado por entrevistas com a população ou análise do histórico municipal de proteção das crianças e adolescentes.  Aliado ao planejamento estratégico, deve ser criado também um plano de ação para organizar e direcionar as atividades do CMDCA. É válido estabelecer planos de curto, médio e longo prazo.  O plano de aplicação dos recursos definirá como o dinheiro do Fundo será utilizado pelo CMDCA durante determinado período. Ao considerar as necessidades prioritárias, os integrantes devem calcular uma estimativa de custos e organizá-la visando atingir os objetivos mais urgentes.  A comunicação com ambos os lados deve ser planejada de maneira distinta, afinal, o tipo de diálogo será diferente. Enquanto que para o setor público será necessário articulá-lo nas ações do Conselho, para a sociedade civil o objetivo será estimulá-la a acompanhar as atividades do CMDCA.  Manter os integrantes do CMDCA atualizados sobre novas regulamentações e critérios de inovação para o Conselho é necessário para garantir uma prestação de serviço mais efetiva. A QCP – Inteligência em Políticas Públicas atua nessa frente, visando a qualificação daqueles que trabalham em prol dos direitos infantojuvenis.  Seja com instituições públicas ou privadas, as parcerias podem fortalecer a promoção dos direitos de crianças e adolescentes, como em estratégias de comunicação e divulgação de ações do CMDCA. Na 3ª edição da Revista QCP, você pode encontrar alguns exemplos desse tipo de parceria com o CMDCA.  Além de definir indicadores de impacto, é necessário acompanhá-los para certificar a qualidade das ações que estão sendo realizadas. Defina os objetivos e estipule um prazo para alcançá-los. Em caso de dúvidas, a QCP – Inteligência em Políticas Públicas pode ajudar! Conheça o curso da QCP – Inteligência em Políticas Públicas para estruturar um CMDCA de alto impacto O curso “Fortalecendo instituições na proteção de direitos das crianças e adolescentes” foi desenvolvido pela QCP – Inteligência em Políticas Públicas e será aplicado pelos nossos profissionais. Com o objetivo de atingir conselheiros do CMDCA, conselheiros tutelares e profissionais da rede de proteção social e do sistema de garantia de direitos, estruturamos o conteúdo em dois módulos com carga horária total de oito horas, a fim de tornar o ensino acessível para todos. Como funcionará?  O curso é estruturado em:  Será ministrado no primeiro dia, com previsão de quatro horas de exposição e discussões. Na primeira parte, discutiremos sobre as abordagens iniciais do ECA na construção de direitos das crianças e adolescentes no Brasil.  Já na segunda parte, abordaremos as principais funções dos atores e instituições relacionadas à garantia de direitos (CMDCA, Conselho Tutelar, Rede de Proteção Social  e integrantes do sistema judiciário).  No segundo dia, o módulo será dividido em três partes, cada uma com uma hora de duração e mais vinte minutos dedicados à discussão de ideias.  Na primeira parte, o foco será o planejamento da política de proteção de direitos. Iremos responder as questões “Como construir, sistematizar e monitorar dados relacionados a violações de direitos?” e “Como construir um diagnóstico sobre as vulnerabilidades da C&A no município?”.  Além disso, ainda na primeira parte do Módulo B, reforçaremos a importância da articulação do Conselho Tutelar e da Rede de Proteção Social (RPS) para monitoramento dos casos e acompanhamento dos indicadores. Em seguida, será o momento de aprofundarmos o debate sobre a organização financeira do CMDCA. Como operacionalizar, exigências processuais e com o que se pode gastar no órgão.  Para encerrar o Módulo B e o curso, finalizaremos com a relação com as OSCs: como selecionar organizações e projetos na proteção de direitos? E também sobre o credenciamento das organizações no CMDCA e o monitoramento de suas atividades. Para saber mais informações sobre valores, inscrições ou tirar dúvidas, entre em contato com nossa equipe.

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Vale a pena vender para o setor público no Brasil?

Quer vender para o governo, mas não sabe por onde começar? A QCP – Inteligência em Políticas Públicas pode te ajudar A ideia de vender para o setor público pode soar complicada para alguns empreendedores, afinal, muitos já associam com questões burocráticas ou impedimentos regulatórios.  Apesar de ser necessário seguir com a legislação e regras do setor público, esta pode ser uma grande oportunidade para a sua empresa. Além do governo brasileiro oferecer guias e plataformas de apoio, existem empresas especializadas em ajudar os empresários nessa trajetória, como a QCP – Inteligência em Políticas Públicas.  Há a possibilidade de vender produtos ou serviços para o governo, seja ele municipal, estadual ou federal. As oportunidades devem ser acompanhadas por meio das licitações.  O que são licitações? Quando um órgão público precisa adquirir determinado produto ou serviço, é criada uma licitação para divulgar essa necessidade e definir as regras e critérios para que as empresas interessadas participem do processo.  Existem várias modalidades de licitação, como concorrência, tomada de preços, convite, concurso e leilão. É importante que o empresário atente-se ao formato mais adequado para o seu produto/serviço, já que cada modalidade possui regras específicas. A licitação serve para garantir igualdade de condição para todas as empresas envolvidas no processo. Vale ressaltar que, geralmente, o governo busca pela proposta que tenha o melhor custo-benefício. Benefícios de vender para o setor público Os contratos de vendas para o governo costumam ser de longo prazo, como, por exemplo, para o fornecimento de mão de obra ou de materiais na construção de uma escola pública.  Enquanto o contrato estiver vigente, os pagamentos são realizados nas datas previstas. Isso garante a previsibilidade no fluxo de caixa da empresa, mesmo em períodos de incerteza financeira.  Quando uma empresa é escolhida para vender para o setor público, a credibilidade dela aumenta. Isso porque apenas empresas qualificadas são capazes de passar pelo processo licitatório, que contém critérios técnicos e financeiros rigorosos.  Os processos de licitações são completamente seguros e transparentes, já que os contratos realizados costumam ser de alto valor.  Não importa se você é autônomo, pequeno ou médio empreendedor: desde que tenha um CNPJ, é permitido realizar vendas para o governo. Também não é necessário ter um ponto físico, como uma loja ou indústria.  Os processos licitatórios são realizados on-line, então, toda a contratação também segue neste formato. É possível vender para qualquer lugar do Brasil. Apesar do marketing ser necessário para conquistar clientes, quando falamos do setor público a história muda! Para vender para o governo, é necessário que a sua proposta atenda aos critérios da licitação e seja escolhida.  Mas não se esqueça: conseguir vender para o setor público pode ser uma ótima estratégia de marketing para você colocar no “currículo” do seu negócio e atrair ainda mais clientes.  Como funcionam as vendas para o setor público no Brasil? O governo brasileiro é um dos maiores compradores do mercado, o que traz segurança às empresas que participam das licitações. Só em 2019, de acordo com o Ministério da Economia, foram mais de R$ 900 bilhões movimentados em licitações públicas. O Brasil também conta com regulamentações específicas que orientam sobre essas vendas:  A Lei nº 14.133/2021 substituiu as normas anteriores (8.666/93, 10.520/02 e dispositivos da 12.462/11), a fim de unificá-las e atualizá-las.  Foram estabelecidos critérios de julgamento das propostas (como menor preço, maior desconto, melhor técnica), fases do processo licitatório e novos instrumentos que buscam auxiliar a modernizar as contratações públicas.  A Nova Lei de Licitações já foi atualizada no dia 30 de dezembro de 2024 , na publicação do Decreto nº 12.343/2024.  Em vigor desde o primeiro dia de 2025, o decreto alterou os valores previstos anteriormente na Lei nº 14.133/2021, para que eles se adequassem aos impactos da inflação e outras questões econômicas.  Também houveram mais mudanças, como na ampliação de contratação direta e simplificada. O advogado empresarial e consultor em Compliance, Daniel Barile, da equipe da QCP, destaca o ponto de atenção sobre o novo decreto: “O Decreto nº 12.343/2024, por sua vez, é o principal regulamento federal que detalha os procedimentos da nova lei. Ele funciona como um manual prático, principalmente no âmbito do Governo Federal, mas também inspira Estados e Municípios que seguem o mesmo modelo” — Daniel Barile. Como vender para o setor público? Acompanhar os editais e chamadas abertas de licitações pode ser o primeiro passo para começar a se ambientar com a ideia de vender para o setor público.  Durante essa imersão, pesquise como funciona a demanda dos órgãos públicos em relação ao seu setor, quem são os seus possíveis concorrentes e como foram os processos anteriores.  Outro ponto importante é entender as modalidades previstas na licitação, para ter certeza de que a sua empresa realmente atende aos critérios necessários.  Antes de se inscrever, certifique-se que as documentações da empresa estejam atualizadas e de que há capacidade para atender o setor público. Só então, estruture uma proposta para ser enviada.  “Em resumo, a empresa que deseja não apenas participar, mas vencer com recorrência em licitações, precisa combinar compliance, estratégia, inteligência de mercado e capacidade de execução. É um jogo técnico, mas profundamente estratégico” — Daniel Barile. A QCP – Inteligência em Políticas Públicas pode te ajudar a vender para o setor público! As exigências legais e a insegurança na elaboração das propostas para licitação ainda são impasses para muitos empresários que desejam vender para o setor público.  Pensando nisso, a QCP – Inteligência em Políticas Públicas desenvolveu uma metodologia para descomplicar esse processo e ajudar as empresas interessadas em vender para o governo. Há mais de 20 anos, atuamos como parceiros estratégicos na qualificação de empreendedores que desejam acessar o mercado público de forma segura, transparente e com impacto social.  Contamos com uma equipe de especialistas que acompanham todas as etapas da licitação, traduzindo as exigências em um formato mais claro, viável e aplicável à realidade dos negócios. Entre em contato conosco para saber mais! Clique aqui e agende uma conversa.

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Os resultados da parceria entre a QCP – Inteligência em Políticas Públicas e o Instituto Votorantim

A união de especialistas com um foco: alcançar umasociedade mais democrática Artigo escrito em colaboração com Caio Momesso, pesquisador e consultor da QCP – Inteligência em Políticas Públicas Desde 2015, a QCP – Inteligência em Políticas Públicas é parceira técnica do Instituto Votorantim com o objetivo de auxiliar a gestão do Programa VIA. Na época, o VIA ainda não tinha uma metodologia definida, apesar de haver o desejo de atuação com a pauta de crianças e adolescentes. Caio Momesso, pesquisador e coordenador do projeto pela QCP – Inteligência em Políticas Públicas, contextualiza sobre o surgimento da parceria: “O VIA é um programa que possui recurso incentivado — ou seja, as empresas do Grupo Votorantim fazem direcionamentos de recursos a partir de resultados fiscais. Com esse valor repassado, surgiu a necessidade também de aprimorar a gestão pública”, explica. O uso estratégico do recurso não visa apenas o financiamento de programas de convivência e fortalecimento de vínculos, mas também o avanço da capacidade de gestão dos Conselhos Municipais, pontua Caio. A parceria entre o Instituto Votorantim e a QCP funciona da seguinte maneira: o Instituto é o responsável pela criação e concepção dos programas e metodologias aplicadas; já a QCP é contratada para a execução nos municípios indicados e para o desenvolvimento de algumas ferramentas da metodologia que será trabalhada. Ações de impacto que surgiram com a parceria do Instituto Votorantim Caio conta que está em desenvolvimento uma metodologia para a modalidade VIA Rede de Proteção: “Essa metodologia irá trabalhar com todos os atores que compõem a Rede de Proteção e o Sistema de Garantia de Direitos para crianças e adolescentes”, menciona. Com o objetivo de implementar a Lei da Escuta Protegida, nº 13.431/2017, a metodologia atua junto a forças de segurança pública, sistema judiciário, educação estadual e outros atores municipais, também em conjunto com o CMDCA. Em relação à Lei da Escuta Protegida, o pesquisador explica que essa é uma das principais leis envolvendo o público infantojuvenil desde o ECA, pois ela reorganiza todo o sistema de a sociedade civil e órgãos públicos lidam com a violência contra crianças e adolescentes. “Trabalhamos com a criação de bases de dados, identificando principais tipos de violências e violações, distribuídos geograficamente e com análises de gênero, raça, entre outros. Isso gera uma inteligência a respeito das prioridades de atuação da RPS e do SGD”, ele explica, além de dizer que é feita uma estrutura administrativa para que haja um fluxo de informações de forma rápida e estratégica. Outro ponto ressaltado no projeto é a reorganização das funções dos profissionais que atuam para a implementação da Lei, a fim de garantir que as crianças e adolescentes sejam preservados da revitimização (quando precisam relatar mais de uma vez o acontecimento traumático). Ações mais pontuais também são desenvolvidas, como por exemplo o apoio aos municípios para realização da Campanha 18 de maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A implementação dos projetos A proposta é que os projetos sejam desenvolvidos durante três anos em cada município, de acordo com Caio: “[…] entendemos que mudanças na cultura organizacional levam tempo para serem apreendidas e colocadas em prática. Por isso, nossa metodologia é fundamentalmente participativa”, ele comenta. A perspectiva a médio prazo também possibilita o acompanhamento de transição da diretoria do CMDCA, que ocorre a cada dois anos. Essa assessoria faz com que os avanços não sejam perdidos, garantindo uma transição de gestão comprometida com a memória institucional do conselho. Já em relação à escolha dos municípios em que o VIA irá atuar, é de responsabilidade de cada empresa do Grupo Votorantim que deseja participar do projeto. Caio esclarece que devem haver unidades produtivas das empresas, ou nas proximidades, do município escolhido. Mas existem também outros critérios de análise de dados e priorização de investimento para a escolha de cada empresa. “O contato é intermediado inicialmente pelo Instituto Votorantim. Após o primeiro contato, indicamos um especialista de referência para acompanhar o respectivo CMDCA. Durante a primeira visita técnica, são elencadas pessoas como pontos focais no território para ficar em contato mais direto com nossa equipe”, o pesquisador explicita como ocorre o primeiro passo de atuação da parceria. Planos para o futuro da parceria QCP – Inteligência em Políticas Públicas e Instituto Votorantim O VIA segue em movimento de expansão, o que reforça a necessidade de aprimoramento dos processos internos de gestão. Por isso, Caio conta que a equipe está revisando os instrumentos de acompanhamento, além de se atualizarem em formações relacionadas às crianças e adolescentes. As visitas técnicas também já estão no escopo para 2025. As expectativas para a modalidade VIA Rede de Proteção estão altas: “Nossa ambição é que possamos consolidar uma metodologia levando em conta os aprendizados que tivemos com o acúmulo de três anos já praticando essa modalidade”, o pesquisador compartilha. Os webinários do VIA, que ocorrem semestralmente, também receberão investimento em metodologias participativas, para tornar a dinâmica cada vez mais interessante e proveitosa para os participantes. Com a atuação da parceria entre a QCP – Inteligência em Políticas Públicas e o Instituto Votorantim, cada vez mais municípios serão atendidos, transformando a realidade de milhares de crianças e adolescentes em todo o Brasil. Clique aqui para ler o artigo completo e outros materiais na nossa Revista Digital.

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Inteligência estratégica e uso de dados nas campanhas eleitorais 

Em um ambiente político cada vez mais dinâmico e complexo, é fundamental compreender o território em disputa sob uma perspectiva de dados, para campanhas eleitorais baseadas em inteligência estratégica. Afinal, os números não mentem: apenas volume, sem estratégia, terá pouco impacto em uma campanha eleitoral. Dados e informações georreferenciadas permitem pensar em ações estratégicas que direcionam tempo e recursos de forma assertiva. Essa visão aproximada oferece maior compreensão sobre as demandas e expectativas da população, além dos níveis de aceitação em determinada região e o perfil dos eleitores. Apesar de o uso de dados nas campanhas não ser algo completamente novo, as novas tecnologias favorecem a coleta de informações de uma forma como nunca antes tivemos acesso antes. Ainda é preciso considerar o uso ético e não apenas em benefício da sociedade, mas também como um elemento de fortalecimento dos processos democráticos. As Eleições Municipais de 2024 continuam sendo um momento crucial para a democracia local, considerando justamente o impacto das mudanças sociopolíticas e tecnológicas. É uma oportunidade, portanto, de pensar no uso da inteligência estratégica para a formulação de campanhas políticas mais eficazes e centradas na representação adequada dos interesses dos cidadãos. A transformação das campanhas eleitorais por meio dos dados Vamos voltar no tempo? Até algumas décadas atrás, os mapas eleitorais eram pintados à mão e o cruzamento das informações era completamente analógico, algo impensável para a agilidade e facilidade do acesso que temos atualmente, com as novas tecnologias. Agora, tente visualizar quanto tempo e verba poderiam ser aplicados de forma mais assertiva, não apenas na época em que o acesso a dados era um processo mais complicado e moroso, mas até hoje, por meio da identificação georreferenciada do perfil territorial e eleitoral de determinada região. É verdade que o aumento do acesso à informação também tem mudado, na mesma intensidade, os comportamentos, preferências, expectativas e exigências dos eleitores.  Se antes o cenário político brasileiro era caracterizado especialmente pelo peso do carisma pessoal e das redes de influência tradicionais, atualmente as campanhas demandam uma nova forma de engajamento e persuasão. A transição de um modelo intuitivo para um baseado em evidências reflete justamente essa evolução significativa no planejamento e execução de campanhas políticas.  Conhecendo quem são os eleitores, onde eles estão e quais são suas demandas, é possível elaborar programas de governo mais coerentes com a realidade de determinado território e entregar mensagens mais objetivas. O uso ético de dados e o fortalecimento dos processos democráticos  É indispensável falar sobre a importância dos dados estarem em conformidade com a LGPD, garantindo respeito à privacidade dos eleitores. De forma mais prática, todo dado coletado, como nome, telefone e e-mail, precisa ser obtido de forma consentida, ou seja, autorizada pelo cidadão.  Para isso, é importante reforçar a necessidade de procedimentos éticos e transparentes para a coleta de informações, além do investimento em tecnologias e processos de verificação.  Ainda neste sentido, usar esses dados de forma estratégica pode tornar o processo eleitoral mais transparente e informado, tanto para os candidatos quanto para os eleitores, promovendo um debate público mais robusto e fundamentado em evidências.  Pensar no uso sustentável das informações fornecidas por este processo também é crucial para formular políticas pós-eleição, já que os políticos eleitos podem ter a base de orientação sobre as preferências e necessidades da população para aplicar soluções durante o mandato.   A importância das consultorias políticas no uso de dados Tão importante quanto obter uma base de dados é a análise adequada das informações coletadas para a elaboração de estratégias durante e após as campanhas eleitorais. Consultorias como a Quanta assumiram um papel fundamental para garantir a confiabilidade e legitimidade dos dados coletados.  A Quanta oferece, ainda, análises avançadas para decodificar tendências eleitorais e comportamentais, com uma visão mais profunda não apenas do “quem” e “onde”, mas principalmente do “por que” os eleitores fazem suas escolhas.  Os serviços e soluções abrangem uma série de áreas críticas, tais como: Quer saber mais sobre inteligência estratégica e uso de dados nas campanhas eleitorais? Acesse a Revista Digital da QCP e descubra novos olhares para Eleições Inteligentes: clique aqui.

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Como o ESG e a Compensação Ambiental dialogam entre si?

  Entenda como as duas práticas contribuem, juntas, para a sustentabilidade  Nos últimos anos, tem sido cada vez mais evidente o interesse de empresas em práticas mais responsáveis e sustentáveis. A alta do conceito ESG (Environmental, Social and Governance, em inglês), que engloba critérios ambientais, sociais e de governança, é uma prova disso.    No artigo de hoje, explicaremos como a agenda ESG e a área de compensação ambiental estão ligadas – e como essas duas práticas contribuem para um Brasil mais sustentável.  O que é ESG? Entendemos a agenda ESG como um conjunto de critérios que avaliam o desempenho de uma empresa em três dimensões cruciais: ambiental, social e governança.    Ambiental  A dimensão ambiental é responsável por avaliar o impacto da empresa no meio ambiente, como as emissões de carbono, como é feita a gestão de resíduos e o uso dos recursos naturais.    Como podemos ver, essa área tem total relação com a prática da compensação ambiental, que falaremos mais abaixo.    Sendo assim, empresas comprometidas com o ESG ambiental buscam reduzir sua pegada ecológica, adotando práticas sustentáveis.   Social  Já a área social do ESG compreende as relações da empresa com a sociedade em geral, incluindo seus funcionários, clientes e comunidade. O social também diz respeito a preocupações com diversidade e inclusão, saúde e segurança no trabalho, além da responsabilidade corporativa.    Governança  Quando falamos de governança dentro do ESG, estamos abordando a forma como a empresa é administrada e regulamentada. Isso envolve a transparência em suas operações, a independência do conselho de administração e práticas éticas de negócios.   A relação entre o ESG e a Compensação Ambiental  Agora que você já sabe o que é o conceito ESG, é hora de falarmos sobre como ele se relaciona com a compensação ambiental.    É possível dizer que a prática da compensação ambiental é uma estratégia específica dentro do ESG ambiental. Ela refere-se às ações tomadas por empresas para compensar seu impacto ambiental negativo. Isso pode incluir a restauração de ecossistemas degradados, o reflorestamento, a proteção da biodiversidade e a mitigação das emissões de carbono.   Desta forma, a relação entre o ESG e a compensação ambiental se mostra clara e necessária: empresas que buscam minimizar seus impactos ambientais de forma comprometida, nem sempre conseguem. E é aí que a compensação ambiental entra em jogo, permitindo que as empresas compensem suas emissões de carbono ou outros danos ambientais investindo em projetos que contribuam para a preservação do meio ambiente.   Outro ponto importante é que, com a existência das leis de compensação ambiental, até mesmo as empresas não comprometidas com a agenda ESG são obrigadas a terem os cuidados necessários. Colaborando, ainda que obrigatoriamente, para a sustentabilidade.    Qual a diferença entre eles? Quando falamos de ESG e compensação ambiental, precisamos entender que embora estejam interligados, as ações são bem diferentes.    Enquanto o ESG aborda uma ampla gama de práticas empresariais, a compensação se concentra em mitigar os impactos ambientais negativos e inevitáveis.    Portanto, a integração desses conceitos não só fortalece a abordagem de uma empresa à sustentabilidade, mas também contribui para um planeta mais saudável e equilibrado. Para ler mais artigos como este, continue navegando no blog.   A QCP – Inteligência em Políticas Públicas é uma empresa que constrói soluções para organizações do setor público ou de interesse público, com amplo conhecimento teórico, técnico e prático.  

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Mercado verde no Brasil e a COP30: como o evento impulsiona ações sustentáveis e a ambição das empresas brasileiras?

A Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima chega ao Brasil entre os dias 10 e 21 de novembro de 2025, em Belém/PA. Os meses que antecedem a COP30 estão sendo marcados por expectativas, novidades e até algumas polêmicas.  O evento é considerado um dos principais referentes ao tema e ocorre anualmente. Esta será a 30ª edição da COP, onde líderes mundiais, organizações não governamentais, pesquisadores e representantes da sociedade civil irão se reunir para debater acontecimentos referentes às mudanças climáticas.  Além disso, assuntos como financiamento climático para países em desenvolvimento, tecnologias de energia renovável, soluções de baixo carbono, justiça climática, preservação de florestas e biodiversidade também serão abordados ao longo desses dias.  O fato da COP30 ser sediada no Brasil traz benefícios para o nosso país, tanto para o setor público quanto para instituições privadas ou do terceiro setor.  Qual a importância da COP30 no Brasil? Por acontecer no coração da floresta, a COP30 é a primeira conferência climática realizada na Amazônia e pode marcar o início de um novo posicionamento do Brasil em relação à agenda climática internacional.  Isso porque, ao longo dos séculos, a Amazônia foi palco de explorações desenfreadas, como o garimpo, desmatamento e expulsão dos povos originários de suas terras.  Agora, é a hora do Brasil assumir o papel de um desenvolvimento amazônico pautado na conservação ambiental, inclusão social e inovação econômica.  É esperado, por exemplo, que os povos tradicionais (comunidades indígenas, quilombolas e populações ribeirinhas) façam parte dos debates na COP30 e unam os saberes ancestrais com propostas inovadoras.  Além disso, a COP30 também é aberta para a participação de líderes empresariais e outros membros da sociedade civil de mais de 190 países, inclusive do setor privado.  Mas como a COP30 pode impactar o mercado verde no Brasil? Como reflexo de uma tendência global e também pelas pressões regulatórias (que vêm tanto do governo, stakeholders e consumidores mais conscientes), o mercado de projetos socioambientais está em expansão no Brasil.  Com a chegada da COP30, o movimento apenas se intensifica e o evento é tido como um gatilho para a aceleração de iniciativas sustentáveis, pautadas no formato ESG (Environmental, Social and Governance ou Ambiental, Social e Governança em tradução livre).  Entre os impactos da COP30 para o Brasil, espera-se:  O financiamento climático na Amazônia Entre os resultados esperados da COP30, acredita-se que haverá um impulsionamento no financiamento climático para o desenvolvimento sustentável na Amazônia.  Não basta apenas pensar em soluções para as emergências climáticas e ambientais, mas também buscar por prosperidade compartilhada, inclusão social e resiliência a longo prazo.  E para isso, no evento será reforçado um desafio que já é antigo e urgente para o Brasil: a mobilização de recursos para financiamento climático, seja para restaurar a floresta ou para apoiar as comunidades tradicionais no Norte.  O financiamento climático na Amazônia inclui também outros objetivos, como a redução das emissões de gases de efeito estufa e o apoio a políticas públicas que prezam pela valorização da floresta e uma governança integrada.  Quais setores privados podem se beneficiar diretamente com a COP30? A COP30 oferece oportunidades tanto em nível local quanto nacional, seja para instituições privadas, públicas ou do terceiro setor.  Outro ponto que vale ressaltar é que o evento reforça as diretrizes sustentáveis, o que engaja as organizações a se comprometerem com as práticas ESG e, consequentemente, mitigar riscos ambientais, aumentar a competitividade no mercado e atrair consumidores mais conscientes.  Organizações que atuam com agricultura, energias renováveis, bioeconomia e tecnologia podem encontrar oportunidades promissoras no evento, especialmente relacionadas ao financiamento climático.  Entretanto, alguns desafios precisam ser superados para que a participação na COP30 compense, como por exemplo o entendimento e cumprimento da legislação ambiental e a mensuração e verificação de impacto das ações socioambientais realizadas pela empresa.  Como a QCP – Inteligência em Políticas Públicas pode ajudar? Contamos com mais de 20 anos de expertise na interseção entre políticas públicas e o setor privado, especialmente em soluções socioambientais. A partir de metodologias próprias e inovadoras, mergulhamos no contexto local para identificar os principais desafios.  Com tecnologia e dados, além de uma rede de parceiros, aplicamos processos com foco em impacto mensurável, garantindo uma atuação colaborativa.  Entre nossos serviços relacionados ao meio socioambiental, oferecemos Mapeamento de Impacto Socioambiental, Desenho e Implementação de Projetos Socioambientais, Monitoramento e Avaliação de Programas Socioambientais, entre outros.  Você pode saber mais acessando o portfólio ou entrando em contato com nossa equipe! 

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O planejamento estratégico dentro da gestão municipal

Entenda como o conceito pode ser utilizado na administração pública Gerir uma cidade, independente de seu tamanho, envolve muito planejamento e comprometimento. Na gestão pública municipal é necessário empregar conhecimentos voltados para a administração das instituições públicas municipais, visando, sempre, o bem-estar da população.  Complexa e importante, a gestão pública municipal encara desafios diários para contemplar todas as áreas – indo da saúde à economia. Para que isso aconteça de forma ordenada e segura, existe o planejamento estratégico.  Um recurso muito usado pela iniciativa privada que ganha espaço também no ambiente público. Continue a ler este artigo para entender o que é planejamento estratégico e como ele pode ser importante para a administração municipal. Planejamento estratégico: o que é? “Planejamento Estratégico é o processo contínuo de, sistematicamente com o maior conhecimento possível do futuro contido, tomar decisões atuais que envolvem riscos; organizar sistematicamente as atividades necessárias à execução dessas decisões e, através de uma retroalimentação organizada e sistemática, medir o resultado dessas decisões em confronto com as expectativas alimentadas”, é a definição dada pelo professor e consultor administrativo Peter Drucker.  Em outras palavras, este é o nome dado ao processo de elaborar a estratégia de uma organização e definir caminhos para que ela possa ser alcançada. É por meio do planejamento estratégico que a gestão irá entender quais caminhos precisa seguir para conseguir atingir os objetivos a serem alcançados.  Tudo isso é feito por meio de processos metodológicos, definição de metas e ações, mobilização de recursos e tomada de decisões. Por que ele é importante na gestão pública? Por meio do planejamento estratégico o gestor público alcança as funções básicas do seu cargo, como definir direções, alterar rotas e dar novos focos para tudo o que envolve a administração pública.  O planejamento estratégico possibilita um controle maior das ações, já que mapeia o que será executado e quando. Também é uma maneira de garantir que as demandas da população possam ser atendidas de forma efetiva, pois diversos atores podem ser ouvidos no processo. O processo dentro das instituições governamentais envolve a identificação da missão da instituição, avaliação da estratégia atual, análise do ambiente em que está inserida, definição e quantificação dos objetivos e a elaboração de um orçamento. Desafios da gestão municipal no planejamento estratégico Mesmo tendo uma importância enorme na condução da máquina municipal, os gestores públicos podem encontrar algumas dificuldades no meio do caminho.  Entre eles estão:  Dificuldade em realizar projetos a longo prazo  Uso inadequado de recursos Ausência de indicadores de desempenho  Apesar disso, é importante investir no planejamento estratégico como uma forma de guiar as ações do governo municipal. Planejamento na prática Este processo pode ser aplicado em diversas áreas da gestão pública municipal, por exemplo, na implantação de uma nova política pública.  Ao identificar uma nova demanda da população, é possível realizar um planejamento estratégico para que a política pública seja implantada com tranquilidade, eficiência e com menor probabilidade de erro.  Outra forma de usá-la na prática é no aprimoramento de um serviço que tem gerado atrito com a população. Ao criar um planejamento estratégico é possível identificar as camadas do problema e rever a forma como o serviço é oferecido, resultando nas mudanças necessárias.  Se quiser saber mais sobre planejamento estratégico para a gestão municipal, entre em contato conosco.  Para ler mais artigos como este, continue navegando no blog da Quanta. A QCP – Inteligência em Políticas Públicas é uma empresa que constrói soluções para organizações do setor público ou de interesse público, com amplo conhecimento teórico, técnico e prático.

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Vale a pena vender para o setor público no Brasil?

Quer vender para o governo, mas não sabe por onde começar? A QCP – Inteligência em Políticas Públicas pode te ajudar A ideia de vender para o setor público pode soar complicada para alguns empreendedores, afinal, muitos já associam com questões burocráticas ou impedimentos regulatórios.  Apesar de ser necessário seguir com a legislação e regras do setor público, esta pode ser uma grande oportunidade para a sua empresa. Além do governo brasileiro oferecer guias e plataformas de apoio, existem empresas especializadas em ajudar os empresários nessa trajetória, como a QCP – Inteligência em Políticas Públicas.  Há a possibilidade de vender produtos ou serviços para o governo, seja ele municipal, estadual ou federal. As oportunidades devem ser acompanhadas por meio das licitações.  O que são licitações? Quando um órgão público precisa adquirir determinado produto ou serviço, é criada uma licitação para divulgar essa necessidade e definir as regras e critérios para que as empresas interessadas participem do processo.  Existem várias modalidades de licitação, como concorrência, tomada de preços, convite, concurso e leilão. É importante que o empresário atente-se ao formato mais adequado para o seu produto/serviço, já que cada modalidade possui regras específicas. A licitação serve para garantir igualdade de condição para todas as empresas envolvidas no processo. Vale ressaltar que, geralmente, o governo busca pela proposta que tenha o melhor custo-benefício. Benefícios de vender para o setor público Os contratos de vendas para o governo costumam ser de longo prazo, como, por exemplo, para o fornecimento de mão de obra ou de materiais na construção de uma escola pública.  Enquanto o contrato estiver vigente, os pagamentos são realizados nas datas previstas. Isso garante a previsibilidade no fluxo de caixa da empresa, mesmo em períodos de incerteza financeira.  Quando uma empresa é escolhida para vender para o setor público, a credibilidade dela aumenta. Isso porque apenas empresas qualificadas são capazes de passar pelo processo licitatório, que contém critérios técnicos e financeiros rigorosos.  Os processos de licitações são completamente seguros e transparentes, já que os contratos realizados costumam ser de alto valor.  Não importa se você é autônomo, pequeno ou médio empreendedor: desde que tenha um CNPJ, é permitido realizar vendas para o governo. Também não é necessário ter um ponto físico, como uma loja ou indústria.  Os processos licitatórios são realizados on-line, então, toda a contratação também segue neste formato. É possível vender para qualquer lugar do Brasil. Apesar do marketing ser necessário para conquistar clientes, quando falamos do setor público a história muda! Para vender para o governo, é necessário que a sua proposta atenda aos critérios da licitação e seja escolhida.  Mas não se esqueça: conseguir vender para o setor público pode ser uma ótima estratégia de marketing para você colocar no “currículo” do seu negócio e atrair ainda mais clientes.  Como funcionam as vendas para o setor público no Brasil? O governo brasileiro é um dos maiores compradores do mercado, o que traz segurança às empresas que participam das licitações. Só em 2019, de acordo com o Ministério da Economia, foram mais de R$ 900 bilhões movimentados em licitações públicas. O Brasil também conta com regulamentações específicas que orientam sobre essas vendas:  A Lei nº 14.133/2021 substituiu as normas anteriores (8.666/93, 10.520/02 e dispositivos da 12.462/11), a fim de unificá-las e atualizá-las.  Foram estabelecidos critérios de julgamento das propostas (como menor preço, maior desconto, melhor técnica), fases do processo licitatório e novos instrumentos que buscam auxiliar a modernizar as contratações públicas.  A Nova Lei de Licitações já foi atualizada no dia 30 de dezembro de 2024 , na publicação do Decreto nº 12.343/2024.  Em vigor desde o primeiro dia de 2025, o decreto alterou os valores previstos anteriormente na Lei nº 14.133/2021, para que eles se adequassem aos impactos da inflação e outras questões econômicas.  Também houveram mais mudanças, como na ampliação de contratação direta e simplificada. O advogado empresarial e consultor em Compliance, Daniel Barile, da equipe da QCP, destaca o ponto de atenção sobre o novo decreto: “O Decreto nº 12.343/2024, por sua vez, é o principal regulamento federal que detalha os procedimentos da nova lei. Ele funciona como um manual prático, principalmente no âmbito do Governo Federal, mas também inspira Estados e Municípios que seguem o mesmo modelo” — Daniel Barile. Como vender para o setor público? Acompanhar os editais e chamadas abertas de licitações pode ser o primeiro passo para começar a se ambientar com a ideia de vender para o setor público.  Durante essa imersão, pesquise como funciona a demanda dos órgãos públicos em relação ao seu setor, quem são os seus possíveis concorrentes e como foram os processos anteriores.  Outro ponto importante é entender as modalidades previstas na licitação, para ter certeza de que a sua empresa realmente atende aos critérios necessários.  Antes de se inscrever, certifique-se que as documentações da empresa estejam atualizadas e de que há capacidade para atender o setor público. Só então, estruture uma proposta para ser enviada.  “Em resumo, a empresa que deseja não apenas participar, mas vencer com recorrência em licitações, precisa combinar compliance, estratégia, inteligência de mercado e capacidade de execução. É um jogo técnico, mas profundamente estratégico” — Daniel Barile. A QCP – Inteligência em Políticas Públicas pode te ajudar a vender para o setor público! As exigências legais e a insegurança na elaboração das propostas para licitação ainda são impasses para muitos empresários que desejam vender para o setor público.  Pensando nisso, a QCP – Inteligência em Políticas Públicas desenvolveu uma metodologia para descomplicar esse processo e ajudar as empresas interessadas em vender para o governo. Há mais de 20 anos, atuamos como parceiros estratégicos na qualificação de empreendedores que desejam acessar o mercado público de forma segura, transparente e com impacto social.  Contamos com uma equipe de especialistas que acompanham todas as etapas da licitação, traduzindo as exigências em um formato mais claro, viável e aplicável à realidade dos negócios. Entre em contato conosco para saber mais! Clique aqui e agende uma conversa.

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